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Barriga Mendinha

Barriga Mendinha

Uma mousse "fajuta" de chocolate crua e muito saudável

Ontem fui a um aniversário e ao tentar comer uma mousse de chocolate só consegui um colherada... à segunda, senti me super enjoada devido aos grãos de açúcar que senti ... e que era muito, mas não deixei, anyway, de ficar com desejos . Decidi então, que hoje, ao acordar, faria uma à minha maneira, com ingredientes do bem, completamente vegan(sem ovos,  sem leite, sem derivados animais) e adoçado com açucares naturais .

Eu, por aqui, já provei uma tacinha fiquei deliciada... E sendo alimentação sem culpas. só me sinto ainda mais feliz.

Seguem os ingredientes e a forma simples de a confeccionar:

 

Mousse de Chia com alfarroba e cacau:

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2 chávenas de leite vegetal ( eu fiz com de aveia)

1 colher de chá de canela

1 colher de chá de levedura de cerveja ( se não tiverem, é tranquilo, eu coloquei por ser bom para suprimir algumas carências dos vegetarianos )

1 colher de sopa de Alfarroba em pó

1 colher de sopa de cacau em pó

4 colheres de sopa de sementes de chia ( elas vão inchar quando molhadas e dar uma consistência muito interessante)

2 bananas maduras

1 colher de sopa de xarope de Agave ou geleia de arroz

1 pouquinho de açucar de côco se acharem que precisa adoçar ainda ( eu não usei mas estou já habituada a que não seja tão doce...) 

1 colher de chá de bicabornato de sódio ( que torna a textura um pouco mais "fofa")

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A preparação... meus amores, não podia ser mais simples! Toca de colocar tudinho no liquidificador e ao perceber se a textura está ok... ou se consome de imediato ( e fica uma mouse mais molinha) o se coloca no frigrifico para endurecer um pouco ( eu prefiro assim).

 

E pronto, espero que gostem desta "Mousse de chocolate fingida", muito rápida de fazer e rica em Fibras, cálcio, ferro e omega 3 ( chia), Proteína e potássio ( banana), vitaminas A, B1 e B2, ácido fólico e antioxidantes ( alfarroba e levedura cerveja), . Querem melhor??

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Começar o ano com a noticia de que afinal... o meu sorriso merece melhor...

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E hoje foi dia de Dentista Duplo. Fomos os dois ao dentista, cada um pelas suas razões, no fundo para fazer uma rotina e umas queixitas de "carácácá" e... saímos de lá com um plano de consultas que até doi!! Quer dizer, doer, espero que não doa físicamente muito... que para mim ha anestesias e para o Afonso valentia ( e o que tem que fazer não é nada de mais, não deixando de ser importante), mas vai doer no bolso, vão ser horas dispendidas a tratar da boca e doi mais ainda... perceber que se andasse "mais em cima" da situação talvez a coisa tivesse sido diluidaa no tempo.. e não agora assim tudo de uma vez. Bem, mas se tem que ser bora! 

 

A Dental Med  ( fui à de Algés, mas também existe em Benfica e em Odivelas) deixa-me diluir este pequeno balúrdio ( e olhem que os preços até são muito bons aqui... mas dentista é dentista né? Já sabemos que é para gastar aqui e poupar noutro lado).. que seja para ficar com uns dentes de princesa... que no fundo... até ontem... acreditem, que achava que tinha. Tenho cuidado com a alimentação, vou regularmente ao dentista, enfim, sei lá eu. Mas a verdade é que pelos visto, tenho andado a fazer tudo mal. No fundo, tentando perceber o que aconteceu cheguei à conclusão, que sempre que fui, fui com uma queixa e por isso, nunca se fez uma avaliação global e agora: Capum!! Toma lá bolinhos: 3 sisos para arrancar, uma limpeza profunda de dentes e gengivas para fazer, um implante para por ( andava "pendente há uns 4 anos porque o meu corpo rejeitou um e eu morro de medo que aconteça o mesmo), uma catrefada de cáries ( 3 graves e outras a começar) e por fim, a necessidade de usar uma "goteira miorelaxante para dormir durante uns tempos, porque a minha mandibula estala e tem muita tensão... 

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Este foi o raio X que fiz ontem e que pela primeira vez na vida analisei ao pormenor com os médicos dentistas que me explicaram os porquês de ter que arrancar ( tenho um siso incluso que foi o que lá me levou por doer um bocadinho ), os porquês de ter MESMO que colocar um implante não só por questões estéticas ( há dentes de nascem no lugar dos outros e ao longo dos anos e toda a  dentadura se entorta), os porquês de ter caries apesar de AGORA ser cuidadosa com a higiéne e alimentação ( muitas começaram há 10, 15 anos, altura em que comia muita "junk food" e açucares.. vejam só... ;()...olhem... entrei a achar-me uma mulher normal e saí a pensar em mim como tendo uma triste sina... ahahahah... bem, não exageremos, mas lá que fiquei espantada fiquei. Nada me fazria pensar ter tanto para tratar. 

 

No fundo, mais uma coisa para por no lugar este ano. Eu, que sinto, que este é o ano dos recomeços, concretizações e definires de metas e objetivos... tenho que o fazer com um sorriso não só bonitaço ( que isso, modéstia à parte, eu sei que tenho) mas também um sorriso... saudável, sem dores e sem prespetivas de vir a entortar ao longo do tempo ( sim!!! Porque o Dr. até na eventualidade de vir a usar um aparelho me falou.. epa... mas isso a seu tempo... até tremo a pensar nisso e não consigo nem analizar tudo ao mesmo tempo nem conjeturar tanta mudança e hora enfiada dentro de um consultório dentário...:)).

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Hoje fui fazer a primeira limpeza e levei o Afonso comigo. 3 dentes em baixo, já caidos e 2 em cima quase, quase e já com dois marotos a aparecer por baixo. E a mãe preocupada porque pareciam estar tortos (- "ainda não, Mãe! ainda não, vamos ficar com eles debaixo de olho!" ). Mas mais que isso, percebi que os molares dos 2 lados já nasceram definitivos e que perto de um deles também há uma carie. E pronto, lá se vai ele juntar à Mummy na luta contra a mesma, com um tratamento e também uma limpeza, que fiquei a saber que os miúdos também devem fazer.

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 Para a semana voltamos os dois e se estes dois dentolas da frente não tiver caído vai haver extração... se sim... só limpeza ( vamos lá ver como ele se porta.. hoje fiz uma e apesar de não doer nada não é o mais agradável do mundo para um adulto, quanto mais para uma criança...). Ah e  saímos com as recomendações de sempre: Lavar duas vezes ao dia muito bem, sendo que as escovas elétricas são maravilhosoas para chegar mais longe e ser mais perfeitinho na lavagem, ter cuidado com os doces e dormir sem lavar os dentes...)...

 

 E pronto... começar o ano com tanta coisa nova... só podia ser acompanhado desta "recauchetagem" aqui às dentadura da Ritolas Dentolas. Vão ser 3 meses difíceis mas que me vão fazer sentir nova... e olhem que isso, é que não tem mesmo preço, pois não? ( olhem lá eu a convencer-me eheheh....). Ora vamos lá! 

A receita do famoso "bolo verde" que fiz para os anos da minha mãe <3!

Ora vamos lá à receita do famoso "bolo verde" que fiz para o aniversário da minha mãe e do marido dela. A base é de um bolo que a mãe de uns meninos da escola dos meus filhotes faz normalmente para as festas de anos dos filhos e que o Afonso ( que não gosta de bolo de aniversário nenhum ) adora...

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 Digo que é a "base" porque, na verdade, alterei alguns dos ingredientes que não considero famosos a nível de saúde e substituí-os por outros "alimentos do bem".

O resultado? Um bolo sem gluten, sem açucar refinado e sem lactose.

Em vez de açucar branco, usei geleia de arroz e um niquinho de açúcar integral de côco, ao invés de farinha de trigo misturei metade da quantidade de farinha de arroz e farelo de aveia, optei por óleo de côco em vez de óleo de girassol, creme vegetal de amêndoa em vez de natas e o "chocolate" que cobre o bolo, não é bem chocolate, mas sim cacau o mais puro possível. 

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Bem, mas o verde? O verde, vem de onde, pergunatm vocês? Ora bem, cá vai a receita ( que fez sucesso, garanto-vos, mesmo entre os "céticos" da festa que até repetiram, para minha felicidade..). 

 

Aqui vai:

 

Moer 1/2 molho de agriões ou espinafres com uma pitada de sal e 1 chávena (de chá) de óleo de côco e  1/2 pacote de natas vegetais (eu gosto muito de acrescentar de amêndoa ou aveia ).

 

À parte batem-se 4 ovos inteiros com 2 colheres de açucar de côco e 250 gramas ( mais ou menos meio frasco dos que se vendem nas lojas de produtos naturais ou partes healthy dos supermercados)  até duplicarem o volume.

 

Depois juntan-se 2 chávenas de farinha ( eu misturei uma de aveia e uma de arroz, assim, faz-se um blolo totalmente se gluten) e uma colher de chá de fermento.

 

No fim juntas os 2 preparados e bates com a varinha  ou num liquidificadotr...já está. Levar ao forno a 180°, 40 minutos + ou-.

 

A cobertura  faço com cacau ( misturo com o restinho das natas vegetais e aqueço em banho maria) pois colam muito bem os dois sabores.

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A decoração? O mais simples mas também mais querido e significativo: três desenhos dos netos enfiados me palitos e uns coloridos pauzinhos confeti e velas também de cor...

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 Espero que gostem e que partilhem as vossa experiências, vou adorar saber se gostaram e aceitar com agrado, dicas e outras receitas...

OMG!! Lá vem a sacana da Lei de Murphy de novo...

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 Há coisas do arco da velha, coisas essas que se quisermos ser um bocadinho mais específicos e adequados, tentando encontrar uma mais particular explicação para as ironias da nossa vida podemos apelidar de” Lei de Murphy”. Ou os sacanas dos "Oh My Gods moments", aqueles que são maus e irónicos demais para poder acreditar que acontecem connosco..

 

Ora portanto esta bela Lei de Murphy é um adágio popular da cultura ocidental que afirma “ se alguma coisa poder dar errado… provavelmente dará!...” . Acham isto normal? O sacana do Murphy tenha sido ele quem fosse, decidiu colocar em teoria aquilo que todos pensamos mas preferimos em surdina não dar lá muita importância… não vá o Diabo tecê-las . E este agradável estudioso da história decide lembrar-nos para o resto da eternidade… que ele está efectivamente sempre à espreita para tecer um tapete persa daqueles complicados e enormes . Basicamente o senhor era mas é um grande pessimista e agora nós temos que nos deixar levar por essa terrível Lei Universal que nos quer quer mais mal do que bem.Enfim…

 

Este engenheiro aeroespacial baptizado Edward Murphy foi ainda mais longe acrescentando que "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "Se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira possível, no pior momento possível". E portanto, pergunto agora eu? Andamos nós à mercê desta ironia do Universo? Pois, pelos vistos. ( e eu sempre a puxar pelo "up" da coisa..)

 

Este tema anda a pairar na minha cabeça há algum tempo , emendo, na minha vida, e por isso é que decidi falar dela, quase para ver se exorcizo este espírito maléfico de “ Murphysmo” que me no fundo, me  atormentam desde que me lembro de mim mesma em idade adulta, e só não digo desde sempre porque as memórias de criança, nesse ambito, são efetivamente vagas....

 

Desde as minhas "carreiras" sempre todas ao lado, sendo pioneira mas nunca estando no timming certoou com as "cunhas" perfeitas  para passarem de bombinhas a bombasticas... Passando aos meus filhos, que não trocava por nada mas que chegaram ambos aos trambolhões, e dentro de "estranhas" relações e momentos. Chegando às dezenas de casas em que já vivi e às mudanças eternas em que sinto, nesta idade, que andei sempre, às  desilusões de relações de amizade bem fortes (achava eu), e ainda às más interpretações de quem sou, por pessoas que me julgam conhecer "só porque sim"...

  

 Bem, nada de tão anormal assim se não juntasse tudo num pacote e me centrasse nestas contrariedade mas assim, depois de tudo esquematizado e colocado em lista começo a pensar que o estupor do Murphy é afinal uma entidade reguladora dos azares da nossa vida. Bem, continuo a preferir chamar-lhes Ironias da Existência, uma espécie de percalços na carreira do nosso Ser. Podemos tentar entrar na onda “ do mal o menos” ou “ Há males que vêm por bem”… mas que é tudo muito irritante, lá isso vos garanto que é.

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Só para que, com um sarcástico sorriso no canto da boca, se irritem um pouco solidariamente comigo e encaixem algumas destas premissas na vossa vida, tomem lá algumas das melhores Leis de Murphy:

-Quando um trabalho é mal feito, qualquer tentativa de melhorá-lo piora-o sempre.

- Os acontecimentos infelizes sempre ocorrem em série.

-Quando te ligam: a) se tens caneta, não tens papel. b) se tens papel
não tens caneta. c) se tens ambos ninguém liga.

- Quase tudo é mais fácil de enfiar do que de tirar.

-Por mais bem feito que seja o teu trabalho, o patrão sempre achará onde
criticá-lo.

- Os assuntos mais simples são aqueles dos quais tu não entendes nada. Os outros ninguém tos pergunta.

-O trabalho mais chato é também o que menos paga. O mais fixe, para além de não chegar, é o dos ordenados de balúdios .

-Conversas sérias, que não deixam de ser necessárias, só acontecem quando estás com
pressa.

-Nenhuma criança limpa e cheirosa quer colo. Só as ranhosas e bolsadas.

- És vegetariana e a tua filha só delira com carne vermelha e gomas da pior qualidade.

-Se entrou um vírus no teu computador, só atacou os arquivos que não tinham
cópia.

- Quando acabas um post no blog e por obras mágicas o sistema operativo vai ao ar e o que tinhas acabado de escrever fica no etéreo virtual, em em de no teu ecrã, agora em branco.

-Os homens correctos são feios. Os Homens bonitos não são correctos. Os Homens bonitos e correctos são gays.

-Nunca há horas suficientes em um dia, mas há sempre muitos dias antes do
sábado.

-Todo corpo mergulhado numa banheira faz tocar sempre o telefone. Que está longe…

- Quando fazes uma receita de bolo de chocolate e quando estás a meio dito, reparas que tens todos os ingredientes à mão.. menos o sacana do chocolate.... grrr....

-A fila do lado sempre anda mais rápido.

-Por mais tomadas que se tenham em casa, os móveis estão sempre na
frente.

-Por que será que números errados nunca estão ocupados? Para nos fazer gastar o saldo claro…

- Só precisarás de um documento quando, espontaneamente, ele se mover
do lugar em ,que o deixaste para o lugar onde não o irás encontrar.

-Toda partícula que voa encontra sempre um olho pela frente. O teu.

-Tudo que começa bem, termina mal. Tudo que começa mal, termina pior.

 

Bem e com estas me vou, antes que a bateria do computador vá ao ar sem eu ter clickado no Rascunho… Lá vou eu tentando ser compreensiva e encontrando razões lógicas para tudo e imaginando o Universo a contorcer-se de tanto rir enquanto nos observa a resolver estes estúpidos problemas que nos vão surgindo.

 

Vá pessoal, façam como eu: Sorriam. Amanhã será sempre pior!!! ahahah

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Fotografias: Joana Luís Photography

Outfit: Numph Portugal

A história da entrevista que esteve para ser e não foi.. e que agora publico para vocês...

( Esta entrevista foi me feita para a "promessa" de uma capa com "conversé" aí numa revista ligada ao lifestyle, beleza e saúde... ;) passado mais de uma ano e depois de ter percebido que a direção foi ao ar e a esta minha "pérola" de explicações, ponderações, citações, revelações e pensamentos, não ia ser publicada... achei que não devia deixar as ditas palavras na gaveta e por isso, trago-as aqui ao blog. Aparecem num novo ano, numa altura em que, apesar das atividades profissionais de sempre, me vou dedicar mais à área da Macrobiótica e Aromoterapia, matérias que tenho vindo a estudar, por isso, sim,tudo na altura certa... Espero que gostem. Ainda mais porque vem acompanhada de fotos bem giras, vestida pela Numph Portugal, num trabalho da minha querida Joana Luís Fotografia. Obrigada pela vossa atenção e paciência- sim, é grandeeeee o texto...- e Feliz ano a todas/os!)

 

 

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  1. Começou como apresentadora. Como recorda o tempo do Portugal Radical e do Curto Circuito?

Parece que foi noutra vida ( e parece mesmo que já tive muitas...). Sinto que a essência da Rita era a mesma, mas que a minha ingenuidade (e o que se pode daí se pode tirar positiva e negativamente) fazia mesmo de mim uma pessoa muito diferente do que sou hoje, quase 22 anos mais tarde. O que até faz algum sentido, sendo eu sou de signo Balança, com ascendente em Gémeos e por isso mesmo, com muitos altos e baixos, com muitas certezas, perseguidas por incertezas, com o dom da comunicação à flor da pele e com a mudança constante no estado de espírito ( ora adorava o meu trabalho ou me sentia errada no foco e que pertencia a “outro lugar profissional”). Era muito criativa, sonhadora. Dava muito de mim aos projetos e talvez, também por isso, esse período de quase 10 anos de trabalho interrupto em televisão, tenha definido em muito o que sou hoje e como as pessoas me vêem.. . Costumio dizer que foi nessa fase que nasci para comunicação e a ela agradeço e devo o há-vontade que tenho com qualquer tipo de publico (sejam 10 ou 10 mil) e nas outras áreas que fui escolhendo para além da apresentação ( a música como dj, a minha escrita, os trabalhos de relações públicas...)                                          

Foram tempos bons. De aprendizagem e descoberta. Tanto “do meio” e das “suas gentes”, como da profissão e relações humanas e laborais. Basicamente, foi o início do caminho e de tudo o que sou hoje.

 

  1. Depois veio a música… Iniciou uma nova etapa na sua vida quando se formou como DJ. A música surgiu como uma paixão?

Sempre fui melómana assumida. Comprava imensos cd’s, fazia muita pesquisa de projetos musicais, trabalhava sempre rodeada de música, mas sempre como uma forma muito assertiva de laser, não como profissional... Percebo eu agora, que, não só trabalhava com música, como também, já insconscientemente...para a música. Passei discos ( sim, ainda toquei com vinil), como “menina da rádio”( também fui radialista, durante uns tempos) nuns quantos bares, trabalhei numa rádi do Porto, muito ligada à música electrónica, mesmo antes dela ser tão massificada como é hoje em dia e tudo isso foi aguçando o meu gosto pela mesma. .. até que um dia, decidi profissionalizar-me, tendo uma informal mas intensa com um dos melhores e reconhecidos djs nacionais.

 

  1. Ao longo do tempo construiu uma carreira como DJ e é já uma reconhecida blogguer. Com uma vida agitada, como concilia a carreira intensa com uma vida pessoal preenchida com dois filhos, Afonso Luz e Matilde Estrela?

E em duas áreas tão opostas, que juro, que existiu um momento em que achei que a dj feminina... não “ia colar com a “mommy blogger”... achava, que apesar de eu ser mesmo assim, completamente adaptável e competente em cada uma das vertentes, as pessoas não iam compreender que uma mulher com uma profissão sui generis, como essa poderia também ser uma mãe completamente apaixonada e focada e mais ainda.. oferecer dicas e textos ligados ao novo sentir que nasceu com o seu primeiro filho e se apurou com a segunda. Estava errada e ainda bem. Este blog , o “barriga Mendinha” só me tornou mais “real e humana” à vista do público e seguidores das redes sociais.

Amo ambas as versões de mim mesma. Tanto aquela que frequenta e escreve sobre atividades para as crianças, como a que se mete num comboio para ir passar música para o outro lado do país, para 10 mil pessoas... Ah... aquela que se levantou às 7 da manhã e sexta feira para tratar dos filhos e manter a rotina e estabilidade da família e se vai deitar 24 horas depois... as 7 da manhã de sábado, porque nos grandes festivais se toca tarde e o público exige cada vez mais e mais.... uffff.... sai-me do pêlo, mas a verdade é que exerço todas estas funções com verdadeiro gosto e por isso... tenho confiança que o caminho está a ser feito como devia e sou grata pela vida que tenho (filhos, amor e música... de que mais precisaria o meu coração para viver?)

 

  1. E como encontra tempo para cuidar de si?

Sabendo que cuidar de mim, seja da parte exterior, como interior. E olhem, que é comum, as pessoas esquecerem-se disso, ao serem absorvidas pelos problemas do dia a dia. Eu cada vez mais acredito que “quanto mais fazemos, mais vontade temos de fazer”, ou seja: mesmo com muito pouco tempo disponível, há que reformular prioridades e dispor, nem que seja de uns minutos por dia só para nós. Para nos centrarmos no nosso próprio potencial, força e magia. Porque cada um de nós, tem tudo isto, à sua maneira e ao cuidar de nós... mais facilmente encontramos a autoestima necessária, para ser mais forte e pleno. Na prática como o faço? Acordo um pouco mais cedo que a família para fazer o meus rituais de beleza e o meu pequeno almoço...deixo os miúdos na escola e sigo para o meu PT umas vezes por semana e tenho períodos do ano em que faço alguns tratamentos estéticos. Tento ir fazendo alguma meditação e tenho cada vez mais momentos “a sós comigo mesma!”...

 

  1. Como é o seu dia-a-dia?

Pouco rotineiro, devido às profissões. Umas alturas, com muitíssimo trabalho, outras com mais disponibilidade para mim e para os meus. Uma altura do ano cheia de viagens e poucas horas de sono ( normalmente os meses quentes), outros meses em que me deito cedo e acordo cedo. O nascimento dos meus filhos, obrigou-me a ter mais cuidados com as rotinas, por ser importante para eles e a verdade... é que esse esforço também me tem tornado uma melhor e mais focada pessoa.

 

 

  1. Apesar do amor incondicional que sente pelos seus filhos, não descura a relação com o seu companheiro, Hugo Caetano, e tudo faz para passarem o máximo de tempo possível a dois. Como conseguem arranjar tempo para estarem juntos?

Não fazemos... vai acontecendo... Por vezes, ele vem comigo em trabalho e como passo por locais fantásticos, às vezes aproveitamos para ficar mais um dia ou dois. De resto... estamos juntos, depois dos miúdos se deitarem...

 

  1. Com que valores espera que o Afonso e a Matilde cresçam?

Nos dias que correm anda tudo tão confundido nos princípios essenciais. E isso é assustador, para quem está a criar filhos, nos dias que correm. Tentar ser coerente, encontrando o balanço certo entre os meus princípios éticos, morais e espirituais e o que o mundo real é, hoje em dia ( agressivo, concorrencial, injusto)... Gostava que os meus filhos fizessem a diferença, sendo dotados de bondade, sendo justos, sonhadores ( e concretizadores), criativos e pioneiros, mas ao mesmo tempo tendo a força suficiente para enfrentar as adversidades e as pessoas e situações menos corretas com que se forem deparando... por isso mesmo, tento educa-los de forma a que a sua força interior seja a sua maior qualidade.

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  1. É muito diferente ser mãe de um menino e de uma menina?

È muito diferente ser mãe de dois seres completamente diferentes, isso sim. Não acredito que tenha a ver com o género ( claro que nestas idades os gostos tendem muito para o que na escola é veiculado e infelizmente existe muito sexismo: rosa para elas, azul para eles... princesas para elas, super heróis para eles, etc...). São ambos criados da mesma forma... mas cada dia que passa, chego à conclusão de que a educação de cada um deles tem de ser diferente. Vou tentar explicar-me: as bases sõa as mesmas, mas a forma de “chegar” ( ou de lhes “dar a volta, se preferirem) a cada um deles... tem de ser diferente. Ele é Balança. Ela é Escorpião. E com muitas das características vincadas nas suas personalidades. È uma maravilha assistir ao seu crescimento como seres humanos e ir ajudando-os nesse processo...

 

  1. Como é um dia perfeito com os seus filhos?

Como referi... eles são diferentes em tudo... até nos gostos, por isso tendo agradar a ambos. Ele adora dias de ronha em casa a desenhar, a ver filmes, a cozinhar comigo e fazer as refeições no conforto de casa, a fazer jogos de tabuleiro ou mais tecnológicos. Ela... só quer rua: almoçar fora, andar de bicicleta, ira para o shoping, para a praia ou para os parques... Por isso... sinceramente... o mais importante... é deixar o tempo rolar e ir percebendo o que apetece a todos. Coisas comuns como ir à piscina, ao teatro, ao cinema ou a atividades culturais são sempre hipóteses simpáticas

 

  1. Como corre o seu blogue, Barriga Mendinha?

È outro bebé que tenho. “Nasceu” na gravidez da Matita e tem acompanhando a minha vida, desde então. Como sou eu que faço a sua gestão, totalmente sozinha... também tem momentos em que escrevo mais ativamente, por estar mais disponível... e outros em que me culpo a mim mesma, por não lhe estar a conseguir dar a atenção que queria. E as seguidoras não me deixam fazê-lo... começam a mandar-me mensagens, pedem opiniões, textos, ajudas... e isso faz com que me foque, de novo, com todo o amor e dedicação. O Blogue foi a plataforma que mostrou uma faceta de mim, que poucos ( e às vezes até eu...) conheciam de mim mesma e é onde posso ser eu mesma, tendo um público que me respeita e que eu respeito muito também. E aqui entre nós... mesmo com os altos e baixos que tem sofrido... acredito que a marca “Barriga Mendinha” poderá sofrer algumas alterações ainda dará muitas cartas e tratá muitas surpresas, acompanhando as minhas próprias mudanças...

 

  1. No blogue dá dicas de vida saudável. Que cuidados tem com a sua alimentação e imagem?

Muito preocupada, mas sem fundamentalismos. Não como carne e muito pouco peixe. Sigo as linhas da Macrobiótoca adaptada à vida moderna... e não faço nenum drama quando cometo uma "asneira". Cada vez mais sei o que me faz bem e o caminho que quero seguir, mas por vezes é difícil seguir rotinas completamente saudáveis e perfeitas por isso acredito que encontrar a “desculpabilização” é essencial tanto para o corpo como para a cabeça. Comi mais hoje, amanhã faço um detox. Já não vou ao ginásio há algum tempo, faço ums acaminhadas ou ando de bicicleta no bairro ou no paredão, perto da praia. Hoje em dia veicula-se muito a “receita perfeita” nas revistas, nas redes sociais, nos blogues... mas isso não existe, a vida não é perfeita e repleta de pratos de salada e sumos detox lindos e coliridos, a vida é real e adapta-se às nossa realidades. Quero cada vez mais ser eu mesma e aí também. Aprendi que comer menos quantidade, beber muita água e outros líquidos vitaminados e sem açúcar, evitar os processados, mexer-me ( outra forma de dizer “tentar ser fit” ) e meditar... são alguns dos pontos pelos quais, me tento bater todos os dias. Uns dias corre melhor... outros nem por isso ;)

 

  1. Sente pressão em relação à imagem e à idade?

Claro. A sociedade torna-o inevitável, mas isso não significa ser obcecada e perder a noção. Significa, algo em que acredito piamente: saúde física , emocional e espiritual reflete-se em... beleza. E é nisso que aposto. Mesmo, quando a vida não corre de feição e os problemas nos abalroam, somos nós mesmos que temos nas nossa mãos.. a forma mais ou menos serena de lidar com isso. Por outro lado, não vou fazer demagogia, porque ao saber que a auto estima, cada vez passa mais por ter uma aparência física de que nos orgulhemos ( seja em que idade for e adquada à mesma)... tento sentir-me bonita e bem comigo mesma, através dos métodos que considero adequados à minha pessoa

  1. Mais próxima dos 40 investiu na sua figura através da realização de um tratamento médico para a perda de peso baseado numa dieta proteinada.

A partir desta idade, o organismo passa por uma série de mudanças que se traduzem na enorme facilidade em engordar e dificuldade em perder peso: se por um lado o metabolismo desacelera, por outro, a entrada no processo de pré-menopausa aumenta a fome e o desejo por alimentos calóricos. Foi neste contexto que optou por realizar este tratamento. Fale-nos sobre todo este processo e do novo estilo de vida que o mesmo lhe está a permitir alcançar…

 

É verdade que a chegada dos 40 mexeu comigo( de uma forma simbólica e nada negativa, ao contrário de muitas amigas minhas... está até a servir como motor de vitalidade, acreditam?). No fundo todas as entradas nas grandes décadas têm os seus desafios: os 20, os 30, agora os 40 e assim por diante. Orgulho.me da mulher em que me tornei, aceito melhor os meus defeitos mas também sei, de forma mais certeira, por onde ir (e especialmente por onde não ir...) para atingir os meus objetivos. Queria perder peso, mas também já devem ter percebido, pelo meu discurso que tudo o que é exagero, descartável, perigoso ou ambíguo para a saúde.... é algo que afasto automaticamente. Por isso, esta dieta ( prefiro chamar-lhe método por ser ter bases científicas e ser perfeitamente equilibrada e séria) apareceu na altura certa. E apesar de já a ter feito há uns largos meses, de forma mais intensiva, mantive sempre o contato com as nutricionistas da marca e agora, vou “dar um apertão” em mim mesma, ao fazer um período alimentar mais controlado._MG_6782.jpg

 

 14. Como preserva o bem-estar emocional?

 

Com a certeza de que ele ( juntamente com a alimentação) são o que faz com que tenhamos ou não saúde. Essa é uma verdade cada vez mais incutida em mim: Vejo, até por exemplos, bem próximos, que viver com mágoa, stress, raiva e afins só faz com que nos vamos deteriorando como seres humanos...

 

  1. Está sempre com um sorriso no rosto e transmite uma enorme simpatia e boa energia. Estar de bem com a vida é a chave para tamanha felicidade?

 

Não há felicidade. Há Gratidão. Talvez seja isso... e acreditem, que é algo que muitos não entendem. No fundo, não se explica, sente-se.

 

  1. Já experimentou Macrobiótica, reiki, meditação, yoga ou outra terapia? Qual é a sua opinião?

 

Todos ;) Sou muito ligada ás terapias alternativas. Só não as faço mais, por flata de disponibilidade de tempo. Mas estão sempre na “to do list”... Acredito nas Energias quase como numa religião e alinhá-las, acalmá-las, evitar as que nos fazem mal, proteger-nos de algumas e ativar outras... é um dos segredos do bem estar. Todas estas práticas, cada uma da sua forma, ajudam nessa busca. A única que me acompanha como estrutura de vida é a Macrobiótica tendo até 2 cursos internacionais desta arte, no meu curriculum...

 

  1. Têm algum ritual anti-stress?

 

Meditação “à minha maneira”. Tenho alguns textos escritos e gravados com a minha voz, no meu telefone. Com música de fundo tranquila e palavras de fé, força, gratidãoo, properidade e amor. Fecho os olhos e centro-me nelas. Ajudamuito.

 

  1. Hoje em dia, reconhece as suas emoções e liberta-as facilmente?

 

Libertar sempre as libertei... sou muito expansiva. No meu caso, tenho encontrado o inverso e isso é que me tem feito bem: o silêncio, os benefícios da solidão, a quietude... estranho para alguém com as minhas profissões tão agitadas e com visibilidade publica falar disso... mas nem tudo o que parece é.. e nós não somos as nossas profissões, somos a nossa história de crescimento e o que vamos fazendo com ela. Encontrar o meu objetivo de vida (também a nível profissional) é o meu foco e para isso preciso de muita conversa... comigo mesma e o meu próprio Universo. Chego-me... amando o que me rodeia. E isso é estar no bom caminho, certo? <3

 

 

  1. Gostaria de deixar uma mensagem de felicidade, bem-estar e de harmonia a todos os nossos leitores?

 

Não acredito no conceito felicidade por si só, é uma “caixa enfeitada” que nos ofereceram na infância ( e na História Universal) e que nos envenena os pequenos e bons momnetos... sempre em busca de algo maior e que pode nunca chegar. Mais vale acreditar, isso sim.. na Harmonia, na Paz e no Bem Estar. Esses sim, podem fazer a diferença entre uma vida em que se sobrevive ( e cada vez há mais razões para isso, eu sei...) e uma em que se Vive com toda a plenitude que isso implica ( momentos maravilhosos e também de tristeza, momentos de vitória e outros de derrota... isso é a vida!)

Dicas sobre como melhorar a vossa vida... ( e o início de uma nova parceria)

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 A Vanda Boavida entrou na minha.... vida ( claro está) aos trambolhões... mas depressa, com os seus ensinamentos, percebi que tudo deve estar direitinho e arrumadinho, por isso ( e não só) decidi "roubá-la"  para me/ nos ensinar a tirar partido da coisas boas e a minimizar e afastar as más. Como? Através de uma arte milenar, chamada Feng Shui e que muito tem a ver com os ensinamentos que tenho também tido, no meu caminho, à descoberta da Macrbiótica.

 

Ok, "então expliquem-nos lá isso para que percebamos muito bem"... Sim, já sabiam que me iam dizer isso, e por isso e muito mais, decidi colocar umas quantas questões a esta consultura de Feng Shui, o que é exatamente isto, como "funciona" e como pode influênciar (muito a nossa vida).

 

( Aqui entre nós, ela já me deu muitos conselhos e todos me fazem tanto sentido, mas... mas... estou pouco a adaptar-me mentamente a tudo o que devo mudar. É que por vezes, a inércia e o vício das nossas rotinas e até crenças, custam a desapegar-se de nós... A seu tempo e quanto mais vou conhecendo destes conselhos e lógicas, acredito que vá por cada vez em ação do que é  o essencial do Feng Shui, ou seja da harmonização dos espaços...).

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- Explica-me em 3 frases curtas o que é o Feng Shui?

 

O Feng Shui é uma arte milenar chinesa, com mais de 3.000 anos, em que o objetivo é harmonizar os espaços. 

Os chineses comparam os benefícios que o tratamento que o Feng Shui pode proporcionar a um espaço com os resultados que a terapia da acupuntura pode oferecer a um paciente.

 

- Como é que estas mudanças feitas numa casa podem ajudar a influenciar uma vida?

 

O Feng Shui pode funcionar como um detox exterior em que as cores, objetos e posição dos mesmos têm impato na forma como as pessoas se movimentam e se relacionam com o exterior, promovendo um maior equilíbrio e harmonia entre o individuo e o espaço.

 

- Que sugestões dás para os "primeiros passos" de alguém que quer mudar mas não sabe como?

 

Começar por fazer uma limpeza do espaço e verificar quais os objetos fazem sentido continuar a utilizar (roupas, objetos, mobiliário). Tudo o que é desnecessário ou que já não faça sentido deverá ser vendido, dado ou reciclado. A não acumulação e uma boa organização do espaço é fundamental antes de qualquer outra alteração, face a não se verificar qualquer benefício caso o mesmo não seja concretizado.

 

- Quais as regras essenciais para um bom Feng Shui?

 

O Feng Shui deverá adaptar-se à pessoa e não a pessoa ao Feng Shui, logo tem de se ter em conta a profissão, as atividades as motivações e o gosto pessoal ao nível das cores e matérias a utilizar. Esse é o grande desafio do consultor de Feng Shui, utilizar todo o seu conhecimento em função do cliente de forma a que a consulta seja bem sucedida e que as modificações realizadas, sejam um prolongamento do cliente.

 

- Como é que a nossa data de nascimento ou "ki das 9 estrelas" tem influencia em como devemos organizar a casa?

 

Segundo a nossa data de nascimento, podemos obter um número associado “ki das nove estrelas” – podendo ser Água 1, Solo 2, Árvore 3, Árvore 4, Solo 5, Metal 6, Metal 7, Solo 8 ou Fogo 9 e através destes números podemos organizar a nossa casa com base nessa informação, utilizando as 5 transformações (água, árvore, fogo, solo e metal), quer ao nível das cores e materiais e formas.

 

- Como é que uma pessoa que não entende nada de Bússulas e direções sabe como está a sua casa posicionada?

Caso se utilize um método que tenha em consideração a direção da casa, essa orientação e medição deverá ser feita por um profissional, no entanto, numa fase introdutória, podemos fazer algumas modificações na nossa casa utilizando o Feng Shui Moderno, não sendo necessário esse tipo de medições.

 

- Apesar de o Feng Shui ser originário do oriente e não se festejar o Natal em particular, pergunto-te, se no geral, há dicas para épocas festivas?

 

A mudança de ano é muito importante para os Orientais, no entanto o Natal começa a ser também festejado, não devido a crenças religiosas, mas devido a questões económicas (quase a maioria dos objetos Natalícios são fabricados no Oriente). 

 

As roupas utilizadas durante todo o ano-novo geralmente são da cor vermelha ou de cores vibrantes, pois os chineses acreditam que a cor vermelha afugenta os espíritos malignos e a má sorte. As pessoas também vestem roupas novas da cabeça aos pés para simbolizar um novo começo em um novo ano. Vestir novas roupas também significa a posse de pertences suficientes para usar e vestir no novo ano. O vermelho é a cor da sorte (fortuna).

 

O ano-novo chinês é uma referência à data de comemoração do ano novo adotadas por diversas nações do oriente que seguem um calendário tradicional distinto do ocidente, o calendário oriental.  As diferenças entre os dois calendários fazem com que a data de início de cada ano-novo chinês caia a cada ano em uma data diferente do calendário ocidental. 

 

 

 

Finalmente a divertida sessão fotográfica de Natal...

Finalmente posso mostrar vos a sessão de fotografias de Natal, que aqui os Mendinhos fizeram com a fotógrafa Joana Luís Fotografia.

 

Um fim de tarde, depois da escola, com todos muito cansados mas cheios de vontade de fazer esta sessão. Entre birras e miminhos ( e não são basicamente assim todos os fim de tarde com miúdos, enquanto tentamos tratar da casa e dos afazeres e ainda lhes dar atençao e ter a cabeça no sítio?..), lá conseguimos uns quantos momentos registos de captar em memória. Ora bem, partilho agora esta sessão cujo resultado tanto gostei e que representam a união familiar e o amor que nos une..._MG_6997.jpg

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A maturidade "só" aos 41? Ou será que ainda há mais que isto?

 

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A maturidade é uma coisa estranha. Até porque cada um a sente à sua maneira e no fundo, como tudo o resto, só sabemos que a temos quando damos de caras com a dita. Se a pudesse definir, acho que diria que é tipo assim um misto de nostalgia e alívio, tristeza e encontro com o essencial. Nem é fria nem quente, é morna. Um sorriso envergonhado mas convicto. Um "não gosto lá muito mas é melhor que me habitue e nela encontre coisas boas"... Como uma tarde de Outono na nossa cidade, fresquinha mas confortável com o seu familiar cheiro a castanhas no ar e as luzes que lá nos  vão alegrando um pouquinho, sabe-se lá porquê...

 

Esqueçam lá a cena dos 30, dos 40. A"h mas, para mim é quando nos temos que fazer à vida e saímos de casa dos pais"... "Pois, para mim, a marca de ter filhos é que é a mudança"... "As mulhes são mais maduras, essa é que é essa"... "Os homens são uns eternos miúdos e as raparigas evoluem mais rápido e tornam-se maduras desde cedo"... Bullshit! Tudo isso! Todas as ideias feitas... E sim, digo eu, que (só) agora me parece estar a encontrar essa tal "coisa". 

 

Já senti coisas do estilo. Coisas que achava conhecer até se virem mesmo colar à pele e perceber que afinal "não era bem assim como eu pensava". Só sabemos o que é morrer um ente querido depois de passar por ela ( e eu já passei). Só percebemos o que custa ( ou não custa, depende das situações) uma separação ou um divórcio depois de passar por ela ( e eu já passei). Só entendemos o que é um ataque de pânico depois de nos sentirmos impotentes ao passarmos por um ( e eu já passei). Só sabemos o que é o medo congelante depois de nos depararmos à séria com uma situação catastrófica ou assustadora ( e eu já passei). E... pronto.. só sabemos o que é a maturidade... quando ela começa a entrar em nós. Seja aos 20 ( raro), aos 30 ( até pode ser), aos 40 ( cada vez mais recorrente)... ou... aos 41... como eu!E sim, em todos os clichets anteriores, eu acreditei ( ou lá fui acreditando) que me encaixava, mas agora olho para trás e ... NNhhammm... nada disso.  Isso não quer dizer que fosse alguma parva ou inconsequente, nada disso. Mas, mas... maturidade é "isto" que agora se me está ( finalmente ufff...) a apegar e pronto.

 

 E o que sinto para o dizer assim tão de boca cheia? Para já, o não ter vergonha de o assumir ( sim, no fundo estou a assumir que fui uma "pita" até há bem poucos meses ;)). Depois porque estou a sentir uma coisa estranha tipo um "cansaço" generalizado, não um cansaço preguiço mas um cansaço certeiro, que me obriga a relativizar as coisas para "não me chatear" com o que entendi que me faz mal. Por outro lado, a impulsividade de virar costas, de refilar, de culpar os outros, de mandar vir, está a acalmar. Não pelos outros, que muitas vezes merecem... mas por mim, porque percebi que enquanto não conseguir resolver a vida, a vida se vai resolvendo por mim e não vale a pena lutar com ela.FOTOS_NOV_2017-2.jpg

Atenção que sinto também, outro sinal de maturidade (até me sinto estranha a dizer isto assim de boca cheia, mas olha, é o que é...): no seguimento do que descrevio aqui atrás, esta "calmaria" e aceitação não significa que esteja conformada ao ponto de não sonhar e querer mais e melhor. Antes pelo contrário, acredito mesmo muito que o futuro ( sejam 5 anos ou 50) poderá estar ao virar da esquina com novos e desafiantes momentos, que existem ainda pessoas fantásticas para conhecer, projetos que me realizem à espera que eu os toque e lute por eles...mas... não tem que "ser amanhã", nem tenho que impulsivamente virar costas ao que não me faz bem em prol de um desconhecido que pode ser bem pioro.. Aliás, essa tem sido um pouco a história da minha vida ahahah.... e demorar 41 anos a percebê-lo e mudar padrões foi dose... mas pronto. Parece-me que já está!

 

 Acho que esta é a altura da viragem! (ou mais uma na minha vida, que já teve tantas histórias que me marcaram e moldaram). A verdade é que os tais 40, são efetivamente o início do Outuno da vida.  E por mais que isso me assuste pelo fato.. de já terem passado 2 estações e ( Oh God!...) só haver mais uma pela frente, a verdade é que no respeita à energia que emana é essatamente isso, é assim que me sinto. Fazendo a analogia, acho que estou a entrar na época do conforto crocante da concretização e da ronha. E que raio quer isto dizer na minha cabeça? Bem... que finalmente estou um pouco menos inconformada ( mas ainda tenho alguma dificuldade em embarcar  na  ideologia da "carneirada", que sustenta a sociedade capitalista, mas, mas... enfim.... mas estou melhorzinha porque sinto que tenho mesmo que ser condescendente, para meu bem), que finalmente percebi que viver o dia a dia ( "o poder do Agora") pode e deve existir com a parcimónia de quem vive instalado num comunidade contemporanea), que apesar de nunca saber bem ao que vou.. no fundo, já sei bem o que quero.

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E pronto, é isto. Sinto a mudança. E acho que vocês, também a vão ver em mim, nos próximos tempos ( isto se eu a mostrar tão abertamente como costumo fazer.. sei lá, se calhar também isso muda um bocadinho.. perceber que nem todos nos querem bem e resgardar-me mais...). Anyway... até o fato de não me preocupar tanto com isso, com o respeito devido a todos os que me acompanham e seguem e que continuo a adorar, mas... sempre vivi muito procurando a aceitação de terceiros e agora esta entrada a pés juntas na Sr. Dona Maturidade, está me  a oferecer essa liberdade... a de ser Eu e de viver cada momento da vida como Eu acho que tenho que o fazer e não pelo que "os outros" ( família e amigos incluidos) pensam disso... E venha o que vier, que estarei de mantinha de braços abertos para lidar e receber..

 

Cortei o cabelo. E depois? Volta a crescer e além disso há gostos para tudo. Estou mais gordinha? E daí? Já tive um "corpo perfeito" mas era muito mais crítica comigo mesma e mais infeliz. Tenho um filho de cada pai. And? São felizes e integrados e eu sou uma mulher e mãe do caraças! Mudo de profissão muitas vezes? Pois é, sou multifacetada e gosto de tanta coisa... faço-me à estrada quando de um lado deixa de correr bem e não me castro porque vão achar isto ou aquilo, ah e cada vez mais acredito que não podemos ser definidos pelas profissões mas sim pelo que no fim da vida "fizémos" e deixámos no muno.... Sacanearam-me e são más linguas maldozas? Nada de guerras, só desprezo, porque é o nosso/ vosso Ego que nos/vos destroi... engulam o vosso veneno e... Live and let live! 

 

... Até porque esta famosa coisa da maturidade se atinge mesmo quando percebemos que todos, mesmo os que parecem "intocáveis", morrem e a vida dos outros continua depois disso. Estes meses têm sido pródigos nessa sensação de impotencia e estranheza. E as hipóteses? Duas: Ou entrar em pânico e fazer risquinhos na parede a contar os dias que faltam.. ou fazer desses risquinhos e desses dias algo agradável, simpático, amoroso e indolor. Escolho agora a última, que de grandes loucuras e intensidades, já foi a minha primeira metade feita. Ora vamos lá....

 

A dieta que nos ajudou a voltar a sentir o "Nós mesmos" que haviamos perdido...

E a "minha" Pronokal festejou o 2º ano de abertura do seu centro  de assessoria presencial em Lisboa, onde foi apresentada publicamente a campanha "Comprometidos com um peso saudável".

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 Para além da apresentação mais cientifica e espífica por parte dos especialistas da marca, ainda tivémos direito a um fantástico pequeno almoço saudável que se realizou na maravilhosa sala panorama do Hotel Sheraton de Lisboa.

 

Como madrinha desta campanha, não poderia deixar de estar presente, até porque não nos esqueçamos que há um ano e meio eu própria emagreci mais ou menos 10 quilos com este método saudável e acompanhado... e ainda hoje "volto a casa" sempre que preciso, recorrendo a um  novo plano de reeducação alimentar e reencontrar força para continuar.

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Para além de mim, que comecei este "namoro" há já algum tempo, outras figuras públicas se foram "convertendo" às maravilhas deste método multidisciplinar e n, esse dia, todos contámos, um pouco da nossa história.

 

Aqui, na foto, da esquerda para a direita:  Bárbara Barroso das Dicas da Bá (-20,5 kg), Catarina Siqueira (-22 kg), eu mesma (-10 kg), Maria Botelho Moniz (-10 kg), Luísa Castel-Branco (- 8 kg), Manuela Jorge (-13 kg) e Joao Jacinto do Blog Gentlemans Mail (-12 kg).

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Os nossos "quês e porquês " foram partilhados de uma forma muito sincera e familiar entre risadas num momento e noutro palavras muito acertadas, entre  confissões mais sérias e as palhaçadas  próprias de um grupo cúmplice que se reuniu por uma mesma razão, por uma mesma causa pessoal. Uma causa de Amor próprio  de conquista. Neste caso, também a saúde física, e por osmose... a melhoria... da espiritual, porque é muito mais fácil (re)encontar a autoestima quando estamos bem com o nosso corpo e nos sentimos saudaveis. 

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Continuam interessados em saber mais sobre específicamente sobre o que falámos  por aqui  e sobre como esta "dieta" nos ajudou a voltar a sentir os "nós mesmos" que havíamos perdido? Então passem AQUI e perguntem ao pessoal especializado sobre o que se trata. E olhem que assim, se mudam vidas... e mudar para melhor vale sempre a pena não vale?

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Aprendendo a ser felizes...

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"Aprendendo a ser felizes"... mas, isso aprende-se? Dêem-me já a receita certinha e direitinha, que compro ( e e muitos milhões, de certeza) já, já!

 

Buhhhhh!!! Nã... isso não se aprende, devem estar a pensar, isso é capaz de ser um dos  maiores mistérios da humanidade. Por que raio é que alguns têm tudo o que outros ansiam e são tão infelizes, porque é que outro, com tão pouco e em condições extremas conseguem  encontrar a felicidade em cada pormenor...

 

Mas... atenção, há um Mas... se alguma esperança pode existir ainda nesta matéria, talvez comece na infência, talvez os primeiros anos nos moldem, em muitas carateristicas definitivas e nos moldem a forma de estar e de aproveitar a vida ( ou não..) na idade adulta. E é por isso, que para nós, mães e pais com essa consciência, é muitas vezes difícil perceber por que caminho seguir com os miúdos, como ajudá-los a tirar melhor partido das vivências, aceitar quem são, não perdendo a curiosidade e rebeldia próprias da infância... principalmente vivendo numa época com demasiada informação ou mesmo contra informação... ui... às vezes não é tarefa fácil fazer este papel de "mediadores da felicidade"...

 

Por tudo isto, achei brutal que uma marca de brinquedos, a Imaginarium, decidisse fazer um estudo sobre a felicidade e em como ela é alcançada pelos miúdos Portugueses... Ahhhh.... mas um estudo e tal.... como raio é que um estudo nos vai ajudar? vai vai, pelo menos a mim, abriu-me os olhos 8 e também o coração), surpreendeu-me, emocionou-me, quebrou alguns dogmas... enfim, na manhã que passsei entre jornalistas, bloggeres e especialistas na(s) mátéria(s) ( parentalidade positiva, perdagogia e sim... brinquedos...), muito aprendi e muita matéria levei em mãos para refletir.

 

Entre os objetivos da Imaginarium está o de ajudar no desenvolvimento dos futuros adultos, e por isso lançou o programa Aprendendo a ser Feliz, com o qual reforça o seu compromisso com os pais e a sociedade. Este programa nasce com o objetivo de fornecer ferramentas e conteúdos úteis que ensinem aos pais a educar na felicidade, e educar em valores através do acto de brincar. O programa irá desenvolver-se ao longo dos próximos dois anos, trabalhando cada um dos eixos da felicidade, oferecendo pautas e sessões de coaching em vários pontos de Portugal e conteúdos disponíveis online. Um programa desenvolvido por um grupo de reconhecidos pedagogos, psicólogos e especialistas em parentalidade e educação.

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 Ora cá vão alguns dados interessantes:

 

8,8% das crianças portuguesas nem sempre é feliz, oscilando entre a felicidade e a tristeza. Esta é a percentagem de pais que responde que, apesar das facilidades e comodidades ao seu dispor, os seus filhos nem sempre são felizes. Segundo o estudo, a felicidade seria construída a partir das relações sociais e familiares, do tempo que os pais podem passar com os seus filhos, e do tempo passado a brincar e a explorar o mundo através da brincadeira real.

 

A percentagem de infelicidade aumenta com a idade. De acordo com os seus pais, 15,25% das crianças entre os 7 e os 8 anos nem sempre são felizes, descendo para os 13,29% na faixa etária dos 5-6 anos e fixa-se em apenas 6,4% de crianças infelizes entre os 0 e 2 anos. “A crescente pressão imposta às crianças e jovens, tanto por pais como por professores, onde o desempenho académico, a competição entre pares e a necessidade de alcançar a perfeição em todas as atividades realizadas são uma constante, tem, certamente, um impacte negativo na felicidade das crianças.” explica Rui Lima, professor, pedagogo e membro do Painel de Especialistas da Imaginarium. “Ao brincar, a criança está a conhecer o mundo, mas também a conhecer-se a ela própria. Tem consciência das suas capacidades, mas também das suas limitações. E é a partir da forma como a criança gere estas duas realidades (o que consegue e o que não consegue) que vai aprendendo, que se vai desafiando a ela própria, que vai procurando as soluções para os problemas que enfrenta.” conclui Rui Lima.

 

Tudo isto justifica a preocupação dos pais portugueses com o futura da felicidade dos seus filhos. Neste sentido, para 80,4% dos inquiridos esta é uma das suas principais preocupações.

 

E de que maneira contribuem os pais para a construção dessa felicidade? Para 45,9% dos pais, o mais importante é que os seus filhos se desenvolvam num ambiente familiar e escolar onde se sintam valorizados e queridos. 34% dos pais acredita que passar mais tempo com os seus filhos é um contributo importante para a sua felicidade, e 17% afirma que os seus filhos serão mais felizes se puderem explorar o mundo real através da brincadeira.

 

“A plasticidade cerebral de uma criança é gigantesca até aos 6 anos” explica Magda Dias, coach e membro do Painel de Especialistas da imaginarium “É fundamental que estejamos extremamente atentos à felicidade das crianças e que as ajudemos a encontrar o seu papel dentro da família através da brincadeira”.

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 Apenas 0,44% dos pais identifica os jogos com ecrãs (tablets, smartphones, etc) como uma das chaves para a felicidade das crianças, um dado que se vê reforçado pelos 19% que os identifica como o tipo de brinquedo de que as crianças mais gostam.

 

Segundo os pais, a principal causa da infelicidade nas crianças é não poder passar tempo suficiente em família (26,38%), não ter tempo para brincar (21,37%) ou ficar de castigo (16,45%). Na faixa etária dos 7 aos 8 anos, o facto de não terem tempo suficiente para brincar é motivo de infelicidade para 38% das crianças.

 

“Queixamo-nos da falta de tempo. Na relação entre pais e filhos, há dez minutos que podem ser preciosos. A felicidade que queremos com os nossos filhos está nessa atenção. Em vez de estar sempre a reagir, temos de aprender a agir”, comenta Rita Ferro Alvim, autora e membro do Painel de Especialistas da Imaginarium.

 

A maioria das crianças portuguesas é feliz, segundo o estudo, mas apenas 22% é plenamente consciente dessa felicidade e capaz de expressá-la. 60,4% dos pais acredita que os seus filhos são conscientes da felicidade, mas têm problemas em manifestá-lo. Para 6,4% dos pais, os seus filhos não são conscientes da sua felicidade nem o manifestam.

 

Dentro dos tipos de brinquedos que mais criam felicidade nas crianças, as bicicletas e veículos de rodas surgem à cabeça, seguidos dos brinquedos relacionados com a música, a arte e os trabalhos manuais (35,7%) e dos jogos de construção e de lógica (30,87%). Quando questionados sobre qual o seu maior contributo para a felicidade dos seus filhos, 33% dos pais respondem que é “fazendo os seus filhos sentirem-se ouvidos e queridos”, seguido de 28% dos pais acredita que passar mais tempo com os seus
filhos é o principal contributo, e 14% que defende que o fundamental é reforçar a autoestima da criança “elogiando-o e incentivando-o quando faz as coisas bem”.