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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Aproveitar o feriado... para fazer brinquedos em casa!

E quando nenhum dos brinquedos comprados nos faz sentido ou quando queremos puxar pela imaginação ou quando queremos um projeto forte e comum com os nossos filhos?

 

Quando isso tudo acontecer... meteremos mãos à obra e construiremos os nossos ( ou antes, os deles...) próprios brinquedos.

 

Partilho ideias e inspirações. Gostam? DIY (do it yourself) para todos os gostos:

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Levem para casa o "truque" da Pharma Nord para fugir aos doces ;)

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 Já devem saber da minha "panca" por suplementos alimentares, naturais atenção! Se não sabiam.. ficam a saber agora.

 

Acredito que, nos dias que correm, com o tipo de vida que vivemos (stress, alimentação deficiente, muita poluição...) os suplementos bem direcionados são quase uma espécie de "super alimentos" que nos vêm fornecer nutrientes que acabamos por ter em carência no organismo ou... ajudar a atingir alguns objetivos, dando um empurrãozinho com os seus componentes.

 

É o caso do produto que coloco hoje em passatempo! Um comprimidinho por dia e não imaginam as vantagens que tem.. principalmente para quem quer deixar de sentir... gula! Culpadas por aí? (sendo eu uma delas...) Então, fiquem atentas a este passatempo de uma marca que eu tanto gosto e da qual sou cliente há anos: a PHARMANORD.

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A Pharma Nord é um dos maiores fabricantes Europeus de suplementos alimentares e de medicamentos naturais de prevenção. A empresa desenvolve, fabrica e comercializa suplementos alimentares e medicamentos com foco na biodisponibilidade, segurança e documentação científica.

 

O crómio ajuda a reduzir o desejo por doces, pois equilibra os níveis de açúcar no sangue e por isso, é um fantástico alidado para o combate ao peso indesejado e mais que isso: É mesmo bom para a saúde! Sim, porque ainda para mais tem um "ingrediente" chamado ChromoPrecise  que é, no fundo a levedura de crómio com uma absorção 10 vezes superior. A única levedura de crómio orgânico na UE para o controlo do açúcar no sangue.

 

Tenho então oferecer 5 embalagens de BioActivo Crómio (30 comprimidos) da PHARMA NORD, ou seja, 1 embalagem para cada um dos vencedores.

 

Para isso, Façam um like na página Barriga Mendinha, visitem a da Pharmanord e aqui nos comentários do blog respondam-me simplesmente a:

 

- Porque é que o estilo de vida saudável está cada vez mais "na moda" e porque é que o tentam adequar ao vosso dia a dia?

 

Depois.... escolherei as frases que mais me inspirarem e daqui a uma semana lançarei os resultados. Combinado?

 

Grande beijinhos minhas gulosas! ;)


.

Uma mãe que viaja sozinha...

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Está quase quase. Faltam 3 dias para a minha viagem.

 

A minha irmã Mariana está em Praga a estudar e eu... vou ter com ela. Já há uns tempos que ando no "vai-não vai" mas ela volta daqui a dois meses e não queria mesmo perder a oportunidade de conhecer a cidade e mais ainda... de usufruir de uns dias "à antiga"... Sim, "à antiga"... uma semana onde a simplicidade, as relações humanas, as experiências, os locais vão ser o principal, uma semana em que abdicarei do conforto dos Hotéis "xptos" e dos restaurantes da moda, uma semana a dormir na residência universitária onde ela está e onde as companheiras terão 24 (a mana) e 29 anos (a nossa amiga que foi há dois dias também, antes de mim)... e eu vou, por tudo isto agarrar nos meus 38...e metê-los na sacola... ahahha... para ver se consigo entrar a 100% na onda delas.

 

Hoje apeteceu-me contar o que me vai na alma e tentar sublinhar o que uma viagem (e o seu significado em certas alturas da vida) podem fazer por uma pessoa. Isto, porque o que parece básico e simples para uns (os que não tem ligações familiares fortes como as que tenho e vivem a vida com aquela sensaçãozinha de existência nómada, que por um período de tempo pode ser tão boa...) ou para outros... completamente impossível (algumas mães de filhos pequenos já me olharam de soslaio e disseram coisas como" meu Deus!! Como consegues ficar longe dos teus filhos tantos dias!?"....). E eu, como (quase sempre) posiciono-me no meio. Meio termo.

 

Sou Mãe mas ainda Mulher, mais ainda Pessoa ( e quantas vezes, nós mães de pequenos pirralhos, nos esquecemos disso). E não viajo para fora do país... acho que... hummm.... há 4 anos será isso? Bem, não nos esqueçamos que me ausento muitos fins de semana para eventos e "gigs" aí pelo país fora e por isso sair em lazer é quase coisa proibida, já que acabo por "gastar os cartuxos" para ir ganhar tostãozinho e palmilhar kilómetros por este Portugal dos pequeninos.. enfim... mas viajar para conhecer um novo país... não o faço desde que fui a Cabo Verde (e aqui entre nós, com memórias não muito felizes.. grrr...).

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Vou. E vou com mais vontade ainda, do que antes de ter filhos e a vida mais "condicionada". Se é que me entendem... porque a verdade é que damos sempre mais valor quando não temos. E agora, ao invés da minha vida há uma década atrás, vivo bastante limitada às rotinas familiares e profissionais e apesar da vida que transmito para fora, poder parecer um pouco mais "sui generis" do que a das mães com profissões mais normais, devido às minhas atividades de Dj e Rp, a verdade é que a disponibilidade não é a mesma, nunca mais foi, não é assim tão diferente das outras mães. Nem pelas efetivas obrigações, nem pelo que o coração me diz, e que é: "Não te consegues afastar para muito longe... nem durante muito tempo"... E assim, a ordem tem sido cumprida...

 

Mas a verdade é que há momentos em que nos faz bem voltar à nossa essência, à "Pessoa" que somos (e às vezes sentimos que "fomos"), deixar de ser  "A Mãe de".. . e ganhar de novo identidade, nome, carateristicas, enfrentar os nossos medos, abraçar os nossos sonhos... nem que seja por uma semana, numa outra cidade, a forçar a nossa energia para aproveitar todos os minutos e momentos ( sim... porque tenho a sensação que vou estar sempre cansada a tentar acompanhar o ritmo das "miúdas"... ou não, vamos ver....) e principalmente a permitir-nos descobrir. Redescobrir quem somos e o que gostamos de verdade (para além da nossa Família). E assim vai ser. Lembro-me de ver algures uma frase de alguém que dizia: "Eu não preciso de um psicólogo, só de uma boa viagem!". E assim, desta feita, lá vou eu fazer terapia.

 

Se não vou morrer de preocupação e saudades? A primeira felizmente não. Dentro dos "senãos" da minha vida, uma das grandes sortes que tenho é confirar de olhos fechados em ambos os pais dos meus filhos. O Afonso vai ficar com o Pai Roger (que está todo entusiasmado em ficar com ele uma semana e tal) e a Matita manter-se-á em casa com o Pai Hugo nas suas rotinas normais ( mas... sem mim! aiiiii!!!). Sei que são atentos e os meus filhos estão muito habituados a estar com eles. Ah... e na 4a e na 6a feira, manterão a rotina da natação juntos... o que também me apazigua por saber que se vão ver e matar saudades um do outro.

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E as minhas saudades? Ui.. isso claro que sim, a cada coisa gira que vir, situação engraçada que viver,  cada noite que me deitar na almofada... sim.. vou tê-los sempre na cabeça e no coração.. mas sabem que mais? Mães felizes e resolvidas, fazem filhos felizes.. e eu acho que vou acrescentar um bocadinho mais de felicidade à minha pessoa com esta viagem e companhias que adoro.

 

Praga, Cracóvia, Budapeste, Berlim... vamos correr as "capelinhas" e voltarei com muito que contar, garanto... e com muitas prendinhas para os meus Mendinhos todos. Muitos beijinhos. Muitas saudades e mimos. Muitas aventuras e... a certeza de que ser uma boa mãe é... dar o exemplo que consideramos certo aos nossos filhos. Sermos nós mesmos, baseados no que conhecemos do mundo e das diferentes culturas que o povoam, é, entre outros principios, o que acredito ser correto passar-lhes como testemunho. E esta semana e meia (a minha primeira viagem sozinha desde que eles nasceram) vai fazer parte dessa minha história e caminho. Algo que acredito, que eles se orgulharão um dia, quando forem mais crescidos.

 

Não viajo para fugir da vida. Viajo para a vida não fugir de mim....

 

O que há depois... do nascimento?...

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 No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:

 

Tu acreditas na vida após o nascimento?

 

Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.

 

Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela? ...

 

Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.

 

Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!

 

Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...

 

Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.

 

Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.

 

Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?

 

Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!

 

Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!

 

Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real"depois de termos nascido. Nesse momento tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para essa outra vida...

 

(Padre Paulo Simões)

 
 

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No ventre de uma mulher grávida estavam dois bebés. O primeiro pergunta ao outro:

 

Tu acreditas na vida após o nascimento?

 

Certamente que sim. Algo tem de haver depois de nascermos! Talvez estejamos aqui, principalmente, porque precisamos de nos preparar para o que seremos mais tarde.

 

Tolice, não há vida após o nascimento. E se houvesse como seria ela? ...

 

Eu cá não sei, mas certamente haverá mais luz lá do que aqui... Talvez caminhemos com os nossos próprios pés e comamos com a boca.

 

Isso é absurdo! Caminhar é impossível. E comer com a boca é totalmente ridículo! O cordão umbilical alimenta-nos. Estou convencido de que a vida após o nascimento não existe, pois o cordão umbilical é muito curto!

 

Olha, eu penso de outro modo. Penso que há algo depois do nascimento, talvez um pouco diferente do que estamos habituados a ter aqui...

 

Mas nunca ninguém voltou de lá, para nos falar sobre isso!? O parto é o fim da vida. E a vida, afinal, nada mais é do que a angústia prolongada na escuridão.

 

Bem, eu não sei exactamente como será depois do nascimento, mas com certeza veremos a mamã e ela cuidará de nós.

Mamã? Tu acreditas na mamã? E onde está ela?

 

Onde? Em tudo à nossa volta! Nela e através dela é que nós vivemos. Sem ela nada disto existiria!

 

Eu não acredito. Nunca vi nenhuma mamã, pelo que não existe mamã nenhuma!

 

Eu acredito. E sabes porquê? Porque às vezes, quando estamos em silêncio, ouço-a cantar e sinto como ela afaga o nosso mundo. E também penso que a nossa vida só será "real"depois de termos nascido. Nesse momento tomará nova dimensão. Aqui, onde estamos agora, apenas estamos a preparar-nos para essa outra vida...

 

(Padre Paulo Simões)

 
 

Meninas Guerreiras, um conceito que quebra com esteriotipos...

Normalmente, as meninas são mais apontadas pela sua beleza, feminilidade e delicadeza do que.... pela força.

 

 

São vestidas der cor de rosa e laços nos cabelos – como se fossem “princesinhas”, ou numa versão mais "trendy" alinhadas com as tendências da moda que as mães acompanham.

 

A fotógrafa americana Kate Parker, é mãe de duas meninas e.. tem uma perspetiva muito diferente ( e brutal!) da coisa e por isso mesmo, criou a série “Strong Is The New Pretty” (“Força é a Nova Beleza“, em português) para quebrar com esse paradigma, de que meninas devam ser notadas simplesmente pela sua aparência física, especialmente se ela for frágil.

 

A fotógrafa, afirma orgulhar-se de suas filhas  e do seu aspeto u pouco fora desse esteriotipo. A Ella te 9 anos e a Alice, 6  e mãe decidiu fotografá-las da forma como efetivamente as vê: como sendo umas belas guerreiras.

 

Parker criou este trabalho para mostrar a coragem, a força e a beleza natural das meninas e da mulher em geral. “As minhas meninas sabem que elas são perfeitas exatamente da maneira que são: aventureiras, felizes, atléticas e engraçadas. Elas não precisam ter o cabelo penteadinho,as roupas a combinar ou estarem limpas o tempo todo. Serem fortes é o suficiente. “ ( Ai como isto assenta bem na mimha pequena Matilde Estrela... chamo-lhe Princesa Rebelde por isso mesmo, sabiam?)

 

Parker também criou uma série de fotos fascinantes de um grupo de miúdinhas do ensino básicono estado de Georgia, EUA, que desafia questões de géneros pelo fato de meninas praticarem um desporto considerado masculino. No seu site, a fotógrafa explica: “Eu prefiro o casual, os erros, o imperfeito, os sorrisos sem dentes, os joelhos esfolados e o cabelo despenteado”.

 

Olé!!! Bora ver? Eu adorei! E vocês?

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Todas as fotos © Kate Parker

 

Que idade tens Mãe?

 

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Afonso Luz, deitado todo em cima de mim à noite (tipo... para eu não fugir da cama dele), antes de adormecer:

 

"Ó Mãe que idade tens!?.."

 

Eu:

"A mãe tem 38 filho..."

 

Pensativo, pergunta:

"E eu?..." (como se não soubesse, o maroto)

 

Eu:

"Tu tens 4, filho"

 

Esperou uns segundos e argumentou:

"Não não mamã. Eu também tenho 38..."

 

Intrigada pergunto:

"Porquê Luz?.."

 

Ele:

"Porque gosto tanto de ti que quero viver tudo o que tu vives e ao mesmo tempo que tu... "

 

Enroscou-se em miminhos e passado um pouco adormeceu no meu colo.

"A vida é assim" mas quem me dera que não fosse

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"A vida é assim"... e é assim que temos que vivê-la e tirar dela o melhor possível..

 

Mas há momentos, epá... há momentos... em que eu penso tantooooo em como gostaria que a vida "não fosse assim" e que eu e os meus filhos e eu mesma não nos tivéssemos que separar nunca.

 

A verdade é que a maioria dos filhos de pais separados, se filhos do mesmo pai e mãe, acabam por andar sempre juntos nas "bolandas" dos fins de semana alternados e dias e noites nas casas de cada um dos progenitores. Tenho amigas que, divorciadas e tendo um, dois ou mais filhos do casamento já finalizado... brincam, aceitando a "coisas" como podem e até tirando partido da situação, dizem coisas como: " Até nem é mau, uma semana sou super mãe outra tenho uma alta vida de mulher solteira" ou " Este fim de semana estou super focada nos putos, mas para o outro, estão no pai e posso fazer o que quiser!".... Bem , mas isto, acontece só a quem tem filhos do mesmo pai. 

 

E muita coisa já se escreveu, teorizou, sobre o melhor para os filhos, o melhor para os pais, sobre os sentimentos da separação, os traumas, os benefícios, saudades, retorno a casa... sei lá... coisas cada vez mais normais para os dias que correm, porque os divórcios ou ausência de um dos progenitores é também cada vez mais corrente.

 

Mas meu caso e no de algumas (poucas) outras "criaturas" por aí pairam nesta estranha e aparentemente moderna sociedade, quando os pais são dois ( ou quiçá 3 ou mais... pffff... nem quero imaginar o que será), e quando "ainda" (lol) estamos com um deles existe, para além dos normais sentimentos de saudade que se tem quando um está fora.. a sensação de que é "injusto" para esse que se ausenta, todos os programas e momentos que , em família vivemos sem ele e por outro lado, para aquele que fica, pois não entende o porquê do irmão ou irmã estar agora... mas daqui a dois dias não.

 

Juro-vos que vivo esta angústia quase em segredo. Como podem imaginar, ao comentar com próximos estes sentimentos dizem (talvez para me apazigar, talvez por alguma frieza não sei bem) que "é normal" (odeio esta frase feita que no fundo não diz nada de nada), que eles se adaptam na boa, que quem sente mais somos nós, que não tenho que me sentir culpada.. sim eu sei, minha gente, mas e então? E se eu vos disser que eles sentem essa mudança? Mesmo na sua embirrice natural de irmãos, a verdade é que durante dias e dias a presença nas rotinas do outro é constante e depois, quando o mais velho se "pisga" para casa do pai e fica 2, 3 ou até 4 dias (acontece pontualmente mas acontece)... a minha mais pequena anda um bom bocado desasada. Ai... e como isso me doi.

 

Vê-la, pela casa a fazer tudo com um ar despachado... e sempre a chamar pelo mano, como se ele estivesse mesmo atrás dela, mas não está ... Ela ainda é muito "troncha moncha", fala à trapalhona mas já sabe muito bem o que quer e o que faz. E a verdade é que as nossas rotinas a 3 ( ou a 4, quando está o pai) já são tão nossas e repetitivas que ela já as conhece de cor. Escolhemos a roupa para um e depois para outro e colocamos em cima da mesinha para o doutro dia. Um lava os dentes e o outro também com a sua escovinha igual mas de outra cor. A mesa baixinha das suas refeições tem uma cadeira frente a frente (que fica vazia quando o Afonsinho não está), mas ela chega a colocar o pratinho de plástico para ele e...para sublinhar tudo isto... desde há um mês e meio atrás que eles dormem juntos na mesma cama, porque o Luz ganhou (como se previa lol) medo a dormir no beliche do mano e só se sentem confortáveis juntos.

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Tenho vivido este dilema, com alguma angústia, uma angústica que no fundo será inevitável viver para sempre!!! Oh God!! E desta vez, eu que costumo dizer que a minha Matita é a minha "princesa rebelde" e o Afonso Luz o meu "vidrinho sensível"... sinto que é ela que sofre mais. No fundo, ele sai da nossa casa e parte para o "divertimento" do "fim de semana de pai", os locais são os outros, as pessoas diferentes das com que nos damos por aqui, as rotinas também. Não digo que não tenha uma ou outra saudade, mas felizmente sei que está feliz e está "na dele". Epá... e graças a Deus, senão assim, eu não choraria por uma, choraria por dois...

 

Este texto, veio hoje a lume, porque depois de uma série de situações que vamos contornando (como dizer que não quer leitinho porque o "Atcontcho" não está e aponta para o copo vazio dele), no domingo à noite, na hora de ir para a caminha começou a chamar por ele, de novo. Vai daí, o Hugo teve a ideia de ligarmos ao pai do Afonso para ela falar com ele pelo  telefone. E pronto foi aí que a mamã Rita virou uma torneirinha choramingas...Fiquei de fora a assistir quietinha: Falaram os dois feitos palerminhas e num dialeto lá deles ( O Afonso fica mais abébézado quando fala com a mana mas lá se entendem, riem e chegam às suas conclusões), e a Matita, decidida como só ela, tirou-nos o telefone da mão, deitou-se sozinha, chegou-se para o lado onde ela dorme em vez de se deixar estar no meio da cama, contou-lhe o fim de semana dela ( "Ah motos, ah popó, ah avó, ah mãe, ah pai, ah bolo, ah chupa, ah parque, ah menino" etc, etc... e depois (ela que estava a chorar) mandou lhe um beijinho, deu uma risadinha, colocou o telefone na almofada onde o mano dorme normalmente, tapou-se sozinha e... acalmou e adormeceu <3... Assim.

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A mamã no meio disto? Coração apertadinho mas a tentar tirar o melhor daquilo.. que gostava que não fosse assim... A ligação deles está a construir-se. Tão pequeninos e já tão certos de que a presença (física ou só pela certeza de que estão do outro lado) dos manos é mesmo algo importante e indestrutível ... uma viagem sem bilhete de volta, só muita cumplicidade e turras pelo meio, tal e qual tem que ser, sem tirar nem por. Mesmo com fins de de semana e dias fora da rotina normal dos meus anjos-diabretes...

 

 

Tu sabes mesmo o que é o Reiki? A minha "Mestra" explica...

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Quem me acompanha no Facebook e no Instagram dever ter-se apercebido a minha cada vez mais estreita relação com uma prática chamada Reiki. Primeiro recebi-o em algumas sessões e depois, durante o dia de ontem, estilo em "reclusão espiritual" durante 8 horas a "tirar" o primeiro nível desta doutrina. No fundo, o que aconteceu, é que me foram transmitidas por uma Mestre, as bases desta forma de estar na vida e depois, a seguir... coloquei "mãos na massa".. ou seja, experimentei como pude lol...e senti, finalmente de forma enequívoca a minha energia e a do Universo a funcionarem em sintonia. Incrível!

 

Já tinha feito a iniciação mas a verdade é que a prática e uso do Reiki na nossa vida tem que acontecer muito regularmente, senão "esquecemo-nos" dele e ele de nós. Basicamente foi o que aconteceu comigo. Mas mas verdade..." tudo acontece no seu tempo certo" não é? E provavelmente.. o meu tempo de reencontro era agora..

 

Bem, mas esta minha abordagem, aparece não só porque o sentido e a importância que o reiki começa a ter na minha vida, mas também e especialmente porque acredito que muitas e muitos dos que estão nesse lado, não saibam bem do que falo ou tenham ideias não reais da coisa.

 

Tudo o que está "na moda" corre esse risco, essa é a verdade. Quantas vezes as pessoas falam do "Reiki e essas coisas" achando que sabem do que se trata ou até nem etando "nem aí" para entender... Simplesmente se ouve falar, diz-se que que um amigo foi a uma sessão, que "outro", "entrou nessas coisas".... outros acham que é uma massagem pura e dura, uma forma de exercício físico ou até acreditam que tem a ver com espiritismo, esoterismo, bruxaria... Enfim, nada mais longe da verdade, mas também vos digo uma coisa... se pudesse fazer a analogia, por exemplo com a a minha profissão de dj...(uma profissão "da moda" tal como as espiritualidade o está), a maioria não faz ideia do trabalho que se faaz dentro da cabine ou atrás do equipamento de som, simplesmente acham que sabem.. porque a sociedade fala fala mas, pouco se debruça sobre a essência do que fala.

 

Tudo o que é moda passa... e passam os menos focados. Os que acreditam que devem integrar, ficam. E é disso que vos vamos falar.

 

Concordam comigo?

 

Vai daí que quis explicar a quem não sabe o que tenho andado a fazer, porquê e o que é e como funciona efetivamente. No entanto, apesar da meu Amor a esta "ciência energética e espiritual"  ( talvez o possa chamar assim..), achei que devia ser, quem de direito a falar da matéria. Até porque tenho a sorte da minha Mestre ( para o ser são necessários vários anos e 3 níveis de estudos), ser uma pessoa efetivamente muito especial, dotada e espiritual.. mas também muito terra a terra, quando é preciso. Mesmo a minha ondinha estão a ver? ;) Bem, lancei o desafio à Rute, com quem tenho feito, nos últimos tempos esta caminhada e pedi-lhe que... pelas suas palavras e num texto exclusivo para o Barriga Mendinha, me/nos falasse do seu Reiki... e é tão bom lê-la ( e ouvi-la..). Espero que gostem e se identifiquem:

 

(estas são as suas páginas e contatos:        

 

   https://www.facebook.com/RuteCalhauTherapies?fref=ts                                          https://www.facebook.com/naturalmentezen.zen?pnref=lhc 

 

E digam lá que se... para    além de uma alma bonita não é também muito bonita não só por dentro, mas por fora? Uma "Mestra" gira que se farta  eheheh)

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"Reiki é energia de Amor. É tudo aquilo que nos rodeia.

Partindo do princípio que tudo é Energia… tudo é Amor.

 

Reiki é a junção de dois tipos de energia: energia universal e energia vital.

 

A Energia Universal é tal como o nome indica, a Energia do Universo (Deus, Alá, Energia Superior… o que quiserem chamar – atenção que o reiki não está interligado com nenhuma religião, mas sim com uma crença. Todos nós temos que acreditar em algo. É isso que nos move. A fé).

 

A Energia Vital é aquilo que temos presente no nosso corpo físico. Existe Energia Vital Inata e Energia Vital Adquirida. A Energia Vital Inata é aquela que adquirimos através dos nossos pais e quando acabar, simplesmente morremos. A energia Vital Adquirida é aquela que adquirimos através da nossa alimentação e da nossa postura perante a vida (pensamentos… sentimentos… somos aquilo que comemos, dizia Hipócrates… eu sou apologista que somos não só o que comemos, mas também o que pensamos. A “famosa” lei da atracão).

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Ora, se Reiki é a junção destas 2 magníficas energias… qual a função de um terapeuta ao transmitir reiki?

 

O terapeuta, jamais pode dar a sua energia ao paciente. Caso contrário, estaria a fazer mal a si próprio.

 

O que acontece quando estamos a fazer reiki é que, de certa forma, canalizamos a energia universal e transmitimos essa energia ao paciente, ativando no mesmo a energia vital.

 

Ao longo da nossa vida, devido a várias circunstâncias ao longo do nosso crescimento, vamos bloqueando a nossa essência. Formam-se assim bloqueios energéticos em vários pontos do nosso corpo (nomeadamente nos chakras, mas não só), não permitindo que a energia vital flua livremente. Com o reiki, vai-se desbloquear essa estagnação de energia, permitindo ao paciente sentir um bem-estar geral. É por isso que (por norma) o paciente ao acabar uma sessão de reiki, sente-se mais relaxado e melhor de uma forma geral consigo mesmo.

 

Todos nós podemos aprender reiki. É um método de captação de energia extremamente simples e acessível a todos. Na realidade, todos vivemos com reiki. Apenas não o sabemos utilizar. Daí a importância de aprender a técnica.

 

Atenção que aprender a técnica, não quer dizer que sejamos todos terapeutas.

 

Na minha perspetiva clínica e opinião pessoal, penso que o 1º nível de reiki seria importante para todos nós. E porque digo isto de ser importante para todos nós?

 

O reiki não é só técnica, é também ampliação de consciência.

 

Antes de curarmos os outros, devemos curar-nos. Ou pelo menos assim deveria ser.

 

Na formação de reiki é passada a técnica e vários princípios/mudanças de pensamento a integrar. Não basta decorar ou saber a matéria toda como se fossemos para um exame da escola. O importante no reiki é vivênciar/integrar.

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Posso dar-vos o meu exemplo que comecei a estudar e aplicar reiki em 2009 e fiquei logo fascinada com os benefícios.

 

De uma forma geral, começamos logo a sentirmo-nos mais calmos e ponderados nas nossas atitudes. Aos poucos, vamos apercebendo-nos que estamos a mudar a nossa linha de pensamento e que se para nós fazia sentindo que os outros à nossa volta tivessem que mudar, começamos aos poucos a perceber que a mudança está em nós, e que se mudarmos, automaticamente tudo à nossa volta muda.

 

Depois temos os casos concretos. As dores menstruais, dores de cabeça, dores de dentes… Que podem também ser atenuadas/tratadas com reiki (em alguns casos só com reiki e noutros casos em conjunto com suplementação natural ou medicação química, depende dos casos e das escolhas de cada um). Eu pessoalmente, faço reiki todos os dias a mim própria e sempre que tenho alguma dor aplico reiki. Deixei de tomar a quantidade de medicamentos que tomava sempre que tinha uma dor.

 

Esta prática regular de reiki, trouxe-me maior bem- estar e um estado de consciência diferente. Olho para tudo à minha volta de forma diferente.

 

Acho imensa piada quando me encontro com alguém que não via à uma série de anos e me diz “Estás tão diferente!”. Encaro este comentário com uma positividade tremenda.

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Tenho a noção que com o passar dos anos e a continuação da aplicação desta técnica fabulosa e a integração dos princípios de reiki, vou ficando uma pessoa cada vez mais serena e mais consciente em cada ação. O segredo no meio disto tudo está em amar-nos mais e aceitarmo-nos. O Ser Humano está constantemente em autojulgamento. E para quê? A vida é uma passagem demasiadamente curta, para perdermos tempo com coisas que não interessam. Nada levamos desta vida.

 

Todas as vivências pelas quais tenho passado, boas ou menos boas, encaro-as sempre como uma aprendizagem. Ao encararmos as coisas como uma aprendizagem estamos em modo de aceitação das vivências, o que nos permite mais facilmente passar à próxima etapa. Ao próximo desafio.

 

Gosto de pensar que se passo por determinada situação na vida, é porque tinha que a passar e porque a conseguiria ultrapassar. Gosto de pensar também que, através das minhas vivências, poderei mais facilmente chegar ao coração dos meus pacientes e demonstrar-lhes que na vida temos várias opções de escolha e que são essas mesmas escolhas que fazemos que traçam o nosso caminho.

 

Cada formação que realizo é como uma nova iniciação em mim também. Nada é fácil nesta vida. E estarmos em constante aprendizagem e autocriação é um ato de coragem.

 

Costumo dizer nas formações que, não sou melhor que ninguém, apenas sou um canal de transmissão de energia e conhecimento. Gosto de partilhar e de ajudar quem me procura. Defendo que todos temos as mesmas capacidades, apenas uns dedicam-se a umas coisas e outros a outras. Encorajo todos a continuarem com esta prática, para além do dia da iniciação. Encorajo todos a vencerem barreiras, principalmente as do medo e a reconstruirem-se de acordo com aquilo que mais desejam para si.

 

O reiki é uma forma de estar na vida magnífica. Convido-vos a limpar as mágoas e começar a viver em AMOR.

 

Rute <3

 

Caso queiram colocar-me alguma questão sobre o reiki ou marcar uma consulta, podem fazê-lo através do email: rutecalhau.therapies@gmail.com "

 

 

 

 

 

 

 

Bebés debaixo de água como nunca os vimos..

O incrível trabalho do fotógrafo Seth Casteel, que fez o maior sucesso ao fotografar cachorros e filhotes destes dentro de água, veio hoje parar ao nosso blog. E como hoje foi dia de piscina com os meus... ao encontrar esta série de foto ainda fiquei mais encantada...

 

Agora ele decidiu passar dos animais para as pessoas e de filhotes para bebés mergulhando com eles na água. Os retratos são encantadores e fiquei especialmente fascinada com a luz conseguida nas ditas fotos.

 

Os bebés foram fotografados livres e  totalmente soltos e fazem parte de um programa no qual são supervisionados para se acostumarem com a água e para aprenderem técnicas de auto-salvamento, que podem ajudá-los a sobreviver em caso de um eventual afogamento. Aprendem a segurar a respiração, chutar com os pés e flutuarem de costas se mergulhados debaixo de água. Maravilhoso ;)

 

O ensaio  de fotos veio para aumentar a conscientização sobre o afogamento de crianças, que é a principal causa de morte acidental com crianças menores de 5 anos nos Estados Unidos.

 

De acordo com o fotógrafo, ensinar bebés  de tenra idade a nadar pode ajudar a diminuir o risco de afogamento em até 88%.

 

O álbum de fotografia dos bebês está sendo vendido no site da Amazon, com mais de 70 fotos inéditas subaquáticas, abaixo algumas delas:

 

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BEBE PRIMEIRA

Todas as fotos © Seth Casteel

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