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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

O nosso novo cantinho da psicologia infantil

 

Porquê este novo espaço no blog?

 

Porquê dar tanta importância à Psicologia na Infância e na Família?

 

Vamos discutir ideias....É para isso mesmo que este cantinho serve.

 

Sentem-se e ponham-se confortáveis. Eu partilho a minha ideia e ouço-os a seguir.

 

Partilhem comigo também enquanto se servem do chá e da manta que este tempo está bom é para conversas quentes no sofá .

Pois bem, começo eu...

 

A mim, a Família é algo que sempre me fascinou e o interesse não tem passado com o decorrer dos anos. Não tem, não. Tanto, que eu própria comecei a construir a minha.

 

A Família parece ter um mundo misto e por vezes confuso: afetos e carinho em construção por um lado e por outros,pimba! Tudo a descambar , sem avisos, ao som de  gritos, rupturas e zangas. Estranh o, não é? Talvez até contraditório, para os mais distraídos.

Pois é.. A família é o primeiro  lugar onde a criança aprende aquilo que ela virá a SER.

 

 É onde aprende a amar e a ser amada; a respeitar e a ser respeitada; a entender o que é a compreensão e a empatia;  a construir relações. Ou não. Ou aprende outras coisas. A Família é o porto seguro e o abrigo de uma criança. Assim o deverá ser.

 

É aqui, no meio da família, no  meio do que vê e do que  vive que ela se constroí. É um poder grande o da Família, não é? Mais outro aspeto que me fascina e intriga . Mas as famílias felizes, não são dois mundos contraditórios, mas sim um espaço onde todos podem falhar e aprender com os erros cometidos. E onde o único poder utilizado é o do amor  ao serviço da educação.

 

Nós queremos famílias felizes, pois queremos!  Sabemos que famílas felizes são a base de uma sociedade saudável e  todos queremos muito  isso, não é?

 

Pois bem, é por isso que eu acho que cantinhos como este devem existir, mesmo que virtuais. É por isso que eu acredito que Psicologia – Infância – e Família andam bem de mãos juntas.

 

É por isso que eu e a Rita nos juntamos às sextas-feiras neste sofá.

 

E vocês o que acham? Parece-vos bem? Agora digam que eu ouço. Com amor.

 

Carla G.Duarte   facebook.com/psicologiainfantil.pt

04 de Abril de 2014