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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

O famoso vestido da net e a violência contra as mulheres...

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Mulherada linda (somos todas, seja em que condições for...) hoje apeteceu-me escrever sobre um tema que anda na ordem do dia. Não que aconteça mais (pelo menos eu não creio nisso), mas que cada dia que passa tem mais tempo de antena nos nossos meios informativos.

A violência contra as mulheres. De facto, a pior falta de humanidade, carácter que um homem ou de quem quer que seja que a pratique.

 

 

Muito se tem falado sobre as dores (fisicas e psicológicas) destas mulheres, muitas reportagens na 1ª pessoa têm sido exibidas, muita revolta e dor de estômago ao vê-las, ao imaginar que muitos destes calhoradas estão impunes... mas hoje não falo disso, falo da associação de um dos fenónemos das últimas semanas, a esta causa.

 

E sabem que achei mesmo incrível? Lembram-se a história chata do vestido "azul e preto" "branco e dourado" que intupiu as redes sociais? Pois... vai dái surgiu esta ideia. Agarrar nesta "coisa mundana e fútil", transformando-a em mais um "grito" contra a violência doméstica.

 

A ideia: Usar o vestido, junto com o hashtag #thedress para fazer uma campanha contra a violência doméstica e a violência que as mulheres tanto sofrem.

 

No anúncio a mulher aparece com ematomas, mas mais do que isso... envergando com o "famoso"  e chique vestido, com um ar triste e distante, tão comum ás vítimas de violência...

 

Golpe de génio, não acham?! Boa maneira de passar uma mensagem bem mais importante do que a cor do vestido. Pena que não tenha sido assim desde o início.. mas nunca é tarde para contornar as coisas.

 

A campanha partiu do Exército de Salvação de África do Sul e alerta para o seguinte: " A única ilusão é se pensares que isto é escolha dela. Uma em cada 6 mulheres é vítima de violência doméstica. Parem os abusos contra as mulheres”


O viral normalmente é "parvo", mas quando  se utilizam  estes fenómenos para chamar a atenção para algo útil ou importante, aplaudo de pé. E eu como mulher, só me podia orgulhar mais desta ideia e desta forma de chegar às pessoas.