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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

A Matilde já nasceu ;)


Meninas e meninos seguidores e amigos da "minha barriga";)

Já nasceu a Matilde e estamos muito felizes!

Ainda estamos na Clínica de Sto. António onde nasceu a Bebé e por isso o tempo é pouco para postar "como deve ser" aqui no blog...

Mas passo só para vos agradecer todo o mimo e dizer que na nossa página de Facebook está tudo descrito e podem acompanhar mais de perto o que foi o meu trabalho de parto e todo o restante processo até agora.

Mil beijos nossos. Obrigada pela boa energia.

A mamã Rita, o Papá Hugo, a bebé Matita e o mano Afonso estão de sorriso nos lábios e gostam de o partilhar com vocês!

Até já...

FB BARRIGA MENDINHA

Caminhando para o futuro.:)
Matilde fazes agora tambem parte do nosso rumo ♥"

Está quase...



Já não deve faltar muito para que sejamos 4 cá em casa. A sensação de estar a construir assim uma família é algo indiscritível e que irei proteger como uma leoa...

Mesmo nas alturas difíceis, ansiosas, medrosas, de incógnita, agradeço ao Universo por finalmente me oferecer a Força, a Magia, a Energia do Mundo.
Amo vos como achava não ser possível: Hugo Caetano. Afonso Luz. Matilde Estrela (anda que já estamos todos à tua espera...)
 

Os filhos mudam tudo...

Decidi transcrever na íntegra um texto que me “ bateu“ muito.

Principalmente por ser escrito por um homem, porque as mulheres, como já se sabe, costumam ser mais indagativas acerca destes temas e pensam muito sobre as coisas e teorizam... às vezes até demais.

Mas assistir assim a esta catadupa de conselhos, divagações, constatações e preocupações saídas da cabeça de um homem faz nos pensar que ainda nem tudo pode estar perdido.  A humanidade ainda pode ter conserto. E as relações entre homens e mulheres também...

Ter filhos, passar por uma gravidez “a meias”,  mudar totalmente de vida, não se trata só das histórias cor-de-rosa que muitas vezes se veiculam (no fundo, talvez até também para animar a ”a coisa”). 

Muitas vezes surgem situações, pensamentos, medos, realidades dificeis de gerir. Ao ponto de haver cada vez mais casais que se separam durante a gravidez ou logo depois de terem um bebé.

Leiam e absorvam com a emoção que eu absorvi.

E já agora, se não conheciam este blog... não perdem nada em espreitar que é muito bom. Cá fica o link :

http://oarrumadinho.clix.pt/

Até logo e boa leitura :)



"Os filhos mudam tudo.

Deve ser uma das frases que mais oiço a pais vividos, quando em conversa com os pretendentes a papás.
E na verdade os filhos mudam tudo.
Há quatro dias, uma das minhas melhores amigas foi mãe.
Há três dias, um dos meus melhores amigos, que foi pai há uns meses, separou-se.
A ela tive de dizer que os filhos mudam tudo, e alertei-a para muitos perigos de quem já passou pelo nascimento de um filho; a ele tive de dizer que os filhos mudam tudo, e tranquilizá-lo quanto ao futuro, porque também já passei por tudo o que ele está a passar.

Hoje, acho que os filhos mudam tudo, mas tenho a certeza de que é fácil ser-se feliz com a nova realidade que nos bate à porta de um dia para o outro, e que nos rouba muitos momentos fantásticos a dois, substituindo-os por outros que podem ser ainda melhores, mas a três. E o mais importante de tudo é mesmo ter a noção do que se vai encontrar, perceber o que vai mudar, ter consciência do trabalho e das privações que vamos ter pela frente, e estar preparado para todo esse mundo novo.

A maior parte dos casais que se separam após o nascimento de uma criança não sabem lidar com esse mundo novo. Não o dominam – deixam-se dominar; não o enfrentam – anulam-se; não percebem que a vida deles não acabou – está apenas a começar num novo formato.

Os medos delas

Homens e mulheres têm posturas diferentes relativamente à questão da gravidez/nascimento da criança. Já assisti a imensas discussões sobre este assunto e quase todos batem nas mesmas teclas.
Elas sentem-se mal com o corpo, porque engordaram como nunca e têm borbulhas, e tornozelos agigantados. Sentem-se mal de saúde, porque estão muitas vezes enjoadas, e inchadas e com dores de costas. Sentem-se com a auto-estima em baixo, porque se acham feias e desinteressantes. Sentem-se amedrontadas, porque têm medo de falhar, têm medo do desconhecido, têm medo de não corresponder ao que lhes é exigido, têm medo de não saber tratar de um bebé. Sentem-se inseguras, porque acham que os parceiros já não as acham sexy e vão querer saltar para cima da colega de trabalho. Sentem-se perdidas, porque já não estão a trabalhar, mas também ainda não têm assim tanta coisa para tratar relativamente ao nascimento da criança. Sentem-se receosas, porque fazem contas à vida e começam a perceber as despesas todas que vão ter. Sentem-se pressionadas, porque os pais e os amigos estão sempre a dar palpites sobre o que elas devem fazer e não fazer.

Na verdade, tudo isto gera, muitas vezes, depressões pré ou pós-parto. Há casos, até, de depressões pré e pós parto, que podem durar por um período indeterminado. Mas como qualquer doença, também isto se cura. O problema maior é mesmo que o doente reconheça que está doente, e esteja disposto a tratar-se, o que nem sempre acontece.
Grande parte dos conflitos entre os casais que têm ou vão ter o primeiro filho advém de algumas destas fragilidades e mutações por que o casal passa. 

O papel deles

Ao homem cabe o papel de tentar, de alguma forma, tranquilizar a mulher, ajudar em tudo o que lhe for possível, não deixar que ela entre em pânico, continuar a dar-lhe provas de amor e, também ele, começar a preparar-se para a tal nova realidade que aí vem e que lhe irá, seguramente, alterar rotinas, prioridades, sonos, programas.
Sinceramente, acho que só é possível superar todas as dificuldades relativas ao nascimento de uma criança se a relação entre o casal for muito forte, cúmplice e assente em amor, amizade e companheirismo. Se uma qualquer destas coisas começa a faltar, o mais provável é a torre vir abaixo. Se o amor já é fraco, ou ainda não é suficientemente forte, a vontade de parte a parte em superar tudo e muito menor. Se não há companheirismo, perde-se o respeito, e sem respeito vai-se o amor, e sem amor vai-se tudo.
Este é um jogo de equilíbrios delicado que assusta um bocadinho, mas que todos devem estar cientes de que existe. Mas se decidimos que vamos a jogo temos, os dois, de conhecer as regras.

Os pais que se anulam

Outro dos maiores problemas após o nascimento da criança tem a ver com o facto de muitos pais deixarem-se anular por completo. Deixam de fazer tudo, mas mesmo tudo, por causa da criança. Não há cinemas, não há férias, não há jantares de amigos, não há saídas a dois, porque primeiro está o bebé. Naturalmente que quem nunca teve um filho fica assustado com essa tal realidade nova, não sabe o que fazer, mas por isso disse antes que é preciso conhecer as regras de jogo, e as regras de jogo dizem que é preciso ter bom senso, é preciso ser adulto, é preciso perceber que sem momentos de felicidade a dois (ou até sozinhos - porque também precisamos de tempo para nós, homens e mulheres) jamais haverá momentos de felicidade a três, porque a união quebra-se, porque ninguém é feliz, porque deixou de haver um amor entre três pessoas, e passou apenas a haver uma mãe que ama um filho, um pai que ama um filho, e não há um pai que ama uma mãe, apenas um homem e uma mulher que tratam de uma criança.

O sexo

Pode parece estúpido ou até uma falta de sensibilidade falar de sexo nesta altura, mas a sexualidade também desempenha um papel fundamental nesta fase da vida de um casal que vai ter ou teve recentemente um filho (“lá estão os homens a pensar no sexo, e sempre a pôr o sexo à frente de tudo”, vão pensar algumas leitoras). Quando falo de sexualidade falo sobretudo de intimidade. A baixa auto-estima das mulheres leva a que muitas vezes se afastem dos companheiros, que recusem todos os contactos ou aproximações mais íntimas. As hormonas também têm aqui um papel importante, é evidente, e os níveis de desejo podem baixar significativamente. Mas uma coisa é não ter desejo, outra é afastar-se sexualmente do companheiro durante três, seis, nove meses, ou por vezes durante mais tempo. Não chega dizerem-nos “Olha, amanha-te, porque agora tive um filho teu e não me apetece”. Da mesma forma que os homens têm de perceber que nesse capítulo as coisas são diferentes, as mulheres devem entender que não podem, pura e simplesmente, deixar de existir enquanto mulheres e passarem a ser exclusivamente mães. Muitos amigos meus queixam-se disso mesmo: “Agora já não tenho mulher, tenho uma mamã lá em casa”. E isso é outro dos factores que levam ao afastamento entre os casais. O sexo é uma forma de aproximação entre os casais em qualquer altura, é um momento de intimidade e amor. E quando isso se vai, lá está, tudo o resto pode ruir.

Um filho muda tudo.
Mas pode ser a melhor coisa do mundo para um casal.
É só ser crescidinho, ter bom senso e muito amor para dar. Ao filho e ao parceiro ou à parceira."

Publicada por O Arrumadinho 

SER MÃE por Flor Guerreiro


Decidi criar uma nova rúbrica no nosso Blog que se chama SER MÃE.

Aqui darei espaço próprio e na 1ª pessoa a algumas mulheres emblemáticas da nossa sociedade e espaço público, que conhecemos noutras facetas mas que ao experimentar a Magia da Maternidade se sentem felizes em explicar o Amor que lhes mudou as vidas e as prioridades.

Grávidas, recém mamãs ou já mães de família: eis as mulheres a quem vemos a faceta pública mas muitas vezes não conhecemos como conciliam vida profissional e maternidade nem  nunca as sentimos tão perto, na privacidade das palavras dirigidas aos Amores das suas vidas: os filhos.

SER MÃE também é isto: Partilhar. Por esta partilha agradeço, já que sei que nos vai inspirar a todas.


A primeira convidada é uma das manequins portuguesas mais consideradas, internacionais e uma das melhores da sua geração.  Chama-se Flor, tem 28 anos e é mãe da linda Noémie de quase 2 anos.

Obrigada a ambas.




SER MÃE

A vida definitivamente tem duas fases: antes e depois de ser Mãe.

Tudo muda MESMO. Sentir uma vida a crescer dentro de nós transforma-nos e segurá-la nos braços sem nada pedir e tudo necessitar faz-nos sentir o tão falado mas pouco sentido puro Amor.

Chega a ser algo primitivo, é animal o sentimento de protecção e força que nos transmite a maternidade.

Uma bênção, um milagre? Chamem-lhe o que quiserem, não há palavras que descrevam a transformação que se dá em nós, mulheres, há um sentimento poderosíssimo que nos faz questionar como é possível amar tanto... e é.



Queremos o melhor para eles mas o que é o melhor, é essa a grande questão? Vamos descobrindo pelo caminho... E cada dia é mesmo uma descoberta, uma celebração da Vida e do Amor e por isso tudo o resto vale a pena.

Vê-los sorrir, brincar, aprender... crescer e apenas uma certeza: Quero estar aqui por ti filha para sempre, ver-te crescer e seguir tua vida com a certeza que és feliz, que somos felizes. O  resto a vida proporciona. 

Amo-te :)


por: Flor Guerreiro, Manequim


O nosso novo SLING! O que é? Quais as vantagens?

A escolha do porta-bebés é um assunto sensível em que vários factores devem ser levados em conta.

E eu acabei de receber pelo correio o da “Maria Café” que encheu as medidas.

É importante que o sling seja fácil de colocar, versátil em termos de posições para o bebé, confortável para a mãe e para o bebé, seguro, fácil de transportar quando não está a ser usado, entre vários outros factores. Depois de experimentar vários tipos de porta-bebés (como o marsúpio tradicional e o pano, por exemplo), a minha escolha recaiu sobre o Pouch Sling porque acredito que tem inúmeras vantagens!

Sabiam, por exemplo que os bebés transportados em SLINGS :

  • Choram menos ?
  • Têm menos cólicas?
  • Crescem melhor?
  • Vêm melhor o mundo?
  • Dormem mais descansados ?
  • Sentem se mais acompanhados?



VANTAGENS: 

1- É muito fácil de colocar: Excepto algumas possíveis dificuldades iniciais, inerentes à falta de experiência, o Pouch Sling tem simplesmente de ser colocado a tiracolo. Desde que o tamanho esteja correcto, este porta-bebés é muito fácil de usar, é como andar de bicicleta.

2- O bebé pode ser colocado em várias posições, para além de se poder alterar a posição durante o uso: Se nos primeiros meses o bebé deve ser carregado deitado (posição berço), rapidamente poderá passar para uma posição mais vertical, quando começar a estar mais tempo acordado. Da mesma forma, um bebé que esteja sentado pode passar à posição de berço se adormecer. Bebés mais velhos podem também ser carregados às costas!

3- Amamentar o bebé no sling também é muito simples e discreto: quando e o pequenino pode ficar totalmente coberto pelo sling. Quando cresce, uma fralda de pano ou uma manta resolvem o problema.

4- O sling é muito confortável desde que usado no tamanho correcto. Para saber se o seu sling está no tamanho certo, verifique se o rabo do bebé (quando sentado ou deitado) está alinhado com a sua cintura. 

5- Quando não está a ser usado, o Pouch Sling dobra-se facilmente e cabe em qualquer bolsa. Ocupa pouco mais espaço que uma fralda e não pesa nada! Tem a quantidade de tecido certa, não é preciso dobrar o excesso de tecido (como acontece com o pano ou o sling de argolas).

6- Pode ser usado por várias horas, o que o torna ideal para caminhadas, passeios, compras, etc. Se por acaso começar a ter desconforto no ombro ou nas costas, basta trocar de ombro e continuar a andar!

7- O Pouch Sling "Maria Café" que escolhi pode ser feito à medida. É verdade que não pode ser partilhado entre pessoas de tamanhos diferentes, mas se isso lhe confere mais segurança a escolha é a mais correcta. E pode sempre optar por um regulável como o meu, que assegura a mesma segurança e pode ser partilhado por pessoas grandes e pequenas (pai ou mãe por exemplo) ou quando ainda não se sabe o tamanho exato do baby que aí vem.



Gostam?

Vejam mais em:
http://www.facebook.com/Mariacafe?fref=ts

Os meus produtos de beleza para o rosto da linha NOVIDERM


Pediram me para falar sobre a pele das grávidas. Já comecei  a recolher informação para escrever o textinho de conselhos e sugestões que vou postar em breve no Blogue, mas para já mostro vos o ritual básico e beleza com os produtos NOVIDERM que adoro.

Compram se na farmácia e os que estou a usar agora são:

A água desmaquilhante SÉRÉNATIVE (para peles reativas e sensiveis), logo depois o Creme lavante BORÉADE (é o que está na foto e serve para lavar e tirar a oleosidade tipica da pele das grávidas) e depois sigo com o creme para o dia ou para a noite. De manhã, também da linha SÉRÉNATIV, o creme com proteção 20 (que também é anti vermelhidão) e à noite o MELATRIO (que é um creme anti despigmentante maravilhoso e está a ajudar a fazer desaparecer o pano da gravidez e as manchas da praia que quase toda a pré mamã tem).

Comigo, tem resultado. Esta linha foi-me sugerida por especialistas e felizmente acertámos mesmo na mouche. As poucas borbulhinhas que tinha foram se e a minha pele tem estado muito melhor e saudável.

Os truques caseiros (que também os há), esses, esperem que vos darei no texto que estou a preparar. 

Os produtos, no entanto, nesta altura da nossa vida são, no entanto, o essencial e por isso, depois de tanta insistência, aqui ficou então para vocês: o meu programa diário de conforto e beleza! :)

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