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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

"Carta de Amor" de uma Avó acabada de nascer



Digam-me se existe melhor do receber uma  carta de Amor? 

Já não é uma coisa habitual e no fundo, hoje em dia já existem muitas outras formas de mostrar dedicação, atenção, carinho, saudade. Mas uma carta... é uma carta. E quando é recebida de forma tão sincera e surpreendente ainda mais bonito se torna.

Quando comecei o meu namoro com o Hugo, o pai da Matita, o meu Mundo mudou totalmente. Ou antes, começou a mudar. As coisas foram graduais, as alterações vireram... gostava de dizer que devagar... mas no fundo foram em catadupa essa é que é essa.

Mas no fundo,o que é o tempo? Um registo para medir as emoções? A verdade é que a chegada dele foi um furação, ah isso foi. A “nossa” gravidez uma surpresa e o acrescentar/misturar a vida de cada um de nós na do outro um grande desfio e novidade.

As famílias “chegaram” entretanto. Conheci a dele com timidez, ele entrusou-se com a minha. E às vezes, as coisas não correm bem, não são tão imediatas. Uma relação pode rolar sem essa empatia, mas a verdade, é que é diferente, tão diferente quando as famílias se tornam unidas e há um verdadeiro sentimento de união, aceitação e Amor.

Comigo aconteceu. Supreendente e naturalmente. Gosto muito dos meus “sogrinhos”, da mana Filipa, da avó Irene, dos avós Caetanos... São um verdadeiro clã por que me apaixonei. E o Afonso, então, nem imaginam.

E que sorte tivémos. Não nos esqueçamos que a sociedade actual “fabrica” muitas frases e depoimentos bonitos mas também muita hipocrisia e palavras ocas. A verdade é que sou mais velha que o Hugo e mais “vivida”, a verdade é que surgi na sua vida com um filhote pequeno vindo de uma anterior relação, a verdade é que carrego uma exposição pública que nem sempre é agradável a uma vida tranquila e estável. E a verdade é que  sem demagogias, eles, mesmo assim, nos Amam!

Eu e o Afonso, aproveitamos estas linhas para vos agradecer e dizer que retribuímos. Obrigada por se estarem a tornar também vocês, em conjunto com o “nosso lado” a nossa família. E obrigada Avó Cinda pela simples “carta de Amor” e dedicação que acabámos e receber.

Aqui fica e a transcrevo toda babada :


Vou ser Avó

Hoje acordei com muita vontade de escrever esta nova experiência, ser Avó.
Só posso resumir numa única palavra palavra, "AMOR". 


Esta nova fase apanhou-me de surpresa. Foi tudo demasiado rápido, mas eu não sou ninguém para criticar, pois na minha vida também tudo aconteceu da mesma forma.

Vou ser Avó aos 47 anos e parece-me realmente muito cedo, mas a culpa disso é só minha. Quem me manda ser Mãe aos 20 anos!

Lembro-me perfeitamente de como a minha mãe reagiu, sim também ela foi Mãe aos 20 e ia ser Avó aos 40, foi um choque mas lá foi correndo... Com o decorrer dos meses habituou-se à ideia e foi uma verdadeira loucura quando o meu filho Hugo nasceu. Agora vai ser Bisavó imaginem e aguarda com muita alegria o nascimento da Matilde.

Também eu, no ínicio fiquei um pouco confusa, foi tudo muito rápido. Fui assolada por um turbilhão de sentimentos, "Vou ser Avó meu Deus”!  não me sentia com idade para isso, mas ao mesmo tempo adorava a ideia,estava entusiasmada.

 Houve entretanto um ser muito especial, que fez “o favor” de me começar a chamar Avó e me despertou para tudo isto. Sim Afonso Luz, eu sinto-me realmente tua Avó e simplesmente adoro. És muito especial e teres aparecido assim na nossa vida foi uma dádiva.

Agora resta-me esperar o nascimento da minha neta Matilde, que emoção... Já só faltam 2 meses e a ansiedade aumenta. Quero vê-la, olhar o seu rostinho, pegar-lhe e dizer-lhe, "És a minha neta e eu amo-te", este Amor nunca o senti, vai ser diferente e intenso com toda a certeza. 

Depois resta-me esperar que cresça, acompanhar de perto o processo com todo o amor quando esse dia chegar, não sei como vou reagir na realidade, não sei se vou rir ou chorar... só sei que será de emoção e qualquer das reacções repletas de Felicidade.

Obrigado Hugo pelo filho que sempre tens sido.

Obrigado Rita por teres entrado na nossa vida e pelo fato de a tornares muito mais completa e feliz.

Obrigado Afonso por teres feito nascer em mim este novo e lindo sentimento.”

A Leonor e o Pai




Ser pai não se explica nem se consegue descrever. Acontece simplesmente quando se é. Porque o que se sente se transforma de maneira tão absurda e completa que, sem mais nem menos, passa a fazer sentido. Tudo passa a fazer sentido. A Rita pediu-me um texto sobre esta aventura de se ser pai. Haveria tanto por dizer... que optei por contar uma história, que só os pais vão entender!

Há três anos, à hora do costume o telefone tocou cá em casa. Assim que atendi, um grito 'Pai, já sei escrever pai!'. Fiquei em silêncio uns segundo, poucos mas os suficientes para Ela me sentir a falar 'tás a ouvir? Já sei escrever pai e papá'. A Leonor, tinha acabado de entrar para a escola e estava a descobrir o caminho das letras e com ela a emoção das palavras. Cá por casa sempre se leu muito, sempre se contaram histórias. O que Ela mais gosta é de livros, de imaginar, de falar... A Leonor é a alegria de todos os dias, poderia dizer que era especial , mas todas as crianças o são. O que eu quero, é que no meio de tantas letras e palavras, com o tempo ela entenda a o importante que isso é. Quando o telefone se desligou no velho truque do 'desliga tu primeiro... 1,2,3... Oh! Não desligaste!!', fiquei outros tantos segundos encostado à parede tal como estava. Inerte, com vontade de congelar aquela felicidade.

No peito, o orgulho do dever cumprido e a certeza de que este é o caminho... Passaram três anos e noto agora que num devagar  cheio de pressa, vão crescendo. Hoje, olhei para a Leonor a subir apressada a rua que nos leva à nossa casa do Alentejo. Ia a fazer uma birra, nesta idade é normal. O passo largo, seguro, quase assustadoramente independente, chamou-me a atenção. Enquanto subíamos a rua, aproveitei para a fotografar. A memória é muitas vezes traiçoeira, gosto de registar para guardar. Num instante me vieram as imagens de quando era muito pequena, e para subir a mesma rua, tinha que ir ao meu colo, depois arrastada lentamente pelos seus pequeninos passos com sapatos coloridos e mais tarde aos ombros, como tanto gosta...

Está grande a minha filha! São oito anos e olhando assim de repente, parece que foi ontem. A rua fez-se mais pequena para ela. Num instante se mete em casa. Já não é segredo para ninguém que sou saudosista, que me apego às memórias, que invento um futuro. Gostava que este meu futuro passasse por esta rua, com ela, muitas vezes apressada e resmungona, mas de olhar à espreita, à espera de um sinal para eu dizer, ' eu levo-te aos ombros!'. E aí, ela franze a testa, e como se me estivesse a fazer um favor, diz, 'Mas cuidado, que eu não quero cair!'. E assim será sempre, enquanto eu conseguir: levá-la aos ombros e protegê-la das quedas. É assim que tem que ser, até ao dia em que os papéis se invertem, e em que precise eu dos ombros dela...

E sabem  o que penso quando estou muito cansado ou naqueles dias que todos temos mais tristes, muitas vezes sem razão...? Olho para uma fotografia da minha filha e leio-lhe nos olhos grandes que me quer feliz e cheio de força com o coração a ritmo certo e a emocionar-me com as suas descobertas diárias e tão absolutamente nossas. A rir-me com os seus exageros... Quando me atrevo a reclamar de qualquer coisa, imagino que ela me abre os olhos e me diz 'pai! Se eu não estou cansada, tu também não estás. És maior que eu!'- Se é suposto ser assim, é assim que será. Mas quem tem filhos desta idade sabe que eles podiam nem dormir, que nunca estariam cansados. Ou estou enganado?

Filhos com idades próximas! Socorro!



Quando a Rita me pediu para escrever como é ser mãe de duas crianças com idades tão próximas pensei: “Se calhar, mais valia ter pedido a alguém que tenha tido gémeos, deve ser quase igual!” mas pensando bem… é muito diferente!!! Não sei se melhor, se pior, mas é com certeza igualmente trabalhoso ;)
Sempre quis ter filhos com idades próximas. Queria que fossem os melhores amigos e para isso as brincadeiras e as vontades deveriam ser parecidas e, nada melhor do que terem pouca diferença de idades, pensei eu.
Acho que fiz muito bem! Eles adoram-se e gostam de estar juntos. Se o Kenzo não está, a Mia pergunta muito por ele, e para ele um pulo dela é o motivo de inúmeras gargalhadas.
Quando saí da maternidade, depois de uma cesariana pois o rapaz estava sentadinho no trono, vinha cheia de dores e os mimos que a minha filhota me pedia doíam ao dar e doíam se não desse… dá para compreender certo?? Mil vezes um parto normal! 
Nessa altura foi um pouco complicado, ter de tratar de duas crianças muito pequenas mas com diferentes necessidades torna-se complicado principalmente no pós parto e na altura da guerra hormonal. Estás numa fase em que necessitas de calma e as birras da tua filha, misturadas com os choros do teu filho deixam te de rastos… rastos em dose dupla! E até tive sorte pois os meus nunca foram muito chorosos comparando com estórias que ouvia por aí…
Depois vêm as papas de um à mesma hora dos cócós do outro… Não sabemos se devemos levar a comida para a casa de banho ou trazer o penico para a sala!  E por coincidência calha sempre á mesma hora!!! O adormecer de um e no minuto seguinte, quando pensavas que te ias sentar um pouco no sofá, o acordar do outro… e agora o banho em dose dupla para não ter de andar atrás do mais pequeno que só quer é andar a passear por todo o lado… Tudo vale, é preciso é descontração ;)
Apesar desta correria, é maravilhoso vê-los crescer com tanto carinho um pelo outro e sinto que realmente a minha aposta foi certa. 
O fato de serem muito pequenos faz com que ambos necessitem constantemente de nós para alguma coisa e o nosso tempo não chega para mais nada. Temos de abdicar das nossas vontades, descansos ou desejos mas agora que ele fez um ano e começa a interagir mais é tudo muito mais calmo e as rotinas já estão tão mecanizadas que às vezes chego ao fim do dia e penso… eu fiz isto tudo hoje???
E quando um vai para casa dos avós? Aí é que tudo parece diferente, tomar conta de um é TÃO FÁCIL! Mas a casa fica vazia...
Amo demais os meus filhos, não abdicaria de um minuto sequer do stress passado pois eles dão-me muitos mais minutos de felicidade. Não consigo descrever como me sinto quando à noite os coloco na minha cama e eles se enroscam um no outro pra dormir agarradinhos antes de os colocar nas suas respetivas camas. É tão bom ver esse carinho! 
Quero dizer às futuras mamãs que esperam o segundo filho e estão em pânico a pensar como vão gerir a sua vida, que somos guerreiras e temos mais força do que pensamos, vamos buscar forças não sei onde nos momentos mais complicados e conseguimos tudo a que nos propomos, e para que isso aconteça basta amarmos. E o amor de um filho é a coisa mais maravilhosa do mundo!
E se ajudar, pensem o mesmo que eu pensei… Ao fim de um ano tudo vai fica diferente e mais calmo! E não é que é verdade!!! Será que está na hora de ir ao TERCEIRO???  ;) 




Por Mónica Sofia - Empresária, modelo, música e... MÃE ;)

Ser... avó!

Ser Avó é mesmo ser Avó e não “Mãe Duas Vezes”. Nada disso. Mãe só se é uma vez, para cada Filho/a. Que é Único, uma Obra-prima que veio de dentro de nós. Sempre atentos a qualquer sinal da cria, somos, em suma, os Guardiães da sua Felicidade. E quando esta falha sofremos de morrer, só de vê-los sofrer...

Ser Avó é olhar com orgulho para um “produto” maravilhoso dos nossos Filhos. Para o Filho dos nossos Filhos! Olhar com calma e em êxtase para os olhos, tão bem delineados e para aquelas rugazinhas tão expressivas, para as mãos, as unhas minúsculas… À espera que, apesar não nos terem acompanhado 9 meses no ventre, nos reconheçam como sua pertença, seu porto de abrigo, sua Família, enfim! E insistimos no ensinamento de palavras novas, com o VóVó misturado, como que da repetição, mais rapidamente consigamos ouvir a magia daquele chamamento.

E esse milagre perante os nossos olhos, a entrar casa dentro, permite-nos acreditar no sentido da Vida, em que nesta fase, eles são a nossa estória de encantar. Nós, que lhes contamos as mesmas de há séculos, mas adaptadas aos dias de hoje, talvez poupando-os aos grandes traumas, como o Bambi a ver a mãe a ser abatida, a avó do Capuchinho Vermelho a ser comida pelo Lobo Mau ou a Cinderela a ser maltratada pelas gananciosas manas e madrasta…
Aquece-nos o coração a pele macia dos nossos meninos/meninas, ver nascer os raciocínios, as perguntas, vê-los brincar e sentirem-se já donos do sítio dos brinquedos, na casa dos Avós. E arrumar depois! 

Acredito que podemos com o nosso exemplo e ensinamentos ajudar os nossos Filhos a educar os nossos Netos. Não creio no paradigma de que a educação é para os Pais promoverem e a nós, Avós, cabe dar guloseimas e fazer todas as vontades. Acho mesmo que nos devemos redimir dos erros de excesso de liberdades e de facilidades que tenhamos dado aos pais deles. Mea culpa!  
Somos a rede, os pára-quedas. Estamos prontos para os deixar voar, sem os deixar cair, na má-criação, na desarrumação, na falta de respeito. E eles agradecem. Agradecem sobretudo a consistência, a determinação! 

E é assim porque tanto os amamos. 


Olá, eu sou a "Matita" :)


Sou uma menina de Luz, tal como o meu mano Afonso e a mãe começa agora a descobrir os encantos e frufrús de todo um mundo novo de miminhos e “pirosisses”.
Este é o meu primeiro “girly dress”, mas muitos se seguirão. Quero ser uma miúda estilosa, feliz e muito amada. Já sou,sinto-o.
Vou-me chamar Matilde e o meu mano chama-me “Mana Matita”, acho que já fui batizada... enfim.
Que assim seja. Esta família vai agora ficar completa. Eu vou ser a bonequinha que faltava (convencida não?). O pai, a mãe e o mano vão ser o meu conforto. E eu gosto tanto...

Por: Mim (Rita Mendinha)


Sou madrinha!


Demorei algum tempo a escrever este texto pela complexidade da palavra: Madrinha.
Mesmo que o significado dela nos dicionários se traduza em proteção; acompanhamento; substituição na ausência de pais; testemunho real; tomar conta, a palavra Madrinha acarreta muitos mais poderes do que o simples fato de se ser, só por ser Madrinha de um pequeno ou grande ser.
Há momentos em que somos obrigados a iniciar o processo da reflexão, os pais nem sempre ajudam quando os seus ideais banalizam as nossas crenças e ambições, os amigos não nos prestam a atenção devida exatamente pela “seca” de conversa que o mundo da reflexão obriga e o mundo esta contra nós, definitivamente, nesse momento o papel da Madrinha até aqui representado através de prendinhas nos aniversários e afins, ganha história, a mesma história que teve peso na decisão de seres tu! A Madrinha! O amor de alguém que até pode nem ter grau parentesco, se torne da família! A Madrinha revela o “até que enfim, que alguém me ouve”! Os pais deverão pensar que por estas palavras lhes estou a retirar alguma condição, não, nada disso, sabemos todos pelo que passamos em jovens e sabemos também que havia sempre alguém, mais adulto que fazia esse papel e que essa pessoa era mesmo importante.
Sou deveras devota da minha Madrinha de seu nome Maria Arminda, foi nela que encontrei o “Meu Porto Seguro” e hoje presto-lhe aqui a minha homenagem, como sendo das pessoas com maior importância na minha vida e acreditem que a minha vida teve muita reflexão!
Sou Madrinha!
Madrinha do Miguel, da Filipa do Santiago e de ti meu pequeno Afonso Luz, “Cara de alguidar”, o meu sentimento não podia ser de maior orgulho, distinção e gratidão para quem depositou em mim tal tarefa! Ui…! Não te posso prometer nada, mas vou insistir para que aprendas o significado da palavra e a consigamos defender em cada encontro nosso.
Beijo-te.
Da Madrinha Bebiana Azevedo 




Ser Avó

Ser Avó é mesmo ser Avó e não “Mãe Duas Vezes”. Não há disso. Mãe só se é uma vez, para cada Filho/a. Que é Único, uma Obra-prima que veio de dentro de si. A quem exigimos tudo em nome de não hipotecarem o Futuro à sombra do que, na nossa opinião, não fazem no Presente. Em suma, somos os Guardiães da sua Felicidade. E quando esta falha sofremos de morrer, só de vê-los sofrer.
Ser Avó é olhar com orgulho para este “produto” maravilhoso dos nossos Filhos. Olhar com calma e em êxtase! Para os olhos, tão bem delineados e para aquelas rugazinhas tão expressivas, para as mãos, as unhas minúsculas…À espera que, apesar não nos terem acompanhado 9 meses no ventre, nos reconheçam como sua pertença, seu porto de abrigo, sua Família, enfim! E insistimos no ensinamento de palavras novas, com o VóVó misturado, como que da repetição, mais rapidamente consigamos ouvir a magia daquele chamamento.
E esse milagre perante os nossos olhos, a entrar casa dentro, permite-nos acreditar no sentido da Vida, em que nesta fase, eles são a nossa estória de encantar. Nós, que lhes contamos as mesmas de há séculos, mas adaptadas aos dias de hoje, talvez poupando-os aos grandes traumas, como o Bambi a ver a mãe a ser abatida, a avó do Capuchinho Vermelho a ser comida pelo Lobo Mau, a Branca de Neve a comer uma maçã envenenada pela bruxa má ou a Cinderela a ser maltratada pelas gananciosas manas e madrasta…
Aquece-nos o coração a pele macia dos nossos meninos/meninas, ver nascer os raciocínios, as perguntas, vê-los brincar e sentirem-se já donos do sítio dos brinquedos, na casa dos Avós. E arrumar depois! 
Acredito que podemos com o nosso exemplo e ensinamentos ajudar os nossos Filhos a educar os nossos Netos. Não creio no paradigma de que a educação é para os Pais promoverem e a nós, Avós, cabe dar guloseimas e fazer todas as vontades. Acho mesmo que nos devemos redimir dos erros de excesso de liberdades e de facilidades que tenhamos dado aos pais deles. Mea culpa!  
Somos a rede, os pára-quedas. Estamos prontos para os deixar voar, sem os deixar cair, na má-criação, na desarrumação, na falta de respeito. E eles agradecem. Agradecem sobretudo a consistência, a determinação! 


E é assim porque tanto os amamos. 


TEXTO: Clara Petra Viana