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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Bye bye sweet Peaches ;(

  

 Não era uma "estela galática" daquelas que se reconhecem nos 4 cantos do mundo, alguns provavelmente nem saberão à partida de quem falo, mas Peaches Geldof era, para além de apresentadora, um recente ícone de estilo em terras Britânicas, principalmente depois de ter "sobrevivido" a uma adolescência problemática e depois da maternidade a ter tornado uma "outra" mulher cheia de estilo, alegria e adepta de um estilo de vida saudável.

 

Eu, seguia-a, curiosamente, no instagram. Mãe estilosa, trendy, moderna e... real apesar de figura pública, era giro conhecer o seu dia a dia, que no fundo, até se parecia muito com o que eu vivo. Profissões parecidas, bebés de 1 e 2 anos e meio... ainda me chocou mais por esta "proximidade" virtual, de "onda" e de vivências parecidas;(

 

Sempre viveu sob a alçada da imprensa, era modelo, fashionista, ex-colunista da “Elle” inglesa, filha de Bob Geldof e Paula Yates e irmã de Pixie, figura também conhecida no mundo da moda.

(aqui, uma foto com a Mãe Paula, quando tinha a idade do seu filhote mais velho:)

 Peaches tinha 25 anos e deixa dois filhos, de 1 e 2 anos, frutos de seu casamento com o roqueiro Thomas Cohen. E "assim" se acaba uma vida que estava ainda agora a começar. Sim, porque ser Mãe, para ela, como para tantas de nós, lhe estava a abrir novos caminhos, a apresentar novas e únicas experiências, a mostrar que a vida são também e principalmente "Eles", mais do que tudo o que passamos ter vivido antes. Que pena...

Após uma perícia inconclusiva sobre as circunstâncias da morte da apresentadora de 25 anos Peaches Geldof, o jornal inglês The Sun divulgou nesta sexta-feira (10) que a socialite pode ter falecido ao lado do filho, Phaedra, de apenas 11 meses.

 

E basicamente é esta a razão desta minha crónica.

 

A sua morte é triste, mas como tantas outras. O facto de ser Mãe de dois bebés com idades próximas dos meus ainda me tocou mais, mas o fato, a ser verdade, que morreu ao lado de um deles, torna, para mim, esta descrição de morte um verdadeiro pesadelo. E acredito que para qualquer uma de vocês.

 

A última coisa que deveria acontecer a uma mãe. Morrer ao lado de um filho adulto, é uma coisa, até apaziguador, acho. É a lei da vida e uma pessoa de 20, 30, 40 anos, já consegue digerir esta tristeza e até poderá fazer algum sentido.

 

Mas uma criança? Um bebé?? Todas sentimos, que é suposto protege-los, estão sobre nossa alçada mesmo por isso, era suposto sermos o seu conforto e porto de abrigo certo... E esta morte vai fazer parte da História deste pequeno ser. Vai marcá-lo para sempre. Será justo?

 

A informação divulgada é de que uma vizinha teria encontrado o corpo de Peaches ao lado de Phaedra, que brincava junto à mãe. "Phaedra estava ao seu lado o tempo todo, mesmo quando ela estava "dormindo". Pelo menos há o conforto de saber que ela não estava sozinha quando morreu", declarou uma fonte da publicação.

 

Peaches teria sido encontrada pela vizinha pois após inúmeras tentativas de contatar a esposa ao telefone, o músico Thomas Cohen, marido da apresentadora, teria pedido a ela para que fosse verificar se estava tudo bem com Peaches e o bebê.

 

Ainda de acordo com a publicação, a vizinha lamentou a morte de Peaches e falou sobre o pequenino: "Ele (o bebê) é tão pequeno que esperamos que ele não vá se lembrar de nada. O mais importante é que ele está bem. É devastador para Tom não ter estado ali, mas não poderia ter evitado".

 

Sim... tudo isto é real.
Mas tudo isto é também o pior pesadelo de qualquer mulher. Pensem nisso. Não é??
A não terem sido efetivamente drogas - e se assim o for toda esta homenagem ficará em águas de bacalhau, porque não equaciono, em situação alguma, uma Mãe drogar-se com os filhos por perto- (uns especulam-no, devido à mãe de Peaches, ter morrido de uma overdose quando ela tinha 11 anos, mas a maioria e até as entidades competentes dizem não ter encontrado qualquer  substância ilícita no seu organismo, outros a uma dieta rigorosa feita à base de líquidos), sim... mas, ok, a não terem sido drogas, nem quero imaginar o que terá sido o momento final daquela jovem mulher, ao sentir-se mal (não sabemos bem como), estando com o seu bebé ao lado e não ter tempo nem reação para o proteger do que estava a acontecer...
Nem quero imaginar ou consigo compreender muito bem, como uma Mãe nova, bonita, aparentemente saudável, se vai assim, sem lhe ser permitido pelo Universo que a levou.. vir a vivênciar de perto, acompanhar o crescimento dos seus pequenos infantes... sem protegê-los deste momento assustador e avassalador (mesmo sem ele se ter apercebido por ser pequeno demais).
Ainda ontem, nem a propósito, falei neste tema ao meu marido. Algo que não apetece verbalizar, mas que uma estranha situação destas e com a visibilidade que está a ter, trouxe à tona e me está a revolucionar os sentimentos. Nunca queremos imaginar que vamos "faltar" aos nossos filhos. Mas a vida é uma roleta russa... E se!? "E se um dia eu desaparecer e eles forem pequeninos!?"...
 
Quanto a esta linda Menina-Mãe, só desejo que descanse em paz e que, se assim for o "depois" que acompanhe com Amor os seus filhos de lomge, como se estivesse perto... mas sei lá. Estou confusa, triste e imagino que a todas as famílias podem acontecer desgraças destas. Que karma, a de algumas. Que tristeza, que medo (ainda por cima, porque agora depois da sua morte surgem história mesmo mesmo assustadoras. Como ESTA AQUI...)



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