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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

O parto não é a pior parte...

                 

O nascimento de um bebé é, regra geral, uma festa e... ainda bem! O milagre da vida continua a maravilhar-nos e a roubar-nos emoções intensas. Mas esta é, também uma fase muito exigente, principalmente para a Mãe (ou cuidadora) e para o Pai.

 

Tudo muda: o corpo, os horários, as refeições, as rotinas, a dinâmica de casal e familiar, o sono e/ou falta dele. As exigências são muitas e as pressões também: ser mãe, amamentar, não amamentar, cuidar, saber cuidar, ter bom ar, estar apresentável, cuidar de si, estar atenta ao filho mais velho, ter sensibilidade para incluir o companheiro nesta nova dinâmica de mãe-filho e ...Ufa!!

Existe uma lista imensa pela frente que dispensamos desde já.

 

Digam lá se as exigências ou pressões não são enormes???

 

Pois são e creio que todas as Mães conhecem este tipo de stress, é o chamado Baby Blues, um conceito relativamente novo entre os especialistas mas muito antigo nas emoções das Mães. É caracterizado por alguma irritabilidade, choro e cansaço, que surge após o parto, que é comum e que passa assim que as hormonas voltam a organizar-se devidamente.

 

No entanto, se estes sintomas se tornam mais severos e intensos e com uma durabilidade maior no tempo, podemos estar perante uma depressão pós-parto e aqui para tudo! É para ser levado a sério! A depressão pós-parto, que pode surgir logo após o parto e até 1 ano depois do nascimento do bebé, tem felizmente tratamento mas até lá compromete seriamente o bem estar da Mãe e do Bebé.

 

A depressão pós-parto tem origem em causas muito diversas mas o mais importante a reter é que traz muito sofrimento para o dia-a-dia da Mãe e não, não é charme desta ou fita, é algo tem e deve ser tratado, pois não passa com o vento nem tem a ligeireza deste. O papel do companheiro e  da família é aqui, muito importante porque por vezes, sofrimento rima com silêncio. Muitas vezes as Mães sentem-se culpadas por terem estes sentimentos quando todos festejam e acabam por não falar ou minimizar considerando que será uma fase..Mas uma fase com muito sofrimento do qual bem se pode abdicar, por isso se sentir emoções confusas, dúvidas de se é capaz de tratar do seu filho, de tristeza profunda, forte ansiedade e pensamentos que comprometam o seu bem estar ou do bebé, GRITE e ESPERNEI pois está na altura de ser levada a sério e tratar de si, para que depois possa tratar devidamente dos outros.

 

Alguém se identifica?

 

TEXTO: Carla Gaspar Duarte (Psicologia Infantil)

 

* Baby Blues de Rick Kirkman and Jerry Scott

Não há borracha que apague algo que foi escrito com a força de Deus...

 

 

Inevitável não ficar afetado com a morte de um filho de alguém. Essa morte, é contra-natura. Seriam os pais a partir antes dos filhos, é essa a lei natural da vida, mas ela parece, na realidade, uma roleta russa que muitas vezes se distrai e dispara ao disparate, acertando em quem não deve. Nos filhos. Nos dos outros. Dos que depois "disso" deixam também eles de viver e passam a sobreviver, que é mesmo a única opção para quem é assim esbofeteado pela vida.

 

"Dos outros", achamos sempre nós... "porque connosco é impensável". Até ao dia... No nosso mais profundo íntimo de mães e de pais, o nosso maior terror vive longuinquo (mas como uma sombra, sabem do que falo não sabem?...) e é essa a forma de lidar com o receio pavoroso. Conseguimos solidariezar-nos, oferecer o colo, as lágrimas até. E o alento que daí surge, é no fundo o exorcizar de um medo, um terror tão profundo de que um dia este tiro acerte a nossa família. E assim, a única forma de continuar a viver a nossa normalidade diária... é não acreditar que a nossa famíla também está "a jogo".

 

Mas está. E acho que é também por isso, que situações tão duras como a que nestes últimos dias acompanhámos de uma Judite de Sousa, jornalista de renome, figura pública e acarinhada do nosso país... e Mãe... nos afetou tanto. Me afetou tanto... ao ponto de ter insónias e pesadelos e quase não dormir há duas noites. Sim, estamos todos "a prémio", e desta vez a má sorte calhou-lhe inexplicávelmente a ela (s)...

 

A força das redes sociais, a força dos orgãos de comunicação enfatizaram desta vez, é certo, uma realidade horrível, mas que acontece desde que o Mundo é Mundo, desde que o destino ou o Karma existem (para quem acredita), desde que a destruição faz parte do vocabulário em paralelo com a palavra Amor. Sublinho este fato, porque acho que a dor de tal perda é tal, que muitas vezes não se fala propositadamente. Com medo "que os Deuses ouçam" e se lembrem "de nós". Só quem passa por ela grita em silêncio e encontra as forças inimagináveis da sobrevivência.

 

Talvez por isso, ainda não tivesse aqui abordado este tema. Não que tantas vezes não me lembre com o carinho da dor de algumas Mães que sei que se perderam, perdendo os seus filhos (as próximas e cujas histórias conheço bem, quase de cor... e as longuínquas, cujas histórias me são alheias mas das quais não deixo de sentir a dor coletiva que se parece colar ao meu próprio medo cada vez que penso nisso)...

 

A verdade é que num blog que celebra o nascimento, a maternidade, a alegria, abordar a morte de um filho, é trazer uma núvem escura a quem vive o céu azul da Primavera.

 

Mas hoje não. Hoje o país está de luto. Por esta mulher, que perdeu o filho num estúpido tropeção numa piscina. E também pela Mãe de 2 meninos ( dois meu Deus!!) que faleceram vítimas de um acidente com uma moto quatro. E também pela criança que morreu num incendio.  E também... pelas outras mães que todos os dias, por aí, em Portugal e no mundo, se perdem a si, perdendo os seus filhos "porque sim". Seja por doença, por guerra, por acidente. Seja pelo que for.

 

O meu coração está triste. E está com elas. E garanto-vos que não só hoje. Todos os dias. Porque todos os dias o medo de que algo aconteça aos nossos é tão grande... que a única forte estratégia é... tentar não pensar nisso, para que os dias fluam, para que a vida corra, para que haja lugar a sorrisos e sonhos...

 

Hoje, depois de mais uma noite de insónias, a sofrer uma dor que não é a minha, mas que no fundo também o é, pela incompreensão desta falta de lógica e imperfeição no "chip do mundo" ( não devia ser permitido por "lei de Deus", que um filho, tivesse a idade que tivesse, morresse antes dos seus progenitores)... aqui deixo a homenagem sentida, a solidariedade possível, as lágrimas deixadas cair pelo rosto e escorridas pela alma, de quem ao Amar tanto os seus, sofre através daquele fio invisível.. que une todas as Mães e mulheres do mundo (tenho também pensado muito na namorada/mulher do André, ele que era do círculo de amigos do meu Hugo e que tinha exatamente a mesma idade dele).

 

Independentemente da classe social, da idade, do país, da cultura, das creças de cada uma ( e um... porque os pais também o sentem sem dúvida), os nossos filhos são a nossa vida e a continuação da nossa existência. E quando esse elo se quebra, quebramos nós também com ele.

 

Deus proteja todas as mulheres que passam tamanha provação, sejam elas quem forem.  Para mim, são mulheres como estas que personificam a força e a coragem. Heroínas, que se levantam, sem ter vontade de o fazer. Simplesmente porque, apesar de tudo.. a vida deve ser honrada. E vivida, nem que seja... por eles, esperando pelo dia de abraçar de novo os seus anjos desaparecidos da terra.

 

Hoje é uma segunda feira feia, triste. Mas... a vida, o dia a dia, as tarefas correm, essa é que é a verdade. E têm que correr, continuar. E os nossos que estão cá merecem-nos a nossa boa energia. Mais que nunca, não lhes podemos transmitir este terror de Mãe. A mim, no entanto, só me apetece, não largar os meus filhos, nem por um minuto. O medo não deixa de me correr pelas veias, essa e que é essa...

 

Não há borracha que apague aquilo que foi escrito com a força de Deus... ;( Só há a esperança de que a dor se transforme na paz do descanso...

 

Brincar à bonecas? Já Matilde? Estás tão crescida..

O desafio pegagógico era irrecusável para um sábado de manhã, com uma menina que acordou logo às 7.30... lol. Eu queria era entrete-la...

 

Levá-la a brincar, com a "desculpa" de ir conhecer uma boneca, a Corolle e nesta forma de lazer e atividade lúdica encontrar a intenção de estreitar laços familiares e sociais e eqnuanto elas (e também eles, eram poucos mas era essa vontade) brincavam, enriquecendo a auto-estima da criança nós, papás (se bem que eramos quase todas Mamãs), aprendiamos a "brincadeira como proposta pedagógoca".

 

E lá fui eu e Matilde, numa manhã de meninas passear até ao Atrium Saldanha , a convite da Loja Nas Núvens.

  

O Brincar como ferramenta para o desenvolvimento cognitivo, físico, emocional, social, emocional e cultural da criança ( o cuidadar do bebé, dar papinha, tapar, vestir..), foram temas abordados pela psicóloga Rita Alves e enquanto isso... a Matilde Estrela, acho que era a baby mais pequinita do grupo, ia curtindo como uma louca o carrinho do  Bebé Corolle, fazendo passeatas à volta do grupo de pais e meninos sentados no chão.

 

Apesar de ainda não entender algumas das coordenadas ( ela ainda tem 1 ano e 7 meses...), supreendi-me quando ela ficou louca de entusiasmo a dar de papar ao bebé... ai que querida... está mesmo a ficar uma crescida. O tempo não pára...

Este pedaço da manhã terminou com a Matilde Estrela e a outras meninas a trazerem um bebé Corolle para casa.. o que acho que vai ativar o seu sentimento Maternal de menina.. ai agora é que estou feita ;)

 

Sim, porque ouvi já da boca de Mamãs de outras meninas que às vezes se preocupam mais com o bem estar e necessidades das bonecas por que se apaixonam como se fossem filhinhas... do que dos próprios irmãos. Será assim mes?? Vamos avaliando a situação e depois conto como tudo se vai desenrolar por aqui ;)

Já não há ajudas como antigamente...

 

Meus Deus.. ir ao supermercado a meio do dia sozinha.. " só comprar umas coisinhas", acabar carregadíssima, ter que comprar os famosos sacos de 1 centimo - o problema é que pagamos por esta porcaria que nem qualidade para aguentar cheio até mais do que meio.. 
Vim eu.. e 6 sacos!!) da treta.


A caminho de casa 2 deles rasgarem-se completamente... Foi o pânico. Quase que precisava de banda sonora para acompanhar o ridículo da situação.


Melancia no chão... uma garrafa de groselha partida... tudo a fugir pelo meio da rua, fruta a rebolar para baixo dos carros.... Eu... a suar, a corre para aqui e para ali.. Ajudas!?? Népia.. 2 homens e uma senhora a passarem e a fingir que nem viram. E assim é esta sociedade, cada um por si ;(
Só á porta do meu prédio um vizinho me ajudou (acho que como nos podiamos cruzar mais vezes ficava mal não fazer nada) e... trouxe umas coisinhas até ao primeiro andar..


E pronto, agora depois de mais uma ginástic
a para arrumar os congelados lol... acho que vou almoçar algo para repor as forças.

 

Porraaaaaaa..... saio desta pequena história diária, a pensar como a sociedade está cada vez mais egoísta e individualista. Encontrar alguém fora do baralho é mesmo encontrar gente boa ...

Olá Verão... com um Gelado de Melão!

E depois do último artigo da bem comportada Dietista Marta Simões e as dicas para acabar

com a celulite, eis que volta o diabo da Gourmarta com um pequeno doce pecado! É que

chegou o verão e com ele, o calor e o sol, a praia e a areia, o mar e o sal! O remédio para tudo

isto é refrescar e comemorar...com um gelado de fruta fresca da época!

E o eleito é...o Melão! O melão é uma fruta de verão, hidratante e revitalizante. Cerca de

90% da sua constituição é água e é riquíssimo em carotenos, vitamina C, cálcio, potássio e

magnésio! Além disso, esta fruta agradável e sumarenta tem apenas 27 Kcal por cada 100g.

Ora dito isto, deixo-vos hoje com um gelado de melão polvilhado com canela e folhas de

menta! Para esta receita vamos precisar de 600g de melão fresco aos cubinhos, 120g de açúcar

branco, 200ml de natas para bater bem frescas e uma mais uma colher de sopa de açúcar,

folhas de menta e canela para polvilhar.

Cortar o melão aos cubinhos, juntar o açúcar branco e triturar com a varinha mágica ou

liquidificadora até reduzir tudo a puré. Eu fiz com o melão verde, mas o branco também é

óptimo! À parte, bater as natas com a colher de sopa de açúcar até que fiquem em chantilly.

Juntar os dois preparados e envolver muito bem mas suavemente. Colocar a mistura num

tupperware e polvilhar com canela. Tapar e levar ao congelador durante um dia.

O chato é ter mesmo que esperar um dia...mas está pronto! Um gelado fresco, cremoso e

simples! Ao servirem, polvilhem com folhas de menta picadas! O melão, a canela e a menta

ficam tão bem! Quanto a calorias, não se preocupem! Dependendo do grau de gulodice esta

receita dá para 6 a 8 porções. Contas feitas e 100g de gelado (...que já dá para encher a barriga

e deliciar...) tem apenas 130Kcal!

Espero que gostem!

 

 

receita de GOURMARTA

texto de MARTA SIMÕES (hoje menos dietista... e mais gulosa ...)

Outfit em tons de mar

E lá fui eu ontem, toda pipi dar uma voltinha no Rio. Do evento , trar-vos-ei mais pormenores amanhã ou depois.

 

Hoje, só o outfit em tons de Mar:)

               

Calças Ganga Yes Zee Portugal
Túnica Tendencias Moda
Botas Cubanas Shoes
Óculos Polaroid Sunglasses
Relógio Kyboe Portugal
Mala PARFOIS

Evento "Verão Vasenol Portugal" no veleiro Leao Holandes ;)

5 crianças que foram criadas por animais...

Estranho, muito estranho mas real, apesar de tudo...

 

Hoje trago-vos 5 história de criannças que, por uma ou por outra razão, foram criadas por animais não racionais. Elas não tiveram o apoio e a criação de pais humanos, e foram “adotadas” por animais que passaram as considerar como membros do grupo.

 

 

Uns porque foram abandonados, outros porque fugiram ou se perderam.. são histórias tristes mas verdadeiras e que nos alertam, a nós , pais e mães.

 

Estes casos, além de despertarem, obviamente grande curiosidade e levar à criação de lendas, levantam uma questão:

 

Seremos nós, resultado exclusivo dos nosso genes, ou as experiências  sociais que vivemos determinam o nosso comportamento?

 

Pensemos sobre este tema conhecendo alguns casos que separamos de crianças criadas por animais, ao longo dos últimos anos e em todo o mundo:

1. Oxana Malaya

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Filha de pais alcoólicos, Oxana, nascida em 1983, passou grande parte da sua infância, dos 3 até os 8 anos, a viver num canil no quintal da casa da família em  Novaya Blagoveschenka , da Ucrânia.

 

Sem atenção e acolhimento dos pais, a menina encontrou abrigo entre os cães e se refugiou num barracão habitado por eles nos fundos da casa. Isso fez com que a menina aprendesse seus comportamentos.

 

O vínculo com a matilha de cães era tão forte que as autoridades que vieram para salvá-la foram expulsas na primeira tentativa pelos cães. As suas reações eram iguais aos sons de seus cuidadores. Ela rosnou, latiu, andou por todos os lados como um cão selvagem, cheirou a comida antes de comer, e foi encontrado nela sentidos extremamente aguçados de audição, olfato e visão.

 

Ela só sabia dizer “sim” e “não” quando ela foi resgatada. Quando foi descoberta, Oxana achou difícil de adquirir habilidades sociais e emocionais humanas . Ela tinha sido privada de estimulação intelectual e social, e seu único apoio emocional veio dos cães que ela vivia.

 

Quando foi encontrada em 1991, mal conseguia falar.

 

Desde 2010, Oxana reside em um lar para deficientes mentais, onde ela ajuda a cuidar das vacas na fazenda da clínica. Ela afirma que é mais feliz quando está entre os cães.

2. John Ssebunya

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Depois de ver sua mãe a ser assassinada pelo seu pai, um rapaz de 4 anos, chamado de John Ssebunya fugiu para a floresta.

 

Ele foi encontrado, em 1991, por uma mulher chamada Millie, integrante de uma tribo de Uganda. Quando foi visto pela primeira vez, Ssebunya estava escondido em uma árvore.

 

Millie voltou para o vilarejo onde vivia e pediu ajuda para resgatá-lo. Ssebunya não apenas resistiu como também foi defendido por sua família adotiva de macacos.

 

Quando foi capturado, o seu corpo estava coberto por ferimentos e seus intestinos infestados por vermes.

 

No começo, Ssebunya não sabia falar e nem chorar. Depois, ele não apenas aprendeu a falar como, também, aprendeu a cantar, tornando-se parte em um coral infantil chamado Pearl Of Africa (“Pérola da África”).

 

Ssebunya foi tema de um documentário produzido pela rede BBC, exibido em 1999.

3. Madina

madina

 

 

Acima, a menina Madina. Abaixo, sua mãe biológica.

 

O caso de Madina é parecido com o primeiro aqui mostrado – ela também era filha de mãe alcoólica, e foi abandonada, vivendo praticamente até seus 3 anos sendo cuidada pelos cães.

 

Quando foi encontrada, a menina sabia somente 2 palavras – sim e não – e preferia comunicar como os cães.

 

Por sorte, devido a pouca idade, a menina foi considerada física e mentalmente saudável, e acredita-se que ela tem todas as chances de levar uma vida relativamente normal quando crescer.

4. Vanya Yudin

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Em 2008, em Volgogrado, na Rússia, assistentes sociais encontraram um miúdo de 7 anos de idade que... vivia entre os pássaros.

 

A mãe da criança, tinha-o criado dentro de um apartamento minúsculo, cercado por gaiolas de pássaros e alpista.

 

Chamado de “menino-pássaro”, a criança era tratada como ave pela sua mãe – que jamais falava com ele.

 

A mulher não agredia a criança e nem deixava com que ela passasse fome, mas deixou para os pássaros a tarefa de ensinar a criança a falar. De acordo com o jornal Pravda, o menino piava ao invés de falar e, quando percebia que não estava sendo entendido, começava a abanar os braços do mesmo modo que os pássaros batem as asas.

5. Rochom Pn’gieng 

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A chamada "Garota da Selva" é uma mulher cambojana que emergiu da selva naProvíncia de Ratanakiri , Camboja em 13 de janeiro de 2007.

 

Uma família de uma vila próxima alegou que a mulher era sua filha de nome Rochom Pn’gieng (nascida em 1979) com 29 anos de idade que havia desaparecido 18 ou 19 anos antes.

 

Ela chamou a atenção internacional depois de sair suja, nua e assustada da selva densa da Província remota de Ratanakiri no nordeste do Camboja em 13 de janeiro de 2007.

 

Depois que um morador reparar no desaparecimento de alimentos de uma caixa, ele demarcou a área, localizou a mulher, reuniu alguns amigos e apanhou-a.

 

 

Ela acabou por ser reconhecida pelo seu pai, o políciaKsor Lu, por causa de uma cicatriz nas costas. Ele disse que Rochom P’ngieng ficou perdida na selva cambojana com a idade de oito anos quando pastoreava búfalos com sua irmã de seis anos de idade (que também desapareceu).

 

Uma semana depois de ser descoberta, ela apresentou dificuldades para seajustar à vida civilizada. A polícia local informou que ela só foi capaz de dizer três palavras: “pai”, “mãe” e “dor de barriga”.

 

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A família assistiu Rochom P’ngieng o tempo todo para ter certeza de que ela não fugiria de volta para a selva, como ela tentou fazer várias vezes. A sua mãe tinha que vesti-la vezes e vezes sem conta porque ela tentava despir-se.

 

Em maio de 2010, Rochom P’ngieng fugiu de volta para a selva. Apesar do empenho nas buscas, não conseguiram mais encontrá-la.

 

Brunch, óculos de sol, brincadeiras e malas de viagem? Sim, a nossa manhã foi assim;)

A Press Club fez o convite e eu acedi. 

 

E acedi, principalmente porque a Joana insistiu para eu levar os meus luminosos comigo.

"Assim passo um pedaço da manhã com eles" pensei eu. E assim foi. Hoje foram os dois mais tarde para a escolinha e rumámos os três a este gabinete de Rp que representa uma serie de marcas de elite. Hoje, receberam-nos com um brunch maravilhoso ( que os miúdos adoraram, até mais que eu, que andei preocupada com as asneiras que andavam a fazer lol) e cruzámo-nos por lá com alguns outros bloggers e jornalistas.

 

Fomos conhecer a nova coleção e especialmente as carateristicas especiais dos óculos de sol Polaroid Eyewear.

  

Irrequietos mas cativantes, lá andaram eles... Foi bom levá-los mas foi uma hora que pareceram 3 ;)... corriam pelos corredores, entornaram sumo, o Afonso escondeu-se no armazém, quase deitaram um maquinão fotográfico ao chão ... :) enfim... o que vale é que depois estes rebeldinhos se riem e derretem toda a gente com o seu arzinho de quem não parte um prato... 

A Mamã, lá tentou tomar atenção ao que lhe diziam sobre as " características mágicas" destas lentes da Polaroid, mas com os olhos sempre postos nos seus diabretes ( que já estavam escondidos entre um monte  das mais famosas malas do mundo, as "Rimowa") só quando as experimentou percebeu  loucura que são. 

 

Polarizadas, super resistentes, não permitem que os nossos olhos se ofusquem perante o sol, temos uma percepção precisa da cor, o cansaço da vista é reduzido,  protege obviamente contra os UVA, UVB e UVC... ah... e... resistem ao choque como nenhum ( presumo que as pisadelas dos putos, o que é realmente uma óptima noticia!!)

 O Afonso, vaidoso, também experimentou e trouxe estes, com os aros verdes, com ele. Eu, escolhi os vermelhos (foto mais abaixo).

Ah.... e eu deliciei-me com esta edição especial Hello Kitty com brilhantinhos Swarovski, meu Deus... as miúdas hoje em dia já podem andar mesmo chiques ;)

 

Bem, depois de muito esconde-esconde e da simpatia da Patrícia, Joana e Andreia que me guiaram nesta viagem a um mundo de lentes polarizadas e a sua importância para a saúde tanto dos olhos dos adultos como das crianças, peguei nos meus babies e... siga para a escola que... o dia da Mamã ainda vai ser longo...

 E lá fomos assim, todos contentes, à nossa vidinha, com mais uma manhã passada em conjunto, tal como eu (e acredito que eles) gosto ;)

 

Ah... e já de óculos Polaroid Lenses colocados, claro, não podia ser de outra maneira... 

Lammily: A "boneca normal"

 

"O normal e bonito" é este o lema deste artista. Nickolay Lamm criou a Lammily, a boneca criada com as proporções médias reais de uma garota de 19 anos.

 

Segundo o mesmo, o objetivo é o de mostrar que "o normal é bonito". Para produzir estas bonecas, o artista está a receber pré-encomendas numa uma campanha de crowdfunding, que já arrecadou mais de $440.000,00 DÓLARES! 

 

Tudo isto nasceu, numa espécie de campanha "anti- Barbie", uma boneca que parece inofensiva, mas através da qual estamos, no fundo a impor padrões de beleza irreais para nossas crianças. E por isso..gerações de meninas crescem frustradas e inseguras com seus corpos. 

 

Aqui a "normalidade" impera, nem gorda nem magra, nem linda nem feia. Normal.

 

O que vos parece?

 

Lammily boneca barbie realista 1
Lammily boneca barbie realista 2Lammily boneca barbie realista 3

 

 

 

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