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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Dicas de Styling para grávidas - Benedita Paes * Consultora de imagem e stylist da escola de moda Creative Academy *


Uma grávida que se sente bem no seu corpo e com a sua imagem é uma grávida ainda mais feliz! Aqui aprenderá umas dicas para se sentir confortável sem sacrificar muito seu estilo e, com certeza, ter os cuidados necessários com o seu corpo, tirar partido desta fase e sentir se com muita segurança e obter um Look perfeito. Escolha roupas confortáveis, com linhas simples, mas seja criativa ao mesmo tempo.
Qualquer mulher grávida ou que já tem filhos, ou está prestes a ter o primeiro, preocupa-se com o que deve vestir e calçar para ficar bonita e confortável. Na gravidez, o corpo feminino sofre um número infinito de mudanças... e, inevitavelmente, é preciso ter muitas mudanças temporárias e no seu armário também! Além de tentar aproveitar algumas peças do próprio guarda-roupa, a dica é continuar a comprar nas lojas que você mais gosta. Dá para comprar peças que funcionam nesse momento da vida sem perder o estilo próprio.
Como se vestir na gravidez? 
Essa é uma pergunta muito séria para todas as mulheres que vão ser mães. Por um lado, a angústia com as mudanças físicas, por outro o extremo prazer em aproveitar as mudanças, nestes momentos lindos.
Nos anos 80, a mulher grávida começou a mostrar a barriga com muita tranquilidade, e assim entrou na moda uma forma de mostrar o que não era para esconder e sim expor... Isso perdurou durante muitos anos e algumas mulheres realmente continuam com essa “moda”, embora não seja muito elegante, até hoje, mas são opções particulares. Por outro lado, essa abertura e exposição,onde todas nós vemos várias celebridades estrangeiras e também portuguesas, aquelas fotos fabulosas das barrigas, que continuam como um ritual obrigatório até hoje, são o máximo até para a criança ver a sua mãe depois como era amada antes mesmo de nascer.

Camisas e blusas: Blusas de seda, ou t-shirts que fiquem até meio da coxa ficarão bastante elegantes. Se você não estiver com muito sobrepeso, pode optar por camisas e blusinhas justas com drapeados... Evite o “botão que fica entre os peitos”. Outra opção são as magníficas túnicas, essas sim favorecem uma grávida... Aproveite para usar decotes mais generosos. Deixe o pescoço livre: durante a gravidez, os seios ficam mais fartos e a região do colo costuma ficar mais bonita. Os decotes com V são ótimos para alongar e chamar atenção  para essa parte do corpo.  
Calças e saias: Ideais são as calças que não ficam grandes, mas que não apertem nas pernas e confortáveis na barriga sem, no entanto, apertar o estômago. O ideal são os confortáveis pares de leggings(que eu propria usei e abusei toda a minha gravidez)ou então uns jeans assumidamente de grávida! uma camisola gira  para o inverno, ou uma camisa ou blusa para o Verão. Caso esteja com mais peso ou queira estar mais formal, o ideal é uma calça com elastano, mas que seja um modelo mais largo abaixo do joelho. As saias compridas são interessantes para o Verão,mas para o inverno são complicadas, pois sempre ficaram mais curtas ou mais compridas á frente, depende da maneira como as vestir. Algumas mulheres até apostam em calções e bermudas, que seguem a mesma linha das calças, mas para tal vocé tem de sentir que ainda tem boas pernas para isso, que não está inchada nem com peso a mais nessa zona...

Vestidos: Siga a moda estilo Império, que alonga o corpo e dá o toque interessante cintando bem o corpo, ou seja, com a cintura abaixo do peito. Ajuda a deixar a figura mais  esguia e menos acentuada a barriga. Os modelos podem ser os mais diferentes, desde  em crepe para um evento mais chique, tresppassados, com laços e até com fitinhas de cetim.
Acessórios: Em vez de sair para comprar um monte de roupas que você só vai usar durante alguns meses,vá se divertir com diferentes acessórios, como brincos, pulseiras, colares, lenços e sapatos. Eles dão personalidade e multiplicam as possibilidades de looks.
Calçado: O maior cuidado que uma mulher terá de ter quando está grávida é a segurança em pisar firme, não escorregar e, como os pés tem uma tendência a inchar, principalmente no Verão e em meses mais adiantados da gestação, deve ter em conta e comprar sapatos que sejam macios e com toda tecnologia de conforto.  Mulheres com sobrepeso, devem ter cuidado com a sua coluna (eu sofri imenso das costas e também engordei 20 kilos!), pois esta sofre violentamente com a alteração de tamanho do corpo, assim, os sapatos mais adequados são os que possuem um salto médio de 3 a 6 cm, porque eles permitem que a postura fique correta e não provocam “estiramento dos tendões”. 


Aposte na maquilhagem e no cabelo: Uma bela maquilhagem, uma maneira diferente de prender o cabelo ou um bom corte podem fazer toda a diferença no look e levantar a sua auto-estima. Vale a pena o esforço de se arranjar um bocadinho todos os dias, pode acreditar! Pode sempre ir aos cabeleireiros ANTON BEILL Hairdressing em Lisboa e Porto, estes são especialistas em renovações de imagem

Espero que tenha gostado e aproveite ao máximo a benção que é ter um filho *
Para qualquer serviço de consultoria de imagem a gravidas pode sempre contactar- me através do seguinte email: info@creativeacademypt.com (Benedita Paes)



*Contacto telefónico 210 990 399



Baby Mode

Ser... avó!

Ser Avó é mesmo ser Avó e não “Mãe Duas Vezes”. Nada disso. Mãe só se é uma vez, para cada Filho/a. Que é Único, uma Obra-prima que veio de dentro de nós. Sempre atentos a qualquer sinal da cria, somos, em suma, os Guardiães da sua Felicidade. E quando esta falha sofremos de morrer, só de vê-los sofrer...

Ser Avó é olhar com orgulho para um “produto” maravilhoso dos nossos Filhos. Para o Filho dos nossos Filhos! Olhar com calma e em êxtase para os olhos, tão bem delineados e para aquelas rugazinhas tão expressivas, para as mãos, as unhas minúsculas… À espera que, apesar não nos terem acompanhado 9 meses no ventre, nos reconheçam como sua pertença, seu porto de abrigo, sua Família, enfim! E insistimos no ensinamento de palavras novas, com o VóVó misturado, como que da repetição, mais rapidamente consigamos ouvir a magia daquele chamamento.

E esse milagre perante os nossos olhos, a entrar casa dentro, permite-nos acreditar no sentido da Vida, em que nesta fase, eles são a nossa estória de encantar. Nós, que lhes contamos as mesmas de há séculos, mas adaptadas aos dias de hoje, talvez poupando-os aos grandes traumas, como o Bambi a ver a mãe a ser abatida, a avó do Capuchinho Vermelho a ser comida pelo Lobo Mau ou a Cinderela a ser maltratada pelas gananciosas manas e madrasta…
Aquece-nos o coração a pele macia dos nossos meninos/meninas, ver nascer os raciocínios, as perguntas, vê-los brincar e sentirem-se já donos do sítio dos brinquedos, na casa dos Avós. E arrumar depois! 

Acredito que podemos com o nosso exemplo e ensinamentos ajudar os nossos Filhos a educar os nossos Netos. Não creio no paradigma de que a educação é para os Pais promoverem e a nós, Avós, cabe dar guloseimas e fazer todas as vontades. Acho mesmo que nos devemos redimir dos erros de excesso de liberdades e de facilidades que tenhamos dado aos pais deles. Mea culpa!  
Somos a rede, os pára-quedas. Estamos prontos para os deixar voar, sem os deixar cair, na má-criação, na desarrumação, na falta de respeito. E eles agradecem. Agradecem sobretudo a consistência, a determinação! 

E é assim porque tanto os amamos. 


Let´s talk about sex, baby...


A Dr.ª Céu Santo, é para além de uma excelente obstetra, ginecologista e sexóloga a médica que me tem acompanhado nesta gravidez (talvez se lembrem dela das intervenções nos progaramas da manhã e da tarde da SIC e do programa “ Amor sem limites” da SIC Mulher). É uma médica maravilhosa e acessível . Além disso, como eu adoro, pés na terra, divertida e prática.
Ora vamos lá falar de sexo na gravidez com ela...


Segundo Maria do Céu Santo, «a única diferença é que, fora da gravidez, a mulher tem de recorrer a métodos de planeamento familiar, caso não deseje engravidar. Durante a gestação, o casal apenas tem de adaptar-se a posições mais ou menos confortáveis por causa do volume da barriga».
Sexo trimestre a trimestre
«No primeiro trimestre da gravidez, geralmente, a mulher tem a libido diminuída, enjoos, mastodinia (dor nos seios devido ao aumento de volume), dor na zona do baixo-ventre, junto ao útero. Além do mais, tem bastante sono e uma certa prostração e cansaço», indica a ginecologista, sublinhando que «a conjugação de todos estes factores faz com que a mulher não tenha a habitual vontade de fazer amor, o que é perfeitamente normal».
Durante o segundo trimestre, a mulher encontra-se mais adaptada e o desejo sexual volta a aparecer. Sente-se grávida, mas já não tem muitos sintomas. O aumento do volume da barriga ainda não é significativo, sente menos dores nos seios e já não tem enjoos nem as sensações de desmaio.
«Se não existirem as contra-indicações já referidas, não há inconveniente em ter relações sexuais no terceiro trimestre da gravidez. Porém, alguns homens ficam desconfortáveis, porque julgam que, nas últimas semanas, podem magoar o bebé. Mas isso não acontece», refere Maria do Céu Santo. 
E depois do parto?
Se o sexo decorre naturalmente durante a gravidez, o mesmo não se pode afirmar relativamente à fase imediatamente posterior ao nascimento.
«Após o parto, a mulher tem perdas de sangue (lóquios) por um período de aproximadamente um mês. Por isso, o ideal será recomeçar a ter relações depois de a situação normalizar, sem esquecer que a sexualidade não se resume ao acto sexual em si, mas é um conjunto de afectos extremamente importantes na vida do casal», aconselha a obstetra. 
A episiotomia é uma pequena intervenção cirúrgica bastante frequente durante o parto vaginal. Consiste num corte feito na vagina para facilitar o nascimento do bebé. Quando é suturado dá-se o nome de episiorrafia. Na fase inicial pós-parto, poderá dificultar o acto sexual, por dor e, consequentemente, levar a que a mulher deseje espaçar a frequência das relações.
A amamentação diminui a libido
A amamentação dura aproximadamente entre quatro a seis meses, mas há mulheres que amamentam um ano ou mais. Outras há que, por razões várias (doenças, medicamentos, estética, falta de disponibilidade de amamentar de três em três horas, etc.), preferem secar o peito.
Esta é uma fase em que ocorrem variadas mudanças, sendo uma delas relacionada com a libido, que diminui consideravelmente.
«Durante a amamentação, dá-se um aumento da prolactina, hormona do leite, que bloqueia a ovulação e que também provoca a redução do desejo sexual. Nos casos em que a mulher usa contracepção oral, prescrevemos uma pílula só com progesterona por causa do leite, que também diminui a libido», explica Maria do Céu Santo.
A juntar a tudo isto, acresce o cansaço associado ao recém-nascido. Afinal, o bebé não se «desliga» e, muitas vezes, as noites são passadas «em branco». 
«Costumo dizer que quando uma mulher é mãe entra na fase de “supermulher”. Normalmente, está no auge da actividade profissional, é doméstica, esposa, acumulando com a exigente função de mãe, que neste período irá ser dominante», comenta a médica.
E depois da amamentação?
A gravidez é uma «doença» que dura nove meses e a convalescência toda a vida. Não é por acaso que existe o ditado «Filhos criados, trabalhos dobrados». De facto, se nos primeiros meses não deixam os pais dormir porque choram, mais tarde, os pais não dormem porque os filhos ainda não chegaram a casa...
Todavia, passada a fase inicial da maternidade e a amamentação, que inevitavelmente afectam a sexualidade, a mulher não deverá continuar a colocar o papel de esposa em segundo plano.
«Não pode ser apenas mãe, também tem de ser namorada. Ou seja, manter o casamento e a sexualidade. Até porque o sexo é diferente entre homens e mulheres. Enquanto elas toleram melhor a falta de sexo, eles produzem esperma todos os dias e não fazer amor afecta a relação do casal», reforça Maria do Céu Santo, aconselhando:
«Quando a vida sexual recomeçar, não devem fazer amor só à noite, porque a sexualidade requer energia e tempo, o que normalmente não é conciliável com o cansaço da mulher no final do dia.»
E sugere uma altura apropriada para namorar: «O casal poderá deixar o bebé em casa dos avós, numa sexta-feira ao final do dia e ir buscá-lo no sábado depois de almoço. Assim, terá tempo para fazer amor de forma espontânea sem ter de se condicionar aos horários do recém-nascido.»

Dra. Céu Santo


Telefone: 218 438 080
Avenida da Igreja 66-A,
1700-240 Lisboa

Tive um acidente durante a gravidez! Ui!



Na sala de espera do hospital :(


Vários são os receios de que algo aconteça quando se está grávida, mas sinceramente, acho que um acidente de viação acaba por ser daqueles acontecimentos em que não pensamos assim tanto, no meio do rol de outras problemáticas mais ligadas a esta fase gestacional. Estranho, mas claro, não impossível. E como quem “anda à chuva molha-se...” eu acabei por me molhar e (coisa estranha) em ambas as gravidezes.
Partilho com vocês tudo o que me passou em ambas as vezes na cabeça e todos os passos básicos e mais prático para que depois do susto... a barriga, a cabeça, o corpo e o espírito consigam finalmente ficar descansados.
O mais curiosamente irónico (não divertido, atenção... irónico, a roçar o surreal) é que tanto da gravidez do Afonso Luz como da da Matilde (descobri o sexo durante os exames de rotina para despiste de algum problema na consequência do acidente), sofri um acidente de viação às 19 semanas de gravidez. Estranho? "Bota" estranho nisso. Mas felizmente, e no fim de tudo, o que interessa é que em ambas as situações nada de grave aconteceu. “Ao menino e ao borracho mete Deus a mão por baixo“. Obrigada então, Sr. Deus...
Em ambas as situações não fui culpada (a primeira vez um carro saiu sem avisar com uma exímia velocidade de um parque de estacionamento da Feira da Ladra, a segunda e mais recente, fui abalroada por uma mota CBR a alta velocidade em despiste na via rápida IC2) mas os carros ficaram todos em terrível estado e euzinha... lá tive sempre que ir de escantilhão de ambulância para o hospital e fazer uma série de exames de rotina.
Se algo parecido vos acontecer, o principal e primordial conselho é: MANTER A CALMA. Não nos esqueçamos que  a prioridade tem que ser o bebé e que nós estamos muitíssimo mais sensíveis que o normal. Por isso, o sangue frio, nestas ocasiões tem que ser a “punch line” da vossa mente. Acho que foi também por isso que me “safei”. Sim, porque, mesmo com um embate mais pequeno, todo o corpo se contrai, toda a nossa postura fica tensa e, consequentemente, a barriga endurece e muitas vezes, com o susto (se for grande), o bebé deixa de fazer aqueles  movimentos  a que estamos a ficar habituadas e é, por isso muito fácil o pânico instalar-se.
Se estiver sozinha, como foi o meu caso, ainda pode ser mais fácil ficar medrosa e aflita. Se bem que comigo (eu muitas vezes sou “torta” e funciono ao contrário) acabei por me “fazer” mais forte até por esse facto. Não havia ninguém para me consolar, por isso tinha que ser ainda mais forte. Muito antes pelo contrário. No acidente que aconteceu o mês passado, fui até eu (a grávidazinha) que cheguei em 1º lugar ao motociclista que estava a ter espasmos na faixa central da via rápida e que o tentei acalmá-lo dentro das possibilidades. E tive ainda que “levar” durante uma hora com questões estúpidas dos agentes da autoridade, tratar de reboques, ajudar a Brisa nas medições... enfim... Armei-me em fortalhaça e tudo isto antes das dores abdominais começarem a “atacar” e lá ter eu que partir para a urgência do hospital.
As dores abdominais são o “mais normal” de acontecer numa situação de tensão como esta. Mas, quando mais grave, perda de líquido ou de sangue... e aí sim, o caso pode virar uma situação delicada. Por isso, também a visita ao Hospital é SEMPRE imprescindível. Mesmo que o embate tenha parecido menos violento.
Já, nos cuidados médicos, o primeiro passo, passa por ouvir (ou não) o coraçãozinho do bebé... e acreditem... os segundos ou minutos até ele ser encontrado parecem horas. As lágrimas insistiram em cair-me dos olhos mesmo sabendo racionalmente que era, à partida uma questão de tempo até ele se manifestar. E assim foi (novamente em ambos os casos), o bebé, “assustado” tinha-se encolhido mais para um lado da barriga e lá estava ele “capum capum” com os seus 170 batimentos cardíacos por minutos todo encolhidinho num cantinho da minha barriga. Uff... e assim sim... ainda choraminguei mais. Mas de alívio.
Depois, segue-se uma ecografia. Para ver os se os seus membrinhos estão a mexer, se a sua “aparência” está chique e fina. E mais uma vez (ou duas nestes sui generis casos), lá estava tudo nos trinques.
No meu caso, os sustos foram valentes mas as consequências, felizmente, inócuas. Mesmo assim, descanso e controle dos sintomas (especialmente perda de sangue ou líquido) durante uns dias, é recomendado. Claro que eu... bem, enfim... na própria tarde tive que ir para um sunset tocar. Mas também era cedinho e tranquilo. À beira da piscina ao fim da tarde. E eu achei que até me iria fazer bem a descontracção. Mas atenção, isto sou eu... que no fundo tenho esta forma de estar na vida, acho que não vale a pena chorar sobre leite derramado. E sinceramente, o que pensava nessa altura era: “se mais uma vez o Universo me safou, tenho é que lhe agradecer, seguir em frente e sentir-me abençoada. Por isso... embora trabalhar, fazer por mim. continuar a luta com um sorriso e respirar um bom ar puro ao som de um belo deep house”. Enfim, mas nem todos somos iguais.
Depois, segui para os mimos do meu companheiro (que claro, esteve sempre comigo nos processos de despiste e exames do hospital) e família e agora... estou pronta para outra. Ou não. Quer dizer, para outra não... mas para me sentir agradecida pela vida que tenho, pelo filho lindo que há 21 meses nasceu com uma saúde de ferro e pela gravidez “santa” que tenho tido mais uma vez, agora que espero um menina.
Sabem, no fundo ser Mãe faz-nos ficar assim. Coerentes, fortes, crescidas interiormente, “leoas”. O mais importante de tudo é que “ELES” estejam bem. Mesmo que ainda estejam no quentinho da nossa barriga.
E pronto... tudo está bem quando acaba bem. ;)

Olá, eu sou a "Matita" :)


Sou uma menina de Luz, tal como o meu mano Afonso e a mãe começa agora a descobrir os encantos e frufrús de todo um mundo novo de miminhos e “pirosisses”.
Este é o meu primeiro “girly dress”, mas muitos se seguirão. Quero ser uma miúda estilosa, feliz e muito amada. Já sou,sinto-o.
Vou-me chamar Matilde e o meu mano chama-me “Mana Matita”, acho que já fui batizada... enfim.
Que assim seja. Esta família vai agora ficar completa. Eu vou ser a bonequinha que faltava (convencida não?). O pai, a mãe e o mano vão ser o meu conforto. E eu gosto tanto...

Por: Mim (Rita Mendinha)


A amamentação em vários passos



A mulher deve ter em consideração algumas recomendações, com vista à facilitação do processo de amamentação:
- Deve repousar quando o bebé dorme – o repouso facilita a recuperação e estimula a produção de leite;
- Limitar ao mínimo as actividades domésticas – peça e aceite ajuda; 
- Realizar uma dieta equilibrada e beber muita água;
- Praticar caminhadas ou exercício físico;
- Cuidar e mimar-se – para se sentir melhor consigo própria e reduzir os níveis de stress.

Quais as vantagens do leite materno para a mãe?
- Proporciona uma perda de peso mais rápida;
- Assegura que o útero volte à sua forma pré-gravídica, mais rapidamente, reduzindo as hemorragias no pós-parto;
- Funciona como método contraceptivo;
- Diminui incidência do cancro da mama, útero e ovário.
- É um método económico.

Durante a gravidez a mulher de ter alguns cuidados com o peito:
- Lavar suavemente com água corrente;
- Não usar sabonete no mamilo;
- Secar muito bem;
- Usar um soutien com bom suporte.

Como ocorre a produção do leite materno?
As células produtoras de leite são estimuladas por uma hormona, a prolactina. Embora a mama possa produzir colostro durante a gravidez, o leite só é produzido após o parto. 
O colostro pode ter um aspecto esbranquiçado ou ser espesso e amarelo. O início da produção de leite (descida de leite), acontece após o parto e varia de mulher para mulher entre as 24 horas e os 5/6 dias. Durante este período, o bebé pode ficar perfeitamente alimentado só com o colostro. O estômago do bebé é do tamanho de um berlinde pequeno nas primeiras 24 horas de vida, nos três dias seguintes aumenta de tamanho até ao de um berlinde grande, no fim da primeira semana de vida parece-se com uma bola de pingue-pongue. Este tamanho faz-nos perceber que com pouca quantidade o bebé fica saciado. 
Quando o bebé mama, o seu reflexo de sucção estimula a zona da auréola, o que conduz à produção de oxitocina (hormona responsável pelo esvaziamento mamário e pelas contracções do útero). A presença de oxitocina faz com que o leite saía da mama e também promove o retorno do útero à posição pré-gravidica. Esta simultaneidade faz com que muitas mulheres sintam contracções uterinas quando estão a amamentar, nos primeiros dias após o parto.
Conselhos para a grávida: 
Amamentar é um acto natural, mas pode requerer algum tempo de aprendizagem e adaptação da mãe e do bebé. A calma e o bom senso são preciosos aliados.
Quanto mais precocemente o bebé começar a mamar melhor para:
- A sua adaptação e aprendizagem;
- O início da subida/descida de leite.

O ideal é que o bebé seja colocado à mama na primeira hora de vida, período em que está muito desperto e facilmente aprende o “caminho” para a mama. Após este período pode adormecer e ser difícil acordá-lo e fazer com que ele mame.

Posição para amamentar:
Da mãe: 
- Sentada com as costas bem apoiadas e os pés assentes num banquinho (ou outro objecto) de forma a que os joelhos fiquem mais elevados que a bacia;
- Deitada de lado.

Do bebé: 
- Virado para a mãe – barriga com barriga;
- Cara virada para a mama e boca junto do mamilo;
- Costas do bebé bem apoiadas.

Como amamentar:
- Aproximar a boca do bebé do mamilo, deixá-lo cheirar e dar “lambedelas”. O bebé acaba por abrir bem a boca e com a língua ligeiramente de fora “agarrar” todo o mamilo e quase a totalidade da auréola;
- A boca do bebé deve estar bem aberta;
- O queixo deve tocar na mama;
- A auréola deve ficar quase toda no interior da boca do bebé. Vê-se mais auréola acima que em baixo;
- O lábio inferior do bebé fica virado para fora;
- Não se preocupe com o nariz, embora pareça tapado o bebé consegue respirar perfeitamente;
- Não pressione ou aperte o mamilo;
- Não deixe o bebé mamar na “ponta” do mamilo – não o alimenta e só provoca gretas;
- Quando for necessário interromper a mamada, não puxe o bebé porque magoa o mamilo – coloque o seu dedo mindinho no canto da boca do bebé e quando este não estiver a sugar retire o mamilo;
- Nas primeiras mamadas pode ser necessário reiniciar todo este processo várias vezes porque o bebé cansa-se e ao descansar larga a mama. Com o passar dos dias vai aprender a descansar sem perder a mama, ou quando a larga consegue pegá-la rápida e eficazmente.

Sinais de uma boa pega:
- Queixo do bebé toca a mama da mãe;
- A boca do bebé está bem aberta;
- O lábio inferior está virado para fora;
- Vê-se mais auréola acima que abaixo da boca do bebé. 


Duração/Intervalo das Mamadas:
Cada bebé é um ser único com necessidades e ritmos próprios, desde que não haja qualquer complicação prévia detectada devemos usar o bom senso e seguir algumas dicas para facilitar a amamentação:
- Deve ser o bebé a determinar a hora em que quer mamar (horário livre);
- Deve mamar até estar satisfeito, só de uma mama, em cada mamada;
- Se necessário oferecer a outra mama, e na próxima mamada começa por esta mama (a última que ofereceu);
- Embora a duração da mamada varie de bebé para bebé, e vá diminuindo com o passar das semanas, em média nas primeiras semanas, 30 minutos é tempo suficiente para o bebé ficar satisfeito. A maior parte dos bebés ingere a quantidade que precisa nos primeiros 5 a 10 minutos de cada mamada;
- Durante a mamada o bebé faz pequenos intervalos para descansar;
- No fim da mamada, regra geral, se o bebé está satisfeito, fica sossegado e adormece;
- Pode repetir-se a mamada na outra mama, logo que o bebé volte a acordar, mas devemos ter em atenção que o intervalo deve ter no mínimo 1 hora 30 minutos, pois se for inferior podemos estar perante duas situações: 
•         O bebé está a fazer da mama chucha;
•         O bebé está com fome.


Cuidados com a Mama/Mamilos:
Mama:
- Se estiver confortável, não mexa.
- Se estiver muito cheia ou com caroços:  
•         Passe água quente com o chuveiro ou coloque panos quentes húmidos;
•         Tente esvaziar manualmente ou com bomba até ficar com o peito confortável;
•         Coloque gelo nas zonas mais doridas.
- Se antes da mamada o peito estiver muito cheio pode ser necessário esvaziá-lo um pouco para o bebé conseguir agarrar melhor o mamilo;
- Quanto menos manipular a mama melhor;
- Quanto mais estimulada for a mama mais leite produz, pelo que devemos ir reduzindo progressivamente as intervenções;
- Estas intervenções, quando necessárias, devem ser realizadas após a mamada.
- Para melhorar uma mama muito cheia e desconfortável, pode colocar a toda a volta da mama folhas de couve verdes, (cortam-se pedaços e colocam-se directamente sobre a mama por baixo do soutien) substituem-se quando estiverem secas.

Mamilos:
- Após cada mamada limpar muito bem com uma fralda de pano macia;
- Espremer um pouco de leite e espalhar no mamilo, deixar secar;
- Vestir um bom soutien de suporte;
- Só lavar o peito uma vez por dia, sem sabonete;
- Se estiver a usar creme protector no mamilo, deve limpar o excesso antes da mamada, espremer umas gotas do seu leite espalhando-o no mamilo e dar de mamar de seguida. 

Em conclusão, esperar um filho, em especial o primeiro ou não, é um dos acontecimentos mais importantes da vida da mulher e representa um desafio à estrutura da sua personalidade. É também uma oportunidade para o desenvolvimento de novas responsabilidades, pois acima de de tudo tem que haver da parte da mulher “O Desejo de ser Mãe.”.

Por: Enf.ª Ana Nobre


O "Bê-á-bá" da Maternidade: principais dúvidas

A gravidez é um processo que corresponde a um período entre a concepção e o parto. Na grande maioria dos casos, tem a duração de cerca de 9 meses lunares, 40 semanas ou 280 dias. 


Quais as principais alterações que a grávida pode sentir no seu corpo? 
As mamas podem aumentar de volume, ficando mais pesadas e dolorosas. Os mamilos tornam-se mais escuros e maiores. No 3º trimestre, poderá ocorrer a saída de colostro.


Conselhos para a grávida: 
* Usar um soutien adaptado e discos protectores (quando há saída de colostro).

* O útero torna-se mais volumoso, dando lugar nos últimos meses da gravidez a alguma dificuldade respiratória, dor e desconforto abdominal.

* Repousar e adoptar um posicionamento confortável.

* O aumento do volume do útero provoca a distensão dos músculos abdominais podendo levar ao aparecimento das estrias gravídicas.
Conselhos para a grávida:
- Evitar o uso de roupas apertadas;
- Usar, preferencialmente, roupas de algodão (principalmente a roupa que fica em contacto directo com a pele); 
- Hidratar a pele.
 
* A resistência do sistema vascular diminui, porque o aumento do volume do útero empurra o coração para cima e para o lado esquerdo, podendo originar o inchaço das pernas, bem como uma sensação de maior cansaço, varizes, formigueiro, descida da tensão arterial e desmaios.
Conselhos para a grávida:
- Usar meias elásticas para activar a circulação de retorno;
- Repousar, deitada ou sentada, colocando uma almofada sobre as pernas ou os pés, para que estes fiquem elevados;
- Evitar estar muito tempo em pé;
- Tentar não passar rapidamente da posição sentada ou deitado para a posição erecta;
- Realizar exercícios respiratórios moderados e movimentação vigorosa dos membros inferiores.

* O aumento do útero, sobretudo no final da gravidez, leva à elevação do diafragma e ao alargamento do tórax. A respiração fica mais profunda e o ritmo cardíaco torna-se mais rápido, levando à sensação de falta de ar ou dificuldade a respirar.
Conselhos para a grávida:
-  Acalmar-se e, se possível, deitar-se de costas com os braços estendidos para cima e repousar;
-  A compressão da bexiga pelo aumento do tamanho do útero, leva a que a grávida sinta necessidade (e a sensação) de urinar mais vezes. Mas, o esvaziamento da bexiga pode não ser total e fica sempre urina retida, o que pode originar o aparecimento de infecções urinárias. Por isso, deve:
- Urinar sempre que sentir vontade;
- Aumentar a ingestão de água;
- Ingerir líquidos ácidos (limonadas);
- Favorecer, quando deitada, a posição de lado para reduzir a estase de urina.
 
* Principalmente nos primeiros meses, o sistema gastrointestinal é afectado pelas hormonas da gravidez, provocando enjoos e vómitos na mulher, sobretudo ao início do dia ao levantar.
Conselhos para a grávida: 
- Ao acordar, sentar-se primeiro na cama e levantar-se devagar;
- Comer várias vezes ao dia e em pequenas quantidades;
- Comer alimentos ricos em fibras;
- Evitar o consumo de sal e de doces;
- Diminuir a ingestão de café;
- Não consumir álcool ou bebidas com gás;
- Evitar cheiros activos;
- Evitar a ingestão excessiva de líquidos;
- Não fumar.

* A maior pressão do útero sob o estômago leva a que o conteúdo ácido do estômago volte para o esófago, provocando a sensação de queimadura ou ardor, conhecida por azia.
Conselhos para a grávida:
- Tomar chá quente;
- Evitar refeições abundantes, muito condimentadas e com excesso de gorduras.
- Ao tomar pastilhas para a azia devem ser as de alumínio ou de magnésio (não tomar as de sódio).

* O efeito das hormonas da gravidez, nos músculos dos intestinos, leva a que estes funcionem de uma forma mais lentificada, originando dificuldade em evacuar na grávida.
- Aumentar a ingestão de líquidos, sobretudo de água;
- Comer vegetais verdes;
- Beber um copo de água quente ao acordar,
- Tentar evacuar, pelo menos uma vez por dia,
- Usar medicamentos para evacuar, desde que prescritos pelo médico.

* O maior relaxamento dos ligamentos do corpo da mulher e, a posição adoptada para contrabalançar o peso da barriga, leva ao aparecimento de dores nas costas.
Conselhos para a grávida:
- Corrigir a postura;
- Fazer exercícios de suporte abdominal;
- Realizar períodos de repouso;
- Usar calçado baixo (evitar sapatos de salto alto).

Como deve a mulher comer durante a gravidez?
O aumento de peso durante a gravidez está relacionado com o tipo de alimentação da mulher. Nas primeiras semanas é normal que a mulher aumente de peso entre 1 a 2 quilos ou então, que emagreça devido aos vómitos. No 2º e no 3º período da gravidez ocorre um aumento de peso mais acentuado. É normal que na fase final da gravidez o peso até aí adquirido se mantenha. Ao longo da toda a gravidez considera-se como normal um aumento de peso até 10-12 quilos.

A alimentação da grávida deve ser rica e variada, para fornecer ao seu bebé os nutrientes necessários à constituição do seu organismo, não devendo porém pensar que tem que comer por dois, mas sim para dois.

A Enfermeira Especialista em Saúde Materna e Obstetrícia tem como papel  fundamental o de educadora, algo muito importante neste período da vida da mulher. Deve ter conhecimento do peso desta antes de engravidar e das suas rotinas alimentares, promovendo ensinos que lhe permitam comer de forma adequada e saudável, uma vez que o aumento de peso sem controlo pode dar origem a complicações durante a gravidez e sobretudo durante o parto. 

Conselhos para a grávida:
- Reforçar o aumento da ingestão de água; 
- Beber pelo menos 1 litro de leite por dia;
- Consumir sumos naturais de fruta, preparados no momento;
- Comer alimentos, principalmente, cozidos ou grelhados;
- Consumir, preferencialmente, carnes brancas;
- Comer peixe fresco;
- Lavar bem todos os alimentos antes de preparar as refeições;
- Cozinhar os alimentos com azeite.
- Evitar os refogados, manteiga e banha para a confecção das refeições;
- Evitar o uso de sal na preparação das refeições;
- Não comer alimentos enlatados;
- Não comer alimentos fumados ou enchidos;
- Evitar a ingestão de fiambre (mulheres não imunes à toxoplasmose);
- Consumir queijo (preferencialmente, queijo fresco);
- Não comer marisco (perigo de intoxicações alimentares);
- Evitar o consumo de doces (bolos, caramelos, pastilhas,…)
- Comer fruta fresca;
- Comer vegetais frescos;
- Cozer os legumes em pouca água e durante pouco tempo para manter os seus nutrientes.

O que deve vestir a grávida para se sentir confortável? 
A grávida deve ser aconselhada a usar roupa larga, cómoda, confeccionada com tecidos que facilitem a transpiração e sejam facilmente laváveis. 

Aconselha-se o uso de collants de descanso para facilitar a activação da circulação de retorno, diminuindo o inchaço das pernas e pés. 

Não deve calçar meias e peúgas apertadas, porque podem dificultar a circulação de retorno, favorecendo o aparecimento de varizes e edemas. 

A roupa interior deve ser preferencialmente de algodão, devendo usar um soutien com boa capacidade de suporte para manter o peito firme. 

Sobre a utilização de cintas na gravidez, se for necessário, deve-se recomendar um modelo específico para grávidas, cuja principal característica é a contenção da musculatura abdominal e a correcção postural. 

O calçado deve ser muito cómodo e os saltos devem ser pequenos, permitindo à grávida uma boa base de apoio.

A grávida pode realizar exercício físico?  
A grávida deve ser aconselhada a praticar exercício físico diário, embora moderado, sendo os mais indicados a natação, os passeios a pé e os exercícios específicos para melhorar a circulação. 

A mulher grávida pode manter a sua actividade sexual?
Nos últimos meses da gravidez mantendo-se o medo de magoar o feto, muitas grávidas acreditam que manter a actividade sexual durante a última fase da gravidez poderá ser um perigo para a saúde do bebé; outras sentem-se menos atraentes fisicamente devido às alterações corporais, tendo receio que os companheiro percam o interesse por elas; os companheiros por seu lado, têm medo de magoar o bebé e outros pensam ainda que as relações sexuais são menos agradáveis devido às alterações corporais da mulher.

Ao efectuar educação sexual na gravidez a enfermeira Especialista em saúde Materna e Obstetricia deve:
- Incentivar a comunicação entre os parceiros sexuais;
- Incentivar a mulher a cuidar da sua aparência, para que se sinta atraente;
- Informar o casal sobre os posicionamentos alternativos, mais adequados para a prática do acto sexual durante o terceiro trimestre gravídico (mulher em posição superior, posição lado a lado e posição de missionário);
- Explicar ao casal que quando este não pode ter, ou prefere não ter relações sexuais com penetração, a necessidade de intimidade e união pode assumir demonstrações de carinho, como beijos e carícias;
- Advertir os casais que gostam de praticar sexo oral de que, o parceiro pode não sentir tanto prazer devido ao cheiro mais intenso das secreções vaginais, sobretudo no terceiro trimestre da gravidez;
- Informar sobre as contra-indicações do coito, nomeadamente em situações de: ameaça de aborto, risco de início de trabalho de parto pré-termo, placenta prévia, presença de contractilidade uterina e/ou hemorragia vaginal.

A grávida pode continuar a ter contacto com os seus animais?
Os animais domésticos (cães, gatos,…) podem  transmitir doenças infecciosas à grávida, podendo afectar, desta forma, o normal desenvolvimento do seu bebé. Para tal, é necessário que o animal seja portador do microorganismo infeccioso e que a grávida seja infectada. Assim, recomendam-se algumas medidas preventivas: 
- Não ingerir alimentos mal cozinhados, sobretudo carne e ovos;
- Evitar o consumo de vegetais crus;
- Lavar cuidadosamente e com água corrente os legumes frescos e as frutas cruas;
- Lavar adequadamente as mãos, após manipulação de carne crua ou trabalho de jardinagem;
- Usar luvas para manipular terra ou realizar trabalhos de jardinagem;
- Evitar o contacto directo com gatos ou utensílios com eles relacionados.


A grávida deve continuar a trabalhar?
Habitualmente não existe qualquer inconveniente em que a grávida mantenha a sua actividade laboral normal, desde que, não trabalhe com substâncias tóxicas, que a sua actividade seja muito stressante ou exija grande esforço físico. Sempre que necessário devemos aconselhar a grávida a deixar de trabalhar nas 2-3 semanas antes da data provável para o parto. 

Preparação para a Parentalidade
Actualmente começam a implementar-se os Cursos de Preparação para a Parentalidade nos Centros de Saúde e Hospitais para que todas as grávidas e, eventualmente os seus companheiros, possam ter acesso gratuito aos mesmos. Podem iniciar-se no segundo ou terceiro trimestres de gravidez, podendo incluir sessões educativas teóricas e práticas, bem como sessões com grupos de grávidas.
Os temas desenvolvidos no decorrer dessas sessões geralmente englobam: 
- Evolução da gravidez e seus desconfortos;
- Sinais e sintomas do trabalho de parto; 
- Assistência ao parto; 
- Papel do acompanhante; 
- Tipos de parto; 
- Tipos de analgesia/anestesia nos diferentes tipos de parto; 
- Exercícios de relaxamento; 
- Exercícios de controle da respiração; 
- Cuidados no pós-parto; 
- Banho do recém-nascido; 
- Aleitamento materno; 
- Vigilância neonatal (teste de diagnóstico precoce e plano nacional de vacinação); 
- Aspectos emocionais da gravidez, parto e pós-parto;
- Orientações nutricionais para a grávida, puérpera e recém-nascido;
- Aspectos legais da maternidade.

Hoje em dia, embora utilizando técnicas diferentes, os cursos de preparação para a parentalidade têm todos os mesmos objectivos: 
- Proporcionar à mulher a informação necessária sobre a gravidez, o parto e o recém-nascido, de modo a que possa viver conscientemente este momento tão especial; 
- Vencer a ansiedade e o medo transmitidos de mães para filhas, para que a dor física não seja ampliada pela angústia; 
- Reduzir ao mínimo a dor (técnicas de respiração, relaxamento, ...); 
- Ensinar a mulher a colaborar com o próprio corpo para que o trabalho de parto e parto decorram da forma mais fácil e confortante possível; 
- Proporcionar o encontro com outras mulheres na mesma situação e que, por isso, melhor do que ninguém podem oferecer a sua colaboração e solidariedade; 
- Fornecer, em muitos casos, ao futuro pai a informação e os conselhos necessários para que em todos os momentos, incluindo o do parto, possa estar o mais perto possível da futura mãe, ajudando-a;
- Apresentar à mulher, sempre que possível, a instituição hospitalar em que irá ser assistida durante o trabalho de parto e parto. 



Por: Enf.ª Ana Nobre






Lingerie gira para mamãs


E quem diz que roupa interior de grávida tem que ser a "cueca da avó"? Acabei de mandar vir este conjunto super coquete! Like it? E há coisas mesmo giras neste site. Para grávidas e mamãs a amamentar. (Este é de amamamentação mas dá para agora na boa.) 

Mummys ckeck it out e vejam lá se não gostam?


Aleluia que alguém pensa em nós que, apesar das formas mais arredondadas continuamos a gostar de ser sexys oh yééé! lol
O site da BENEFIT (www.allwomandetails.com) tem muitas coisas super giras e... imprescíndíveis nesta fase da nossa vida, confortáveis e práticas.
Há que dar atenção a estes “pequenos grandes detalhes” para nos sentirmos bem connosco mesmas. Os bebés, maridos, médicos,e afins são importantes... mas nós continuamos a ser MULHERES: Não se esqueçam ;)

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