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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Depois de 11 dias sem eles, voltar foi assim...

Ainda me faltam dois posts acerca da viagem-maravilha, mas antes de os lançar, apetece-me hoje(aliás é algo tão visceral que preciso falar disso), contar-vos acerca dos sentimentos do reencontro e no fundo também dos da ausência.

 

Estive 11 dias fora. E com isto, claro que, para além das fotos alegres e coloridas que tenho andado aqui a postar... este tempo mexeu comigo. E presumo que também com eles, com os meus filhos. Foi a primeira vez que me ausentei por tanto tempo, mas no fundo acho que o impacto que teve neles também se atenuou, devido ao fato de eles serem muito independentes e passarem temporadas, um com o pai desde sempre e a outra também com o pai e avós, quando eu pontualmente ando a trabalhar por aqui ou por ali naqueles fins de semana maratonistas a "fazer piscinas" pelo país a fazer eventos e gigs (para quem não conhece, é a gíria dos djs para concertos ou espetáculos). Pronto, até me sinto, com isso menos "culpabilizada", vá lá...

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Há mães, amigas ou conhecidas que me dizem que em 3, 4, 5 anos da criança, nunca ela (por falta de apoio familiar ou por opção própria) nunca os seus filhos dormiram fora de casa ou longe delas. Eu acho que isso é um exagero e que os torna "mother-dependentes" em demasia, mas cada um sabe de si e dos seus. Eu sei... é que tive muitas saudades. Mas soube geri-las bem, até... E acho que é esse o meio termo de que quero aqui falar.

 

Sim, enquanto por "lá" andei, pensava umas 10 vezes ao dia se teriam dormido bem, ido à escola, comido como deve ser, se andariam a fazer birras, a quem se estariam apegar, nesta minha ausência (ai, os ciúmes de mãe.... ;))... mas depois acreditava que as más noticias correm depressa e como quase todos os dias falava com um ou com o outro (que muitas vezes nem queriam falar, só grunhir, cantar ou refilar, claro!!)... E pronto, lá seguia eu... rumo a uma mulher mais feliz, a ver os meus rios, as conhecer as minha pessoas, a viver as minhas cidades, a comer os meus petiscos. Aquilo que as pessoas, fazem, no fundo,  geralmente nas férias. 

 

E assim foi correndo... até... bem... acho que até 2 dias antes de chegar. Dizem que o final custa sempre mais e custa sim, nem vos digo nada. Saia eu de Praga, rumo a Berlim, uma cidade de queria conhecer há anos, saia eu, num misto de ansiedade para chegar à dita cuja e vontade que o fim de semana passasse rápido para voltar a "aterrar" não só na minha terra (se bom viajar mas voltar sabe tão bem...) , mas mais ainda na minha família. Estranho o ser humano... eu que consegui, durante uma semana inteira controlar esses ímpetos de mãe galinha, obsessiva e preocupada, andei a contar os minutos cá de mim para mim... para que o fim de semana passasse e a verdade é que acho que por isso não me apaixonei assim tanto por Berlim como poderia ter apaixonado, se estivesse "liberta" destas lamechices maternais... (pronto, lá terei eu que lá voltar um dia destes ;))

 

Cheguei. Finalmente. 2a feira, pelas 15 horas. O Hugo foi-me apanhar, fui a casa deixar as coisas e dar uns "miminhos" ao rapaz, porque sim, quando se têm dois filhos super absorventes, temos que encontrar assim o nosso espaço entre horas de apanhar e levar as criancinhas e dar banhos e aturaebirras, se é que me percebem lol... Falta de privacidade é sinónimo de amar os filhos e compreender as suas exigências, nesta sua fase inicial de vida, não concordam? Mas os pais também têm necessidades anyway ;) Pois bem... depois de ... hummmm... ir tomar duche a casa, ele voltou ao trabalho e eu.. corri, ou antes, acelarei para eles. Primeiro segui para apanhar o Afonso na escolinha dele, depois a Matita.

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Ia nervosa. Agora sim, começava a sentir que o peso da ausência, podia tê-los perturbado realmente, sabia lá eu. Principalmente a Matide Estrela, que ao compreender ainda pouco do que lhe explicámos (avião- vrummm- mãe- até já- viagem... e tal e tal..:)), podia revoltar-se com o fato de eu não ter estado por cá "tanto" tempo...E pronto... ia com tanto nervoso miúdinho que parecia mais que ia para um encontro amoroso.

 

E pronto... fato consumado. Vamos lá, avançar para os reencontros e rezar para que corra tudo bem e eles não estejam armados em "putos destabilizados":

 

Abre-se, então, a porta da sala de aula do primeiro... que me recebe bem, sim senhor.. mas como se me tivesse visto ontem. Na "boinha" mesmo. Estranhei, mas, claro, entrei na onda. Beijinhos e abracinhos, mas no fundo os que me dá diariamente. ok.. fiquei um pouco confusa mas deixei andar. Achei que era sinal de que estava tudo nos conformes. E estava. Seguimos ambos a falar das trivialidades da vida, do avião, da tia que está em Praga, dos "Invisimals", das comidas da escola... E lá fomos os dois, como sempre, buscar a mana, ao outro lado da avenida.

 

Subimos as escadas e a Matita Estrela, mal me viu, largou os seus importantes a fazeres (brincava de cozinheira a um canto).. correu para mim com o sorriso mais aberto do mundo e deu-me um xi-coração do tamanho do caminho da minha viagem pela Europa. E olhem que ainda foram muitos quilómetros... Não estava zangada afinal. Longe disso. Ufff... respirei fundo. Estava tudo ok.

 

Fomos os três para o carro e antes de ir para casa, decidi aproveitar o dia maravilhoso ( estavam 28 graus em Lisboa e eu vinha de 13... em Berlim..) e brincar com eles no parque. E foi aí que percebi que tinha voltado efetivamente a casa e aos meus filhos. Começaram as teimosias, as ciumeiras um do outro, as lutas por subir para o escorrega primeiro...o normal, portanto.

 

Observei-os um pouco mais de longe e agradeci ao Universo tê-los, mesmo com birras e afincas-pés, agradeci ter para quem voltar depois de conhecer um pouco mais do mundo, agredeci as olheiras que eles me dão (mesmo que refile tantas vezes delas) e as aprendizagens que me proporcionam ao ter que lidar com as partes "mais difíceis" de crianças saudávelmente insolentes.. sim, porque essas são as que nos fazem crescer. Agradeci, ter uma família linda e saudável. Agradeci à vida, as experiências tão diversas. Um dia viajante solitária de mochila às costas. No dia seguinte, Mãezona orgulhosa das suas crias.

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E pronto... nunca pensei que o (re) encaixe fosse tão rápido e natural. Mãe pensa demais é o que é. No mesmo dia voltámos ao banho de "piscina" ( banheira cheia de água e brinquedos para os dois e a mãe na coordenação possível da coisa), aos "dramas" do "quer-não quer" jantar, às dificuldades para os meter na cama.. e voltámos também às risadas, às brincadeiras, aos desenhos e histórias antes de dormir, às palhaçadas, à felicidade de cada evolução natural de cada um deles.. Ficaram entusiasmadíssimos ao ver os souvernirs e prendinhas que trouxe e... back to real life!!

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 Cheguei. Fui e vim. Eles são os mesmos, um pouco mais "pessoinhas" ( sim, não acreditam os pormenores que me pareceram diferentes com 11 dias "fora deles"). Eu... sou uma pessoa mais rica. E pronto, ok... muito mais cansada lol, assumo, porque me diverti à barda, nas férias, mas descansar que é bom... nada de nada, essa é que é essa. E a diferença de antes de ser mãe, é que agora não tenho 2 dias para dormir até recuperar os sonos. E então? Olha, e então, nada! É assim a vida. E a vida que gosto e quero e escolhi. Já estamos todos juntos. Já está tudo bem. E eu tenho mais uma viagem para a vida, na mala das memórias. Happy! Parece-me agora, já mais de longe, que tomei a opção certa e que... Quem volta de onde nunca saiu tem o seu lugar à sua espera para sempre. Obrigada meus filhos.

 

Uma mãe que viaja sozinha...

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Está quase quase. Faltam 3 dias para a minha viagem.

 

A minha irmã Mariana está em Praga a estudar e eu... vou ter com ela. Já há uns tempos que ando no "vai-não vai" mas ela volta daqui a dois meses e não queria mesmo perder a oportunidade de conhecer a cidade e mais ainda... de usufruir de uns dias "à antiga"... Sim, "à antiga"... uma semana onde a simplicidade, as relações humanas, as experiências, os locais vão ser o principal, uma semana em que abdicarei do conforto dos Hotéis "xptos" e dos restaurantes da moda, uma semana a dormir na residência universitária onde ela está e onde as companheiras terão 24 (a mana) e 29 anos (a nossa amiga que foi há dois dias também, antes de mim)... e eu vou, por tudo isto agarrar nos meus 38...e metê-los na sacola... ahahha... para ver se consigo entrar a 100% na onda delas.

 

Hoje apeteceu-me contar o que me vai na alma e tentar sublinhar o que uma viagem (e o seu significado em certas alturas da vida) podem fazer por uma pessoa. Isto, porque o que parece básico e simples para uns (os que não tem ligações familiares fortes como as que tenho e vivem a vida com aquela sensaçãozinha de existência nómada, que por um período de tempo pode ser tão boa...) ou para outros... completamente impossível (algumas mães de filhos pequenos já me olharam de soslaio e disseram coisas como" meu Deus!! Como consegues ficar longe dos teus filhos tantos dias!?"....). E eu, como (quase sempre) posiciono-me no meio. Meio termo.

 

Sou Mãe mas ainda Mulher, mais ainda Pessoa ( e quantas vezes, nós mães de pequenos pirralhos, nos esquecemos disso). E não viajo para fora do país... acho que... hummm.... há 4 anos será isso? Bem, não nos esqueçamos que me ausento muitos fins de semana para eventos e "gigs" aí pelo país fora e por isso sair em lazer é quase coisa proibida, já que acabo por "gastar os cartuxos" para ir ganhar tostãozinho e palmilhar kilómetros por este Portugal dos pequeninos.. enfim... mas viajar para conhecer um novo país... não o faço desde que fui a Cabo Verde (e aqui entre nós, com memórias não muito felizes.. grrr...).

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Vou. E vou com mais vontade ainda, do que antes de ter filhos e a vida mais "condicionada". Se é que me entendem... porque a verdade é que damos sempre mais valor quando não temos. E agora, ao invés da minha vida há uma década atrás, vivo bastante limitada às rotinas familiares e profissionais e apesar da vida que transmito para fora, poder parecer um pouco mais "sui generis" do que a das mães com profissões mais normais, devido às minhas atividades de Dj e Rp, a verdade é que a disponibilidade não é a mesma, nunca mais foi, não é assim tão diferente das outras mães. Nem pelas efetivas obrigações, nem pelo que o coração me diz, e que é: "Não te consegues afastar para muito longe... nem durante muito tempo"... E assim, a ordem tem sido cumprida...

 

Mas a verdade é que há momentos em que nos faz bem voltar à nossa essência, à "Pessoa" que somos (e às vezes sentimos que "fomos"), deixar de ser  "A Mãe de".. . e ganhar de novo identidade, nome, carateristicas, enfrentar os nossos medos, abraçar os nossos sonhos... nem que seja por uma semana, numa outra cidade, a forçar a nossa energia para aproveitar todos os minutos e momentos ( sim... porque tenho a sensação que vou estar sempre cansada a tentar acompanhar o ritmo das "miúdas"... ou não, vamos ver....) e principalmente a permitir-nos descobrir. Redescobrir quem somos e o que gostamos de verdade (para além da nossa Família). E assim vai ser. Lembro-me de ver algures uma frase de alguém que dizia: "Eu não preciso de um psicólogo, só de uma boa viagem!". E assim, desta feita, lá vou eu fazer terapia.

 

Se não vou morrer de preocupação e saudades? A primeira felizmente não. Dentro dos "senãos" da minha vida, uma das grandes sortes que tenho é confirar de olhos fechados em ambos os pais dos meus filhos. O Afonso vai ficar com o Pai Roger (que está todo entusiasmado em ficar com ele uma semana e tal) e a Matita manter-se-á em casa com o Pai Hugo nas suas rotinas normais ( mas... sem mim! aiiiii!!!). Sei que são atentos e os meus filhos estão muito habituados a estar com eles. Ah... e na 4a e na 6a feira, manterão a rotina da natação juntos... o que também me apazigua por saber que se vão ver e matar saudades um do outro.

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E as minhas saudades? Ui.. isso claro que sim, a cada coisa gira que vir, situação engraçada que viver,  cada noite que me deitar na almofada... sim.. vou tê-los sempre na cabeça e no coração.. mas sabem que mais? Mães felizes e resolvidas, fazem filhos felizes.. e eu acho que vou acrescentar um bocadinho mais de felicidade à minha pessoa com esta viagem e companhias que adoro.

 

Praga, Cracóvia, Budapeste, Berlim... vamos correr as "capelinhas" e voltarei com muito que contar, garanto... e com muitas prendinhas para os meus Mendinhos todos. Muitos beijinhos. Muitas saudades e mimos. Muitas aventuras e... a certeza de que ser uma boa mãe é... dar o exemplo que consideramos certo aos nossos filhos. Sermos nós mesmos, baseados no que conhecemos do mundo e das diferentes culturas que o povoam, é, entre outros principios, o que acredito ser correto passar-lhes como testemunho. E esta semana e meia (a minha primeira viagem sozinha desde que eles nasceram) vai fazer parte dessa minha história e caminho. Algo que acredito, que eles se orgulharão um dia, quando forem mais crescidos.

 

Não viajo para fugir da vida. Viajo para a vida não fugir de mim....

 

O dilema da Mãe separada: as férias grandes dos filhos... aiiiii....

Bem então é assim, a tentativa de explicar "isto".

 

O Afonso Luz vai amanhã de férias com o Pai João. 15 dias! 15 inteiros dias sem mim ;( Mas pronto, tem que ser, não é? Faz parte, Farto-me de me dizer isso a mim mesma. Mas uma coisa é a minha consciência, outra coisa é o meu coração... Estou que nem posso. Dizem que são sentimentos destes... que fazem de uma pessoa Mãe. É não é?

 

Vai daí, que como a semana anterior andei em "andanças das músicas", a trabalhar. Pelos Alentejos, pelos Algarves e, apesar deles no coração... 5 dias andei sem eles fisicamente, Cheguei na 2a feira à noite e...e.. apercebi-me, que o meu Caracol Douradinho, iria para as suas férias com a outra família... daqui a 4 dias!! Ai, que dor no coração. Peguei nele e na mana.. e estamos então, por isso (não só... mas também) nas nossas férinhas flash, na casa da avó Clara que tem piscina e é pertinho da praia. Foi o que "arranjei" assim de repente e de coração.

Sabem o que me consome juntamente com a ideia das saudades? O fato de sentir que ele e a mana não permanecem tempo suficiente juntos. Ou pelo menos, o tempo que eu gostava, que acho que eles necessitam para criar laços fortes. Muita gente, me diz preocupada demais, me garante que "eles", os pequeninos, são mais adaptáveis do que nós às diversas situações, que a relação é inabalável, estejam juntos todos os fins de semana ou fim de semana sim, fim de semana não...

 

Anyway... os miúdos que só tinham férias marcadas na escolinha a partir da segunda quinzena de Agosto, foram rapatados por mim e temos andado inseparáveis os úlimos dias. O trio invensível! Os três mosqueteiros. Inseparáveis (ai quem me dera não ter que me preocupar com as coisas mundanas e dedicar-me a este Amor mais e mais e mais tempo... porque segundo dizem.. ele voa.. e "amanhã" eles já terão 18 anos...).

               

Quando tive este flash, passei, então tudo para segundo plano (reuniões, blog, agendamentos de dj e de reuniões, amigos a telefonar...e o facto de sentir que tenho que estar ligada a tudo 24 horas por dia...) e eles, a piscina, a praia, os jogos, as petiscadas, os parques e jardins da zona,as leituras e histórias as passeatas e claro, pronto... um bocadinho de bonecos e tablet ao fim do dia ( os miúdos ainda são mais viciados que nós...) e... assim tenho enchido o meu coração e.. cansado a minha beleza... lol... Sim, que estar com os dois, com os seus caprichos, birras e ciumeira um do outro, também não é pêra doce, acreditem(as noites têm sido difíceis e os dias exaustivos) Se é compensador? Nem vos consigo explicar o quanto.

               

Amanhã o meu Afonso vai e a minha Matilde fica. Metade do meu coração vai murchar, mas não posso também deixar que ela se aperceba. Se esta é a situação ideal? A que eu teria escolhido? Não. Mas todos fazemos o melhor, eu sei. Mãe, pai, avós, padrasto e madrasta. Todos damos o nosso melhor para que as nossas crianças sejam felizes, disso tenho a certeza.

 

Só espero ir tendo a coerência para resolver na vida com sorrisos, o que o coração chora. A minha preocupação com a Matita é a adaptação ao "está-não está" do irmão... a minha preocupação com o Afonso é a de se conseguir "posicionar" em ambas as famílias que são diferentes em rotinas, formas de estar, interesses... e que tudo isso o torne um menino mais forte.

 

Ter filhos de pais separados é duro. Mas nao há nada a fazer, a não ser "entrar no jogo". O que interessa são eles, os miúdos. Pode parecer clichet, mas os clichets são isso mesmo... realidades que não podem ser senão essas. E a verdade é que ter filhos de um pai que vive connosco ( e por isso o filho tambem a 100%) e de outro, cuja vida é outra completamente à parte ( e por isso ter que dividir o tempo com essa família) ainda sublinha a preocupação e tentativa de fazer "tudo certo" se é que isso será alguma vez  possível. Pelo filho número 1 e pelo filho número 2. Cada um pelas suas razões. Cada um pelas mesmas razões.

 

Bem, amanhã é sexta feira, dia 15. Começam as duas semanas de "pai". Sei que ele vai gostar. Mas sofro (mais que ele, de certeza) pelas noites, pelos pesadelos, pelas manias que conheço e não sei se eles sim, pela constipação que ele já leva, pelos perigos dos mares e das piscinas e dos roubos e gentes más por aí nas ruas, fora do meu alcance e longe dos meus braços e conforto.. mas... mas... não há mais mas... não pode. O politicamente correto é este. O sentimento verdadeiro é a de que ter filhos de pais separados é uma grande merda... E pronto. É "isto".

 

Bora lá continuar a viver... mesmo de coração apertadinho ;(

 

E amanhã aproveitar ainda o dia com os meus dois bebézões bem juntinho a mim. Tem sido uma semana maravilhosa ;)

 

 

A "Existir" há coisa de 37 anos ...

Revejo os meus filhotes no Bebé que fui... 
Numa viagem que começou pela mão destes dois "putos", que com 21 e 23 anos, decidiram fazer de mim a "obra prima" deles... 
Apesar dos defeitos, ajustes e acertos de Vida, alma e caminho... Espero não os ter desiludido.
Nem que seja porque dou o melhor de mim todos os Dias .

Sim, porque mesmo nos dias menos bons, a minha máxima de Vida é tentar ser ... "Happy Everyday" !

Parabens a mim. Por ainda querer sorrir e passar isso aos outros 
 
A "Existir" há coisa de 37 anos ...