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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

A dieta que nos ajudou a voltar a sentir o "Nós mesmos" que haviamos perdido...

E a "minha" Pronokal festejou o 2º ano de abertura do seu centro  de assessoria presencial em Lisboa, onde foi apresentada publicamente a campanha "Comprometidos com um peso saudável".

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 Para além da apresentação mais cientifica e espífica por parte dos especialistas da marca, ainda tivémos direito a um fantástico pequeno almoço saudável que se realizou na maravilhosa sala panorama do Hotel Sheraton de Lisboa.

 

Como madrinha desta campanha, não poderia deixar de estar presente, até porque não nos esqueçamos que há um ano e meio eu própria emagreci mais ou menos 10 quilos com este método saudável e acompanhado... e ainda hoje "volto a casa" sempre que preciso, recorrendo a um  novo plano de reeducação alimentar e reencontrar força para continuar.

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Para além de mim, que comecei este "namoro" há já algum tempo, outras figuras públicas se foram "convertendo" às maravilhas deste método multidisciplinar e n, esse dia, todos contámos, um pouco da nossa história.

 

Aqui, na foto, da esquerda para a direita:  Bárbara Barroso das Dicas da Bá (-20,5 kg), Catarina Siqueira (-22 kg), eu mesma (-10 kg), Maria Botelho Moniz (-10 kg), Luísa Castel-Branco (- 8 kg), Manuela Jorge (-13 kg) e Joao Jacinto do Blog Gentlemans Mail (-12 kg).

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Os nossos "quês e porquês " foram partilhados de uma forma muito sincera e familiar entre risadas num momento e noutro palavras muito acertadas, entre  confissões mais sérias e as palhaçadas  próprias de um grupo cúmplice que se reuniu por uma mesma razão, por uma mesma causa pessoal. Uma causa de Amor próprio  de conquista. Neste caso, também a saúde física, e por osmose... a melhoria... da espiritual, porque é muito mais fácil (re)encontar a autoestima quando estamos bem com o nosso corpo e nos sentimos saudaveis. 

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Continuam interessados em saber mais sobre específicamente sobre o que falámos  por aqui  e sobre como esta "dieta" nos ajudou a voltar a sentir os "nós mesmos" que havíamos perdido? Então passem AQUI e perguntem ao pessoal especializado sobre o que se trata. E olhem que assim, se mudam vidas... e mudar para melhor vale sempre a pena não vale?

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Aprendendo a ser felizes...

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"Aprendendo a ser felizes"... mas, isso aprende-se? Dêem-me já a receita certinha e direitinha, que compro ( e e muitos milhões, de certeza) já, já!

 

Buhhhhh!!! Nã... isso não se aprende, devem estar a pensar, isso é capaz de ser um dos  maiores mistérios da humanidade. Por que raio é que alguns têm tudo o que outros ansiam e são tão infelizes, porque é que outro, com tão pouco e em condições extremas conseguem  encontrar a felicidade em cada pormenor...

 

Mas... atenção, há um Mas... se alguma esperança pode existir ainda nesta matéria, talvez comece na infência, talvez os primeiros anos nos moldem, em muitas carateristicas definitivas e nos moldem a forma de estar e de aproveitar a vida ( ou não..) na idade adulta. E é por isso, que para nós, mães e pais com essa consciência, é muitas vezes difícil perceber por que caminho seguir com os miúdos, como ajudá-los a tirar melhor partido das vivências, aceitar quem são, não perdendo a curiosidade e rebeldia próprias da infância... principalmente vivendo numa época com demasiada informação ou mesmo contra informação... ui... às vezes não é tarefa fácil fazer este papel de "mediadores da felicidade"...

 

Por tudo isto, achei brutal que uma marca de brinquedos, a Imaginarium, decidisse fazer um estudo sobre a felicidade e em como ela é alcançada pelos miúdos Portugueses... Ahhhh.... mas um estudo e tal.... como raio é que um estudo nos vai ajudar? vai vai, pelo menos a mim, abriu-me os olhos 8 e também o coração), surpreendeu-me, emocionou-me, quebrou alguns dogmas... enfim, na manhã que passsei entre jornalistas, bloggeres e especialistas na(s) mátéria(s) ( parentalidade positiva, perdagogia e sim... brinquedos...), muito aprendi e muita matéria levei em mãos para refletir.

 

Entre os objetivos da Imaginarium está o de ajudar no desenvolvimento dos futuros adultos, e por isso lançou o programa Aprendendo a ser Feliz, com o qual reforça o seu compromisso com os pais e a sociedade. Este programa nasce com o objetivo de fornecer ferramentas e conteúdos úteis que ensinem aos pais a educar na felicidade, e educar em valores através do acto de brincar. O programa irá desenvolver-se ao longo dos próximos dois anos, trabalhando cada um dos eixos da felicidade, oferecendo pautas e sessões de coaching em vários pontos de Portugal e conteúdos disponíveis online. Um programa desenvolvido por um grupo de reconhecidos pedagogos, psicólogos e especialistas em parentalidade e educação.

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 Ora cá vão alguns dados interessantes:

 

8,8% das crianças portuguesas nem sempre é feliz, oscilando entre a felicidade e a tristeza. Esta é a percentagem de pais que responde que, apesar das facilidades e comodidades ao seu dispor, os seus filhos nem sempre são felizes. Segundo o estudo, a felicidade seria construída a partir das relações sociais e familiares, do tempo que os pais podem passar com os seus filhos, e do tempo passado a brincar e a explorar o mundo através da brincadeira real.

 

A percentagem de infelicidade aumenta com a idade. De acordo com os seus pais, 15,25% das crianças entre os 7 e os 8 anos nem sempre são felizes, descendo para os 13,29% na faixa etária dos 5-6 anos e fixa-se em apenas 6,4% de crianças infelizes entre os 0 e 2 anos. “A crescente pressão imposta às crianças e jovens, tanto por pais como por professores, onde o desempenho académico, a competição entre pares e a necessidade de alcançar a perfeição em todas as atividades realizadas são uma constante, tem, certamente, um impacte negativo na felicidade das crianças.” explica Rui Lima, professor, pedagogo e membro do Painel de Especialistas da Imaginarium. “Ao brincar, a criança está a conhecer o mundo, mas também a conhecer-se a ela própria. Tem consciência das suas capacidades, mas também das suas limitações. E é a partir da forma como a criança gere estas duas realidades (o que consegue e o que não consegue) que vai aprendendo, que se vai desafiando a ela própria, que vai procurando as soluções para os problemas que enfrenta.” conclui Rui Lima.

 

Tudo isto justifica a preocupação dos pais portugueses com o futura da felicidade dos seus filhos. Neste sentido, para 80,4% dos inquiridos esta é uma das suas principais preocupações.

 

E de que maneira contribuem os pais para a construção dessa felicidade? Para 45,9% dos pais, o mais importante é que os seus filhos se desenvolvam num ambiente familiar e escolar onde se sintam valorizados e queridos. 34% dos pais acredita que passar mais tempo com os seus filhos é um contributo importante para a sua felicidade, e 17% afirma que os seus filhos serão mais felizes se puderem explorar o mundo real através da brincadeira.

 

“A plasticidade cerebral de uma criança é gigantesca até aos 6 anos” explica Magda Dias, coach e membro do Painel de Especialistas da imaginarium “É fundamental que estejamos extremamente atentos à felicidade das crianças e que as ajudemos a encontrar o seu papel dentro da família através da brincadeira”.

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 Apenas 0,44% dos pais identifica os jogos com ecrãs (tablets, smartphones, etc) como uma das chaves para a felicidade das crianças, um dado que se vê reforçado pelos 19% que os identifica como o tipo de brinquedo de que as crianças mais gostam.

 

Segundo os pais, a principal causa da infelicidade nas crianças é não poder passar tempo suficiente em família (26,38%), não ter tempo para brincar (21,37%) ou ficar de castigo (16,45%). Na faixa etária dos 7 aos 8 anos, o facto de não terem tempo suficiente para brincar é motivo de infelicidade para 38% das crianças.

 

“Queixamo-nos da falta de tempo. Na relação entre pais e filhos, há dez minutos que podem ser preciosos. A felicidade que queremos com os nossos filhos está nessa atenção. Em vez de estar sempre a reagir, temos de aprender a agir”, comenta Rita Ferro Alvim, autora e membro do Painel de Especialistas da Imaginarium.

 

A maioria das crianças portuguesas é feliz, segundo o estudo, mas apenas 22% é plenamente consciente dessa felicidade e capaz de expressá-la. 60,4% dos pais acredita que os seus filhos são conscientes da felicidade, mas têm problemas em manifestá-lo. Para 6,4% dos pais, os seus filhos não são conscientes da sua felicidade nem o manifestam.

 

Dentro dos tipos de brinquedos que mais criam felicidade nas crianças, as bicicletas e veículos de rodas surgem à cabeça, seguidos dos brinquedos relacionados com a música, a arte e os trabalhos manuais (35,7%) e dos jogos de construção e de lógica (30,87%). Quando questionados sobre qual o seu maior contributo para a felicidade dos seus filhos, 33% dos pais respondem que é “fazendo os seus filhos sentirem-se ouvidos e queridos”, seguido de 28% dos pais acredita que passar mais tempo com os seus
filhos é o principal contributo, e 14% que defende que o fundamental é reforçar a autoestima da criança “elogiando-o e incentivando-o quando faz as coisas bem”.

 

 

A conjugação perfeita de uma boa refeição, sabendo que se está a contribuir para uma causa...

 

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A semana passada, fui experimentar, juntamente com outras meninas "bloguistas", o Menu POPULI Solidário, criado em exclusivo para apoiar a Associação Ajuda de Berço, com cuja diretora e representantes da ação social tive o gosto de conhecer e almoçar nesse dia.  Ah... e conheci tanto mais sobre este projeto, que, acreditem que a "nossa história" e envolvência não fica, de todo por aqui...

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1€ deste menu, disponível até dia 22 de Dezembro, reverterá integralmente a favor da instituição e (também) por isso mesmo, a minha promoção ao mesmo.

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A apresentação de toda esta paparoca, está a cargo do chef Ricardo Estevas, que estudou esta ementa para um publico alvo curisoso, com um toque de fusão entre a cozinha portuguesa e obviamente, a italina, o que resulta num belo festival de sabores e texturas fora de série. ( Ah.... não mostro a foto do prato de carne, por questões obvias para mim, pelo fato de ser uma vegetariana que muito de vez em quando "peca" com peixe, mas já não tolera carne seja ela qual for... mas acreditem, que só o qe vos mostro aqui me deixou bem satisfeita e impressionada).

23468133_2136753539683658_953691466_o (1).jpgAproveitem para conhecer este fantastico restaurante, o carismático POPULI,  que fica numa das melhores localizações de Lisboa, na nossa maravilhosa e única Praça do Comércio e embarquem nesta viagem intensa e solidária. Vai ser uma boa mistura: para o prazer da gula e para a remissão.. de que se está ajudar com ela eheheh ;) E não é tão boa assim a vida? 

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A conjugação perfeita de uma boa refeição, sabendo que se está a contribuir para uma causa... certo? Passem por lá e depois contem coisas ;) 

 

 

A alegre ambiguidade de uma vida que “lá vai correndo bem” entre pais e famílias separadas

Uns dias o coração fica tão pequenino e apertado que parece estar enrolado num daqueles saquinhos de vácuo: são as saudades a esmagar o peito, principalmente quando temos “deste lado” programas que ele gostaria de participar ou quando a mana chora por ele ( às vezes chega a por a mesa para quatro e insiste em “falar” com o irmão enquanto o faz como se ele estivesse em casa).

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Outros dias, sinto que ele precisa “da outra família” e se sente também feliz por lá (não estou a fazer demagogia, como muitas por aí fazem, acredito mesmo nisso!) e isso conforta-me o sentimento de mãe saber que, quando ele crescer, não perdeu vivências em nenhum dos lados. Este sentir é algo que se apura, sim, não sou tão boazinha e perfeita assim! Mas lá vou tentando e acreditem que nos dias que correm já é tão genuíno quanto as saudades. No fundo, só quero o bem do meu “puto” e que cresça com a cabeça no sítio.


Os meus filhos são oficialmente meio-irmãos! Irmãos (só) da parte da mãe mas, cada vez mais essa “treta” do ser qualquer coisa pela metade não faz sentido nenhum. Basta observar, por exemplo, num caso como o da nossa família, como o Afonso Luz consegue ser “inteiro” em ambos os lados (porque também do lado do pai tem um irmão mais pequeno) . Separei-me do pai do meu filho ainda grávida e vivi um processo que não foi fácil mas que tive de gerir e que ainda hoje tento “aperfeiçoar”. Na verdade, há um caminho que tento seguir e outro ao qual vou estando atenta a sinais aos quais não seguir, para onde não quero escorregar. Tenho visto relações entre pais separados tão feias, infantis, ignóbeis, irracionalmente destrutivas que, desde cedo (mesmo com razões fortes para a nossa rutura) decidi que essa nunca seria a linha de relacionamento com o pai do meu filhote. No fundo, o meu filho viveria a relação com o pai (e mais tarde com a família que ele foi criando também) da forma mais próxima e mais saudável possível. Acredito, que também por isso, o respeito se foi instalando também da parte dele, e mais tarde da mulher que tem ao seu lado.

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E aqui é que me tiro, a mim mesma, o chapéu (sem falsas modéstias), porque aprendi a gerir as crises, discordâncias, problemas com calma e muita paciência, porque, acreditem que para mim a prioridade não é a nossa (não) relação mas sim a felicidade do nosso filho. E agora, passados quase sete anos “disto” - de uns momentos em que tive que engolir sapos, de outros em que me controlei, de alguns ainda em me readaptei - até consegui que o “outro lado” se fosse moldando também. Sei que foi o caminho certo! E foi tão certo, que a cereja no topo do bolo foi que conseguimos chegar a uma plataforma de entendimento e carinho tal pelos miúdos ( de ambas as casas ) que a minha filha já dormiu umas quantas vezes na casa do pai do mano e é sempre muito bem recebida quando isso acontece. Até lhe chama também “Pai João”, imaginem!

 

Agora ando a tentar que seja a Matilde a entender como as coisas se processam, porque ela sim é só sentimento, não há cá racionalizações em crianças de quatro anos, e sofre bastante quando o mano se vai embora. Ainda é difícil explicar-lhe mas a pouco e pouco vai captando. Além de que muitas vezes arranjo estratégias para amenizar a ausência: ora vai para casa da avó, ora brincar com amiguinhas … Sei lá! No fundo, procuro entretê-la para que não sinta tanto a falta do companheirinho (como de embirrice, ou não fossem irmãos com idades próximas). Isso e gerir essa minha sensação de impotência e injustiça por ter com ela muitos “momentos de filha única” nos momentos em que ele está fora e com ele serem quase impossíveis e sentir que o tempo que lhe dedico é curto... Mas, enfim, essa é mais uma luta para a qual, acredito, conseguir mais dia menos dia algumas pequenas soluções apaziguantes. A ver vamos... Até lá vamos vivendo com a sorte, o amor e a ( tentativa de ) coerência no coração e na forma de nos relacionarmos. Com o foco nas crianças e não nos adultos. Nós já estamos (ou deveríamos estar) resolvidos… A eles, sim, temos de dar o nosso melhor para que venham a tornar-se seres completos, sérios, com as prioridades e os princípios no sítio e o menos confusos possível. quicksquare_2017117165318773.jpg

A vida, cada vez mais, passa por saber gerir situações e ser feliz ao aceitar as nossas cada vez mais sui generis realidades: familiares, sociais, profissionais... O meu esforço em “tudo isto” é esse mesmo: oferecer-lhes bases para que se adaptem e sejam felizes com quem são e com quem os

rodeia. Este é um bom objetivo e foco como Mãe e como pessoa, não acham?


( Texto escrito para a edição Outono/Inverno da revista Lux Crianças)

 

"Carrossel de Histórias" oferta de fantasia... e de bilhetes maravilha!

A antestreia foi esta sexta feira à noite, mas a peça " Carrossel de histórias" estará de portas abertas aos fins de semana à tarde, no Teatro de Carnide, até dia 26 de Novembro. E acreditem, que não devem mesmo perder. As interpretações da Márcia Leal e da Maia Ornelas são excelentes e super envolventes... e a mensagem por detrás das histórias de que vamos fazer parte são atuais, sérias mas tão divertidas...

 

E por isso... só para aguçar a vontade... tenho assim, pimbas!!... 2 bilhetes para oferecer, em passatempo, já para este domingo!!

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Um inventor de histórias, vem de uma terra onde o sol nasce e se põe ao mesmo tempo, parando o tempo. o seu Aprendiz, explora caixas e objetos mágicos que fazem girar histórias como num carrossel. Uma fada que gosta de ver televisão, uma bruxa que não quer usar óculos, um fio magico que faz passar o tempo ou até mesmo uma deusa que faz chover, tudo pode acontecer....

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Um espetáculo teatral interativo que conta uma história diferente todos os dias, pois vive das opções que as crianças tomam no momento. Cada caixa, caixinha ou algibeira traz uma pista para o que acontece a seguir. Lançado o ponto de partida, toda a narrativa avança e termina conforme o que o público decidir desvendar… ( a minha Matita foi chamada ao palco.. ui... nem queria acreditar! Foi envergorganhada mas foi um momento inesquecível e mágico para ela ;))

 

O espectáculo é, também, uma homenagem ao actor João Ricardo, tão presente nesta casa como actor encenador, amigo/irmão.

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E como podem fazer para participar? ( 2 bilhetes para o espétáculo do próximo domingo, dia 12)

 

-Gostar das Páginas do Teatro de Carnide
 
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- E ainda.... deixar a vossa prova de participação aqui nos comentários deste post dizendo que participam e porquê e deixando o vosso mail ( nada de anónimos, senão depois não vos encontramos  para vos informar que gostaram...). 
 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O nosso "Festão de Outubro" com muito sol, verde e azul...

Espero mesmo que esta festa de aniversário da Matita ( e onde se celebrou os anos do Afonso, de duas semanas antes), fique na nossa memória familiar como "Aquela festa em finais de Outubro em que estava tanto calor que a fizémos na piscina"... sim, porque não quero acreditar em mais Outonos destes, mesmo com as alterações climatéricas a que estamos cada vez mais sujeitos. Mas... mas a verdade é que  foi tão agradável que, neste caso, até deu jeito.

 

Acho que as imagens conseguem espelhar a felicidade dos miúdos e até dos graúdos que por este espaço magnífico, passaram a tarde do dia 29 de Outubro, o dia do 5º aniversário da nossa Matilde Estrela.

 

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O jardim é um "paraíso escondido" onde tantas fotos já tirei noutros Verões, mas onde normalmente não se consegue perceber nem a amplitude do dito nem o tão acolhedor e mágico que é. Faz parte do condomínio de vivendinhas onde a minha mãe vive, para os lados da linha do Estoril e que por ser privado, é mesmo um sítio santo, porque está sempre muito pouca (ou nenhuma) gente. 

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Desta vez, avisámos a administração de que o dia seria de festa e de que estariamos a celebrar em comunhão com amigos e família. Decorámos os arbustos e os verdejantes do espaço que vive por si só, mas que neste dia ficou mais engalanado. Trouxemos petiscos que colocámos estratégicamente numas mesas "merendeiras" no relvado perto da "piscina dos pequenos" para estarmos sempre de olho ( sim, porque a regra do dia, por serem tantos miúdos e muita confusão  ... era  não irem à "piscina dos grandes","não fosse o diabio tecê-las"...). 

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Houve piscina, "árvore da fantasia" ( levei para o redor na árvore "mãe" deste nosso jardim, todas as máscaras e fantasias que tinha em casa para os miúdos se mascararem durante a tarde), futebol, basket, trotinete, patins ( os novs, que a Matita recebeu da tia Filipa ;)), tudo no campo de ténis do condomínio. Houve também muito espojar na relva, ler livros e fazer desenhos, jogar bayblade no algidar ( oh God! A nova loucura dos miúdos da idade do Afonso, que neste dia também celebrou os seus 7..), uma mesa farta cheia coisas apetitosas, e muita boa energia sentida pelas crianças e pelos pais e avós.

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Um dia... mesmo a não esquecer e a ajudar (me) a sublinhar que por vezes, o mais simples é o melhor. Não precisámos alugar espaço, não precisamos trazer animadores nem insufláveis, os bolos e comidinhas foram elaboradas e trazidas pelos mais próximos e até a decoração foi "desenrascada" com coisas antigas que tenho sempre guardada num baú dos "restos das festas" dos anos anteriores. Se funcionou? Acredito, que nada teria sido melhor. Barato, preparado com carinho e maravilhoso. Que mais se quer?..

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Tendo em conta que fazemos os três, anos em Outubro, já comecei a chamar em modo hashtag, a estas festas ...o "#festaodeoutubro... e este, foi top, top! Obrigada a todos, os que contribuiram, os que usufruriam, os que mimaram, os que se divertiram, os que trouxeram boas conversas, os que ajudaram a que este dia dos meus Mendinhos fosse um dia muito feliz. Somos mesmo uns sortudos...IMG-20171029-WA0017.jpg

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