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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Mecânico de profissão cria aparelho para... ajudar no parto, que ajuda MESMO!!!

 

Mesmo com todos os avanços da medicina ao longo dos anos, o parto ainda é uma condição de risco para muitas mulheres. Principalmente para as que vivem em locais pobres e afastados, com médicos que não têm acesso às técnica necessárias para executar corretamente alguns partos de risco, por exemplo.

 

Na Argentina, em 2006, Jorge Odón, pai de cinco filhos e dono de uma oficina mecânica (lol), almoçava com seus colaboradores quando um deles disse que conseguia tirar uma rolha de dentro de uma garrafa vazia sem quebrar a garrafa. E conseguiu.

 

Na mesma noite, Odón acordou de madrugada e pensou: “e se a garrafa fosse um útero e a rolha um bebê?”.

 

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Com isso na cabeça, Odón procurou o amigo engenheiro Carlos Modena para conversar sobre a ideia que tinha tido. Mesmo com dúvidas e incrédulo, Modena foi com Odón visitar um obstetra. O médico, espantado, ficou maravilhado com a ideia de Odón e deu o aval para o início de uma sociedade para o desenvolvimento do produto.

 

Entre trocas de óleo, balanceamentos e ajustes de motor, os dois amigos fechavam-se no escritório para tentar tirar uma boneca de uma jarra de vidro. Com o tempo, encomendaram um útero de vidro a um artesão e prosseguiram com os testes, buscando cada vez mais aliados no campo médico.

 

Depois de muitas portas fechadas e muitos “nãos”, os dois seguiram em direção a um evento da OMS (Organização Mundial da Saúde) em Buenos Aires. Depois de muita insistência, conseguiram conversar com o doutor Mario Merialdi, médico italiano responsável pela Equipe de Reprodução Humana da OMS.

O encontro, que demoraria 10 minutos, levou duas horas. Ao final da reunião, Merialdi tornou-se o principal apoiador da ideia do OdónDevice.

 

O aparelho foi aprovado e passou a ser testado em 30 mulheres na Argentina. O próprio Odón supervisionou os partos e fez as alterações necessárias no dispositivo, que será produzido a um custo de U$ 50 pela norte americana BD(Becton, Dickinson and Company).

 

odon5

Odon-Device

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O aparelho imaginado pelo mecânico e aprovado pelos médicos reduz absurdamente os números de incidência dos três principais fatores de morte materna durante o nascimento: hemorragia pós-parto, infecções de útero e parto obstruído. O OdónDevice limita o contato do bebê com as mucosas uterinas, diminuindo o risco de transmissão de doenças venéreas, como o HIV. Reduz também o número de cesarianas, procedimento caro e utilizado totalmente sem critério em países subdesenvolvidos.

 

Dêem uma olhada no vídeo abaixo para entender melhor estaa estranha mas eficaz técnica:

 

 

Rosa vs Azul. Que impressionante o que o "mundo nos vende"...

A fotógrafa sul-coreana JeongMee Yoon começou seu projeto “The Pink and Blue Project”depois que percebeu que sua filha, então com 5 anos, queria vestir-se e brincar exclusivamente com roupas e brinquedos da cor rosa.

 

Isso fez com que ela desse conta do poder que o marketing tem na difusão do gênero específico, não abrindo margem a quaisquer novas possibilidades, o que faz com que rosa seja para meninas e o azul para meninos. (a vantagem de ter, como eu um menino e uma menina... é que começa a haver lugar a muitos verdes, amarelos, laranja... cores que não se colam só à sexualidade dos babies)

 

Para mostrar essa disparidade e evidenciar o quanto isso reflete no entendimento de identidade dos pequenos, a fotógrafa começou a registrar os quartos de crianças sul-coreanas e americanas posando com tudo que tinham na cor rosa ou azul. O resultado está nas fotos abaixo e é impressionante:

 

Alexandra and Her Pink Things_m

Dayeun and Her Pink Things_m (1)

Ethan and His Blue Things_m

Hojun and His Blue Things_m

Jake and His Blue Things_m

Kara and Her Pink Things_m

Sehyun and Her Pink Things_m

Seowoo and Her Pink Things_m

Steve and His Blue Things_m

Sunjae_Seungjae and His Blue Things_m

Yeachan and His Blue Things_m

Lola and Her Pink & Purple Things_m

Jimin and His Blue Things_m

Emily and Her Pink Things_m

Jeeyoo and Her Pink Thing_m

 

5 crianças que foram criadas por animais...

Estranho, muito estranho mas real, apesar de tudo...

 

Hoje trago-vos 5 história de criannças que, por uma ou por outra razão, foram criadas por animais não racionais. Elas não tiveram o apoio e a criação de pais humanos, e foram “adotadas” por animais que passaram as considerar como membros do grupo.

 

 

Uns porque foram abandonados, outros porque fugiram ou se perderam.. são histórias tristes mas verdadeiras e que nos alertam, a nós , pais e mães.

 

Estes casos, além de despertarem, obviamente grande curiosidade e levar à criação de lendas, levantam uma questão:

 

Seremos nós, resultado exclusivo dos nosso genes, ou as experiências  sociais que vivemos determinam o nosso comportamento?

 

Pensemos sobre este tema conhecendo alguns casos que separamos de crianças criadas por animais, ao longo dos últimos anos e em todo o mundo:

1. Oxana Malaya

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Filha de pais alcoólicos, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, a viver num canil no quintal da casa da família em  Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia.

 

Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos.

 

O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. As suas reações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foi encontrado nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão.

 

Ela só sabia dizer “sim” e “não” quando ela foi resgatada. Quando foi descoberta, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas . Ela tinha sido privada de estimulação intelectual e social, e seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia.

 

Quando foi encontrada em 1991, mal conseguia falar.

 

Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães.

2. John Ssebunya

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Depois de ver sua mãe a ser assassinada pelo seu pai, um rapaz de 4 anos, chamado de John Ssebunya fugiu para a floresta.

 

Ele foi encontrado, em 1991, por uma mulher chamada Millie, integrante de uma tribo de Uganda. Quando foi visto pela primeira vez, Ssebunya estava escondido em uma árvore.

 

Millie voltou para o vilarejo onde vivia e pediu ajuda para resgatá-lo. Ssebunya não apenas resistiu como também foi defendido por sua família adotiva de macacos.

 

Quando foi capturado, o seu corpo estava coberto por ferimentos e seus intestinos infestados por vermes.

 

No começo, Ssebunya não sabia falar e nem chorar. Depois, ele não apenas aprendeu a falar como, também, aprendeu a cantar, tornando-se parte em um coral infantil chamado Pearl Of Africa (“Pérola da África”).

 

Ssebunya foi tema de um documentário produzido pela rede BBC, exibido em 1999.

3. Madina

madina

 

 

Acima, a menina Madina. Abaixo, sua mãe biológica.

 

O caso de Madina é parecido com o primeiro aqui mostrado – ela também era filha de mãe alcoólica, e foi abandonada, vivendo praticamente até seus 3 anos sendo cuidada pelos cães.

 

Quando foi encontrada, a menina sabia somente 2 palavras – sim e não – e preferia comunicar como os cães.

 

Por sorte, devido a pouca idade, a menina foi considerada física e mentalmente saudável, e acredita-se que ela tem todas as chances de levar uma vida relativamente normal quando crescer.

4. Vanya Yudin

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Em 2008, em Volgogrado, na Rússia, assistentes sociais encontraram um miúdo de 7 anos de idade que... vivia entre os pássaros.

 

A mãe da criança, tinha-o criado dentro de um apartamento minúsculo, cercado por gaiolas de pássaros e alpista.

 

Chamado de “menino-pássaro”, a criança era tratada como ave pela sua mãe – que jamais falava com ele.

 

A mulher não agredia a criança e nem deixava com que ela passasse fome, mas deixou para os pássaros a tarefa de ensinar a criança a falar. De acordo com o jornal Pravda, o menino piava ao invés de falar e, quando percebia que não estava sendo entendido, começava a abanar os braços do mesmo modo que os pássaros batem as asas.

5. Rochom Pn’gieng 

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A chamada "Garota da Selva" é uma mulher cambojana que emergiu da selva naProvíncia de Ratanakiri , Camboja em 13 de janeiro de 2007.

 

Uma família de uma vila próxima alegou que a mulher era sua filha de nome Rochom Pn’gieng (nascida em 1979) com 29 anos de idade que havia desaparecido 18 ou 19 anos antes.

 

Ela chamou a atenção internacional depois de sair suja, nua e assustada da selva densa da Província remota de Ratanakiri no nordeste do Camboja em 13 de janeiro de 2007.

 

Depois que um morador reparar no desaparecimento de alimentos de uma caixa, ele demarcou a área, localizou a mulher, reuniu alguns amigos e apanhou-a.

 

 

Ela acabou por ser reconhecida pelo seu pai, o políciaKsor Lu, por causa de uma cicatriz nas costas. Ele disse que Rochom P’ngieng ficou perdida na selva cambojana com a idade de oito anos quando pastoreava búfalos com sua irmã de seis anos de idade (que também desapareceu).

 

Uma semana depois de ser descoberta, ela apresentou dificuldades para seajustar à vida civilizada. A polícia local informou que ela só foi capaz de dizer três palavras: “pai”, “mãe” e “dor de barriga”.

 

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A família assistiu Rochom P’ngieng o tempo todo para ter certeza de que ela não fugiria de volta para a selva, como ela tentou fazer várias vezes. A sua mãe tinha que vesti-la vezes e vezes sem conta porque ela tentava despir-se.

 

Em maio de 2010, Rochom P’ngieng fugiu de volta para a selva. Apesar do empenho nas buscas, não conseguiram mais encontrá-la.

 

O que as crianças dizem do Mundo!!


Desde sempre que as crianças nos conquistam a nós, adultos, porque carregam consigo uma ingenuidade e inocência que somos obrigados a abandonar quando crescemos...


Talvez por isso, eu tenha achado tão fantástico e tão simples esse projeto desenvolvido pelo professor colombiano Javier Naranjo, que passou 10 anos a compilar definições dadas pelos seus alunos , tentando explicar algumas palavras do quotidiano, enquanto trabalhava em diferentes escolas do estado de  Antioquía, região rural do leste desse país.


O dicionário virou o livro “Casa das estrelas: o universo contado pelas crianças“, uma obra que traz cerca de 500 definições para 133 palavras, de A a Z,  e que surpreendeu ao se tornar o maior sucesso da Feira Internacional do Livro de Bogotá, no final do mês de Abril deste ano.

Vejam algumas definições cheias de sabedoria e poesia criada pelas crianças. Servem para fazer  rir, chorar, refletir, entender ou.. simplesmente deixar-nos levar de novo ao sentir de criança que todos nós acabamos por ainda ter em nós mas que a "vida real" nos vai fazendo esquecer ao longo que os anos passam :





















O professor Javier Naranjo e alguns de seus alunos.

Cerveja sem álcool (preta) na gravidez e amamentação?




O que acham disto? Será verdade?
Bem, eu fui de manhã ao supermercado e comprei duas... a ver.
Comprei pretas, porque também já li algures que o malte de cevada ajuda a produção de leite (no entanto, também já me disseram que é mito, mas como é sem alcool, mal não me há de fazer).

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“Ao observar a ação da cerveja sem álcool no organismo de 80 grávidas, pesquisadores espanhóis concluíram que a bebida melhora em até 30% a capacidade antioxidante do leite materno.

Um estudo feito pelo Hospital Doutor Peset e pela Universidade de Valência, em Espanha aponta que cerveja sem álcool pode aumentar em até 30% a capacidade antioxidante do leite materno. A pesquisa, iniciada em 2008, estudou 80 grávidas saudáveis, de diferentes origens e hábitos e cujos bebés nasceram com o peso adequado para sua idade de gestação.


Para chegar aos resultados, pesquisadores deram a 40 dessas mulheres o equivalente a uma garrafa long-neck de cerveja sem álcool diariamente. No fim, descobriram que houve aumento na capacidade antioxidante do leite delas, o que beneficia não só a mãe como o próprio filho.

A pesquisadora e chefe de Pediatria do Hospital Doutor Peset, Pilar Cardoner, afirmou que o objetivo é demonstrar que a ingestão de um produto rico em antioxidantes como a cerveja sem álcool pode "modificar a capacidade antioxidante do leite humano", e com isso reduzir o risco de doenças cardiovasculares nas crianças.

O estudo aconteceu graças a colaboração entre o Hospital Doutor Peset e o Centro de Informação Cerveja e Saúde, entidade de caráter científico que fomenta a pesquisa sobre as propriedades nutricionais da cerveja e sua relação com a saúde.”

Como acalmar um bebé em 10 segundos!






Ao tentar encontrar uma solução milagrosa para acalmar o choro das cólicas da minha baby, eis que me deparei com este vídeo que, primeiro me pareceu uma patetíce e, depois de pesquisar, me fez tanto sentido que tive que partilhar com vocês.

Chama se "barulho branco" a um tipo de ruído produzido pela combinação simultânea de sons de todas as frequências. O adjetivo branco é utilizado para descrever este tipo de ruído em analogia ao funcionamento da luz branca, dado que esta é obtida por meio da combinação simultânea de todas as frequências cromáticas.

Basicamente,  é o som que os bebés ouvem no útero humano!!!






Eureka!!! Os bebés acalmam com este género de som, o que tem toda a lógica do mundo certo?

Bem, basicamente, o som do utero materno assemelha muito a um secador, ou por exemplo ao barulho de um canal de televisão quando não apanha nenhum canal, sabem? E olhem que pelo que li, tudo isto é comprovado cientificamente, ah pois é...

Ah, e reparem na boquinha do bebé a abrir e a fechar quando acalma. Sabem o que é? A simulação dos movimentos que fazia na barriga da mamã ao engolir líquido amoniótico. 

Só que, eu não sabia nada disto e fiquei impressionada com a “novidade”... Curioso não?

Vão experimentar ou não pessoal? Eu acabei de o fazer e (coincidência ou não...) a pirralha parou de choramingar e voltou logo depois ao queixume quando eu desliguei o espécime eléctrico. Ele há coisas....

Ora vejam lá o video: Como acalmar um bebé em 10 segundos

Capa do ano 2011


Não se espantem. É uma montagem. Mas está tão bem feita que tive que partilhar.

Esta capa da revista New York foi eleita a Capa do Ano de 2011 por editores de revista americanos, que promovem um concurso anual para escolher a melhor dentre as capas das principais revistas do país.
A foto de capa mostra uma senhora já idosa grávida, com a pergunta: “Ela é velha demais para isso?” Trata-se de uma foto que foi feita usando uma almofada para simular a barriga e uma excelente cobertura parecida com a pele. Ficou tão bom, que eu me perguntei por mais de um momento se a foto era real.

Brutal não acham? A técnicaa e também o tema que nos faz a todos/as pensar? Seria/será ou não correto ser mãe na terceira idade?