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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Feliz 2013 da famelga cá de casa!

Acabámos de fazer esta "sessão" de fotos cá em casa... muito à pressão antes dos nossos convidados chegarem.

O Papi Hugo sacou "fotos à séria" que depois divulgo. Esta é uma brincadeira " instagramica" do IPhone, só para vos desejar tudo de bom em 2013!

Beijos e obrigada pela companhia que me têm feito este ano. Espero que  no próximo sejamos mais e mais felizes <3



Smokings e reveillon suits para bebés... Também merecem ;)


Para nós será mais um... mas para os nossos  bebés será o primeiro ano e também têm direito a estar chiques no reveillon ou não?

Inpirem-se  ou derretam-se...

Boas entradas! Para eles... e para nós :)

Estes, encontrei em sites na sua maioria estrangeiros, mas há dois anos comprei um babygrow muito giro ao Afonso na H&M que é este primeiro baby que se segue ;)


Afonso Luz no seu primeiro reveillon







































Uma das grávidas do ano!? Uau!





O Blogue "As Maravilhas da Maternidade" decidiu eleger as grávidas que se destacaram no ano que está a acabar... e eu sou uma das eleitas!!! Dj Mummy in tha house yéééé!

Se estou babada!? Se estou! Eheheh... A Matilde, mesmo antes de nascer já era gira e recomendava- se ;)

Ora vejam, já agora... as outras  MummyTrend Setters aqui:

As Grávidas Top Style do ano ;)

A Sónia do "Cócó na fralda" em entrevista à "Barriga Mendinha"





Já lia o “Cócó na fralda" antes de me tornar “blogista” desta vida. E sempre achei este fenómeno (a página da Sónia tem à volta de 20 mil visitas por dia, o que no Universo português é uma brutalidade) muito curioso. Como é que as “trivialidades” do dia-a-dia de uma mãe/profissional, como tantas outras, “pegaram“ assim e têm tantos seguidores.

Entrevistei- a e percebi que uma das razões do seu sucesso tem a ver com a sua energia e alto astral ;)
Ora sigam a minha curiosidade, que espero que satisfaça também a vossa...


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Imagina que eu não percebo nada do mundo cibernauta. O que é ser uma blogger? (Já tentei explicar várias vezes à minha avó e apesar de ela acenar com a cabeça acho que ainda não percebeu...)

Para alguém que não percebe nada o mais fácil é dizer que é como um diário, só que visível a toda a gente. Logo, terá sempre de ser um diário mais controlado...



Para além do óbvio (mulher com 3 filhos, sendo uma delas bebé) porque o nome “Cocó na fralda”? Não tiveste medo de ser mal aceite pelos leitores?

Porque queria que se percebesse que o meu blogue não era um típico Babyblogue, daqueles que agoniam só de passar os olhos quanto mais de ler. Cheios de coraçõezinhos e uma permanente convicção de que os filhos são génios e coisinhas maravilhosas. Eles são-no, claro, para qualquer mãe que se preze... mas o que eu não queria era ter um blogue assim baboso. No início ele servia sobretudo para desabafar quando estava com os miúdos pelos cabelos. Era quase um muro das lamentações, mas sempre com bom humor. E, por isso,"cocó na fralda" pareceu-me que explicava bem o que queria que o blogue fosse: «ok, aqui fala-se de criancinhas mas nem sempre das coisas adoráveis das criancinhas. Aqui fala-se do seu lado lunar e dos momentos em que temos vontade de lhes apertar o pipo.»




Quando escreves um post tens sempre em mente que ele vai ser lido por mais de 20 mil pessoas ou escreves como se fosse um recado para ti mesma e para os teus amigos e conhecidos (como, por exemplo numa página de FB pessoal e com um número muito mais modesto de leitores)?

No início escrevia como se fosse para mim. Mesmo quando passou a ter maior visibilidade, escrevi durante muito tempo sem ter muito essa noção. Hoje confesso que penso bastante mais antes de escrever o que quer que seja. Porque aprendi que as pessoas se ofendem com pouco e que é preciso ter muito cuidado para não atingir, sem querer, alguém que esteja do outro lado. Acho que, nessa medida, ser blogger também me ajudou a ser melhor jornalista. Porque enquanto jornalista nunca tive um feedback tão directo e imediato. Logo, nunca cheguei a saber se estaria a ofender ou a melindrar alguém. Escrevia com a pena mais solta. O blogue deu-me a exacta noção da imensa susceptibilidade das pessoas, logo... tornou-me mais cuidadosa.


O teu blog (e a maioria deles) acaba por ser uma espécie de diário/crónica da tua vida. Como te sentes com essa exposição? Apesar de ser expontânea, nunca te foi desconfortável ou causou questões de ética da tua própria privacidade?

Não. Aquilo que ponho no blogue é uma ínfima parte da minha vida. Não tem nada de privado, na minha concepção do que é privado. Privados são as nossas conversas íntimas, os nossos momentos mais profundos. O blogue tem apenas aquilo que eu quero que se saiba. Nada mais. E há tanto que ninguém sonha... Mas creio que o que faz de um blogger um bom blogger é dar a ideia de que as pessoas conhecem tudo sobre si, dar-lhes essa ilusão de intimidade e de proximidade quando, na verdade, aquela é uma pequenina percentagem do seu eu.



Foste durante muitos anos jornalista. Fazer isto é tão, mais ou menos compensador profissionalmente?

Rita, eu não fui jornalista... eu sou jornalista. É esse o meu trabalho, a minha profissão! O blogue começou como um passatempo e continua a ser apenas um extra. Mas não sou blogger, no sentido profissional! Nem pretendo ser. O que eu sou é jornalista. Colaboro semanalmente com a revista Notícias Magazine, do Diário de Notícias e Jornal de Notícias, onde faço reportagens, tenho uma rubrica semanal no Jornal de Notícias, tenho uma rubrica mensal na Pais & Filhos, outra colaboração mensal na revista Selecções do Reader's Digest. E tive, até há uns meses, um programa diário na Antena 1, onde entrevistava todos os dias um vencedor...




No teu blog falas da família, do Amor maternal, das rotinas do casal... A vida de uma “mãe de família moderna” tem realmente um sabor agridoce?

Tem, claro. É dificílimo conciliar a vida profissional, a vida de casal, a vida de mãe, e ainda postar umas coisas no blogue... Há dias em que tudo corre de feição, há outros em que a vida profissional não corre bem e quem paga é a família, com o nosso mau humor, outras vezes é a profissão que sofre pela atenção que é preciso dispensar à família. Há dias em que eles parecem uns anjinhos, outros em que parecem possuídos pelo demo. Há dias em que uma mãe se sente mesmo boa mãe, outros em que sabe que falhou em toda a linha. Não é fácil. Mas é por isso que é tão encantador. :)


Como lidas com as críticas acerca deste género de plataformas onde a escrita light se tornou ordem do dia e os temas mais recorrentes são os banais do dia-a-dia?

É-me absolutamente indiferente. Há sempre gente pronta a criticar tudo, é tãoooo aborrecido. E depois, por outro lado, não creio que a escrita tenha de ser light apenas porque os temas são os banais do dia-a-dia. Escrevo no blogue com o mesmo cuidado com que escrevo nos jornais, nas revistas ou para a rádio. E acho que os blogues puseram mais pessoas a ler. Não são livros, é certo. Mas há muita gente que não lia absolutamente mais nada que não os rótulos dos produtos que comprava no supermercado e as tabuletas na estrada. E que agora não passam um dia sem visitar os seus blogues preferidos e que lêem mesmo muito! E por vezes até arriscam livros, aconselhados nos blogues de que gostam... E, vejamos, haverá sempre espaço para tudo: para os blogues sobre política, literatura, artes plásticas... e haverá sempre livros e filmes e exposições e concertos... E haverá sempre velhos do Restelo, prontos a maldizer tudo.
Outros blogs que recomendes e porquê. 

Sou franca: leio muito poucos blogues. Não é por petulância, é mesmo por falta de tempo. Acumular tantos trabalhos, ter um marido, três filhos e um blogue deixa-me pouco tempo para ler outros blogues. Porque depois gosto muito de ler livros, de ver séries, de viajar. Mas vejo o da Pipoca Mais Doce, porque a conheço e foi quem me incentivou a criar um blogue, leio o Agatha Christie porque é de uma grande amiga, o Coisas que Tal, o Dias de uma Princesa por serem de mães fantásticas que também conheço... olha, reparo agora que conheço todas as pessoas dos blogues que visito, o que diz muito sobre mim e sobre o meu conhecimento do mundo blogosférico.



Já lançaste um livro, o teu trabalho está entre os “blogs de elite” do Clix.pt, tem fieis seguidores/as. Onde pretendes chegar, profissionalmente e como mulher?

Pretendo continuar a ser jornalista, como sou há 16 anos, continuar a conhecer histórias maravilhosas de pessoas que, se não tivesse esta profissão, jamais conheceria. Tenho um outro livro na calha, gostava um dia de me dedicar à ficção mas acho que vou ter de esperar que os meus filhos cresçam e cheguem à idade em que já não me queiram ver à frente. Como mulher, quero continuar a ser feliz ao lado do homem da minha vida, com quem estou casada há quase 13 anos e por quem continuo apaixonada. De resto, apanhas-me na véspera de ir com ele (e sem as adoráveis criancinhas) 4 dias para fora, em clima de romance, que é algo que fazemos pelo menos uma vez por ano.

Passatempo ganha um HTC Chachacha powered by clix.pt



Temos um novo passatempo! Desta vez é um presente só para as mamãs (de vez em quando precisamos de algo só para nós). Por isso desta vez temos para vos oferecer um HTC Chachacha!

Para ganhar este telemóvel têm de fazer estes passos:
- Ser fã da página do Facebook da Barriga Mendinha
- Ser fã da página do Facebook da Clix
- Ser fã da página do Facebook do GoDirect Group
- Deixar um comentário num dos posts do blog Barriga Mendinha e partilhar um post do blog, à vossa escolha
- Partilhar a aplicação do passatempo

- Fazer registo na opção email ou automaticamente via Facebook (este é o último passo a fazer na App)


Cada uma destas acções dá direito a uma entrada no passatempo, quantas mais fizer mais hipóteses tem de ganhar.
Quem fizer estas várias acções, até final do dia 29 de Dezembro, entra no sorteio do telemóvel HTC que terá lugar no facebook oficial da Barriga Mendinha

Boa Sorte!

"Fazes parte das nossas veias" Feliz Natal amor!




Há coisa de 2 anos atrás conheci um menino. Mais precisamente há 2 anos e meio. Ele surgiu na minha vida assim de rompante. Chorando um dia, sorrindo o outro, fazendo a minha vida valer a pena, mesmo quando não me deixava dormir e eu resmungava cansada ou quando me tinha que debater com uma solidão típica de mãe solteira.

A esse menino, quis o destino (e a mãe) chamar Afonso Luz. A esse menino ofereceu, também, o Universo, o poder de melhorar o que estava à sua volta e os que estavam perto de si. Era realmente uma Luz.

Digo que o “conheci”  nessa altura, porque, no fundo sempre soube que ele viria encontrar-se comigo, só não sabia bem quando, nem como, nem em que condições. E ele veio. Na altura certa. Porque mesmo com dificuldades, a  altura em que se conhece o Amor incondicional só pode ser a única, a hora certa e... a nossa própria mudança acontece. Eu era uma pessoa diferente da que sou hoje. Tão diferente. A essência era a mesma, mas as prioridades, sonhos, passos e decisões tomadas eram radicalmente ao lado. Foi o meu abrir para a vida eterna. Sim, porque, como me disse um dia uma amiga, "Ser mãe torna te Eterna“...

A minha gravidez foi passada num misto de solidão repleta de sonhos e instabilidade emocional mas certa de que aquele era o caminho. Sem o pai dele por perto, devido a uma opção muito pensada mas sofrida, desde cedo este menino ainda me ficou mais colado à pele. Ao coração. À vida, que deixou de fazer sentido sem ele.

As dificuldades logísticas, profissionais, até familiares existiram nesta fase. Como existem quase sempre na vida de uma artista, freelancer, que vive mês a mês procurando a realização pessoal, profissional e financeira. Mas agora era Ele o meu centro.

O apoio familiar (Mãe e irmã principalmente) foram essenciais nos primeiros tempos. Senti-me um pouco menos sozinha e tive com quem partilhar o medo que sempre me assombrou de que me tivesse que separar deste meu novo e intenso Mundo. O meu filho, o seu cheirinho, o seu palrar, a sua alegria, as suas descobertas, que eu queria sentir e acompanhar dia a dia perto de mim.




Mas cedo vieram as visitas ao pai. A opção foi minha e tinha, por isso, ainda mais que respeitar estas saídas apesar de ficar com o coração na boca. Sabia que, ao ter tomado este caminho, o da separação (acredite, quem me aponta o dedo que não havia outra opção. Uma criança não deve ser submetida a discussões e ambientes tensos e impróprios), o pai teria o direito de o ver, visitar, levar para sua casa, passar tempo com ele. Ele seria também importante no seu desenvolvimento e descoberta emocional. E assim foi. 

Logo aos 2 mesinhos, o pai começou a passar fins de semana com ele e, mesmo a saber que ele era bem tratado, amado, acarinhado... não só a minha alma, como os meus olhos ficavam muitas vezes a chorar: Sou mãe, não consegui conter este sentimento.






Dois anos passaram. Para mim, parece pouco tempo mas não me posso esquecer que para o meu bebézão.. 2 anos equivalem à sua vida inteira. Uma vida que já passou por tanto, mas que eu tenho a certeza de ter conseguido proteger das confusões, más energias, discussões, tristezas. 

Tem crescido saudável e aprendido tanto. Sinto-me tão orgulhosa dele. E acho que, no fundo, também de mim, que ao passar pelas “minhas“ tempestades o tenho deixado sempre debaixo do telheiro, a ver a turbulência passar ao largo sem se aperceber sequer do que se passava...

A “pessoinha” que se está a tornar é muito bonita. Já a descobrir princípios, a distinguir o correcto do incorrecto a entender quem o ama e a saber como lidar com uma Mãe e um Pai que não vivem juntos. Um “Papi“ e amigo que o adora e que é pai da nova mana que nasceu na sua vida, uma tia que está na casa que também é a dele fim-de-semana sim fim-de-semana não... vários avós... uns biológicos, outros de coração, primos, amigos... enfim... a verdade é que lá se vai, para orgulho da Mãe adaptando e sendo feliz!

Chegámos agora ao Natal. O 3º da sua ainda curtinha e intensa vida.

O 1º passou inevitavelmente junto a mim, ainda o amamentava, tinha só 2 mesinhos. Vestiu se com um baby grow de pai Natal e foi... O ano da Mudança. 

O 2º Natal também esteve só por cá, porque o Pai estava a viver em Londres e mais uma vez, a casa da minha mãe e os nossos mais próximos acolheram a nossa felicidade no dia 24. No dia seguinte, a 25, foi o primeiro contacto, com aquela que viria mais tarde a ser a nossa família de coração, a do pai da Matilde (no ano passado ainda nem sonhávamos que iríamos ser pai deste doce de menina um ano depois...). O Afonso começou, nessa altura, a entender que o Natal era uma época diferente,  de festa, de união.




Mas este ano a época será diferente. Pela primeira vez, o meu caracolinhos vai passar esta quadra longe de mim. Com toda a legitimidade do pai e da sua família, que depois da incursão no estrangeiro, está a estabilizar a sua vida e como tal a firmar laços com o seu filho. E ainda bem. Racionalmente, é obvio que prefiro um pai presente e que o ame do que um ausente e que não se importe. Emocionalmente... não deixo de sofrer com a sua ausência.

Este ano, a vida e as escolhas da mesma, trouxeram-me uma Estrela, a Matilde. O meu segundo filho, a família que sempre desejei... os amigos e familiares dizem-me: “Não fiques triste no Natal, agora tens a Matilde...”. Quem diz isso, não entende que ela não o substituirá, nem o contrário nunca acontecerá. Acontece-me pensar, com algum sentimento (acho que compreensível) de culpa, se a Matita será mais feliz que ele só porque tem os pais juntos, porque vivi uma gravidez lado a lado com o seu pai... 

Sinto-me, num primeiro momento impotente e instável neste género de emoções, mas depois, percebo que não posso fazer nada, a não ser dar-lhe a educação e as explicações adequadas para que ele saiba lidar com isso (e também a irmã, que chegará a uma época da vida em que não perceberá muito bem porque é que o mano não está sempre presente, porque é que tem outro quarto e outra casa e outros pais, porque é que às vezes têm uma vida tão parecida e outras vezes tão diferente).

Os Natais, por exemplo. Este Natal, tão estranhamente ambíguo para mim. Tão mais triste por não ter o meu Anjinho de Luz ao meu lado. Tão mais feliz por estar acompanhada com a nova Estrela do meu Céu. Um filho longe. Um filho perto. UM só coração para viver as duas realidades.

Mais um ensinamento da vida, que a mim, sistematicamente,  me tem ensinado da forma  mais irónica, curiosa, kármica e ambígua que... não podemos ter tudo. Eu pelo menos, não posso. Nunca pude. E agora só o sublinho de forma mais dolorosa mas também mais tranquila. Uma dor madura  que tenho que aceitar para que todos passemos bem por tudo isto.

O meu coração sofre porque o Afonso não está comigo. Foi embora hoje e só voltará na 3a-feira, depois da noite de Natal, da consoada. Sei, no entanto, que ele estará contente e entretido na família do pai. E isso apazigua-me um bocadinho. No fundo ser mãe também é isto: Nunca mais seremos um Ser à deriva sozinho por aí a navegar no mundo com as suas próprias e egocêntricas decisões. Nunca mais estamos sós. Para o bem. E para o mal.

Amo-te  muito meu Filho.

Feliz Natal para ti! Desejos do núcleo duro cá de casa, deste lado do teu coração... Estarás a cada minuto no coração. 

Fazes tão parte de nós como as nossas veias.

Oferece-se... MÚSICA!

                                         
                  Christmas dj 's. Oh Yeah ;) - Rita Mendes e Sofia Gião


Que a Música é Amor acredito que todos os que tenham os sentidos no sítio o saibam.

Que a Música é algo que se oferece já é um pouco mais estranho e difícil de entender, tendo em conta que ela é de todos, não tem dono nem local de permanência.

No entanto, foi o que fiz hoje. Ofereci-a da forma como um dj pode fazê-lo, porque ele é, atualmente um indiscutível veículo para ela chegar ao seu público. E o meu público hoje foi tão especial...

Os meninos da Santa Casa da Misericórdia foram pela primeira vez na vida a uma discoteca (uma matiné, atenção...) e eu tive a honra de lhes dar “a primeira dança” num local fora das portas da sua instituição. 

Coisa tão simples mas tão saborosa, basicamente por ter conseguido ver neles um encanto e alegria que já pouco se vê noutras crianças “mais sortudas“ e a quem tudo é uma espécie de dado adquirido.

As djs de serviço fui eu e a dj Sofia Gião. O local foi o BBC e o set, bem, o set, foi algo nunca ouvido... MESMO!  Desde o Avô Cantigas e a Xana Toc Toc até ao Gangnam Style e ao David Guetta... Enfim, aquilo que nunca passaria num gig normal, mas que eles adoraram . E só podia ser assim.



As mãozinhas da esperança... O quadro feito por eles ;)


No fim, fui homenageada com um quadro que os meninos mais pequeninos fizeram. Um quadro lindo coberto com os prints das suas mãozinhas. Mãozinhas cheias de esperança numa vida melhor, numa sorte qualquer que os bafeje num destes dias com a chegada de uma nova família, de um futuro, de uma profissão, de uma vida que valha a pena.

Ao meu filho Afonso, que foi comigo, não consegui ainda explicar, por ser muito pequeno, que a sorte nem sempre nasce com todos,que as injustiças existem, que meninos abandonados também têm coração e que às vezes esse coração é maior que o mundo (que os engole). Mas acredito, no entanto, que sentiu a energia. Que me sentiu a mim feliz por esta simples tarefa mas que tanto me gratificou. Que sentiu que meninos são iguais em todo o lado e todos são, no fundo “irmãos“.

Agradeço à minha amiga do coração Bebiana, cujo sonho era presentear estas crianças com um dia feliz, por se ter lembrado também ela de mim para esta tarefa. Venham mais ações destas, querida amiga, abraçadas pelo teu profissionalismo e paixão. Só tu, pela tua história de vida, sabes como ninguém o que esta Matiné foi para este grupo de miúdos...




A " minha" Bebiana Azevedo, que organizou tudo isto com a cabeça no sítio e o coração na boca...


Ajudar os outros a sorrirem, também nos ajuda a nós... a sorrir.

E agora... que a Música continue a tocar na vida deles, mesmo depois de nós nos termos ido embora ;) Talvez, quem sabe, o dia de hoje tenha sido um começo...

Festa de Natal no "Rei Bebé"

É a altura dos espetáculos de Natal nas escolinhas dos babies. 

E lá fomos nós para o “Rei Bebé” ver o nosso reizinho mago levar ouro, incenso e mirra ;)

Aqui fica a possível reportagem fotográfica de um agradável e confuso fim de tarde ali para os lado do Campo Grande... 

(Brutal quando os papás - eu incluída, claro -ficam tão babados com as patetices envergonhadas e atabalhoadas das suas crias lol. Abençoados sejam que nos fazem sempre sorrir...)









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